Família do Bagulho
Média
4,3
1521 notas

82 Críticas do usuário

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Fabricio E.
Fabricio E.

19 seguidores 2 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 28 de setembro de 2013
Filme muito bom pra dar boas risadas com humor inteligente com otimos atores e uma história muito legal
Lorena R.
Lorena R.

14 seguidores 2 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 22 de julho de 2014
Se o que você quer é dar boas risadas, então esse é o filme.. uma boa história, atuação e uma ótima comédia!
Márcio M.
Márcio M.

58 seguidores 2 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 2 de novembro de 2013
A começar pela péssima tradução do título original ''We're the Millers'',enfim o filme é divertido porém irreal, ou você cai na fantasia e se diverte ou encontra defeito em tudo. Filme com cara de sessão da tarde...bem longe produção elaborada.
Janine Monteiro
Janine Monteiro

4 seguidores 40 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 14 de outubro de 2013
Engraçado do inicio ao fim. Tem piada piegas, tem pegadinha mas o intuito é rir, então alcançaram o objetivo.
André Ricardo B.
André Ricardo B.

10 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 24 de setembro de 2013
Filme muito bom dei ótimas risadas, comédia bem inteligente. Vale apena assistir!!!!!!!!!!
Gabriel B.
Gabriel B.

4 seguidores 20 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 11 de outubro de 2013
Fui assistir ontem "Família do bagulho" com a minha sobrinha. Logo de cara quando você vê o cartaz, ele parece ser mais uma comédia pastelão sem muita graça, mas como era o único em que ela entrava então decidimos tentar.
O filme começa sem muita emoção, mas a partir da "reunião" de todos os personagens ele começa a ficar hilário.
O personagem principal é um pseudo "traficante" que é "contratado" por um grande traficante para trazer um carregamento enorme que está no México.
Só que ele jamais poderia atravessar a fronteira com quilos e quilos de maconha num trailer, então ele decide "contratar" uma família de aluguel para não dar nas caras.
A partir daí o filme começa a ficar hilário, porque acontecem coisas inacreditáveis como blitz policiais, um casal de caipiras em que o marido é policial.
É muito bom, vale a pena ver porque ninguém vai se arrepender.
Willian P.
Willian P.

3 seguidores 25 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 14 de novembro de 2014
A ideia original e o roteiro foram desenvolvidos pelos mesmos criadores do filme Penetras Bons de Bico. Jennifer Aniston e Jason Sudeikis já haviam trabalhado juntos, no filme Quero Matar Meu Chefe. Só por estes detalhes, o filme torna-se, no mínimo, interessante. No fim das contas não passa de um filme interessante, consegue ser engraçado e divertido, em muitas ocasiões utiliza a sexualidade para fazer piada e ironiza a família tradicional.
Candida D.
Candida D.

44 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 30 de setembro de 2013
No filme “A família do bagulho” (We’re the Millers) nós encontramos David Burke (Jason Sudeikis), que é um traficante de maconha – de quinta categoria, e logo depois de ser roubado, é obrigado pelo seu chefe, um homem rico e que gosta de esbanjar estilo, Brad Gurdlinger (Ed Helms) a ir até o México e buscar o que ele pressupõe ser “uma pouca quantidade de droga” afim de quitar sua dívida, mas quando chega lá não é bem assim.
Rose (Jennifer Aniston) leva a vida como stripper numa boate noturna, e passa boa parte do tempo evitando David. Já Kenny (Will Poulter) é o vizinho de David e é um virgem total, conhecendo Casey (Emma Roberts) no momento em que esta está sendo assaltada, sendo este o momento em que Kenny e David tentam evitar que a roubem, e o último acaba ficando sem suas drogas, o que ocasiona todo o resto.
Para ter um disfarce perfeito, Burke convida três personagens mencionados para que eles sejam uma família de mentira, que ele chama de Millers o que justificaria o nome original, e assim terem um álibi perfeito para evitar possíveis suspeitas de qualquer pessoa, em especial da polícia mexicana, já que aquela era para parecer uma viagem comum em família. E eles pensam que o plano que bolaram é impecável, mas a cada momento ocorre algo que sempre frustra os planos deles, o que torna tudo mais hilário para quem assiste e tenso para quem está vivenciando tudo. E é essa tensão misturada com o humor que torna tudo muito interessante e agradável.
O filme tem um elenco bastante conhecido, o que é um dos pontos altos dele. Quem é que não conhece Jennifer Aniston como a Rachel de Friends, e muitos outros dos seus filmes? E o Jason Sudeikis do programa humorístico Saturday Night Live? Sem falar do Will Pouter que ficou famoso no seu papel no filme “As crônicas de Nárnia: a viagem do peregrino da Alvorada” e da Emma Roberts, sobrinha da atriz Julia Roberts, e participou de vários filmes bastantes conhecidos como “Garota mimada” e “Se enlouquecer, não se apaixone”.
Apesar disso, pecou nos últimos trinta minutos do filme, trazendo um final que não agradou à maioria dos que assistiram e em parte concordo com isso, mas vale a pena para ver a Jennifer Aniston como stripper.
Joy A.
Joy A.

34 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 29 de setembro de 2013
Um vendedor de drogas, uma stripper, uma delinquente juvenil e um virgem. Estes são os Millers, ou melhor, a história de 4 inusitadas pessoas que nada têm em comum, mas que se juntam por um motivo quase que ilógico. Família do bagulho é uma típica comédia americana, com diálogos cômicos e frases cheias de sarcasmo. A boa pedida fica por conta do casal protagonista, interpretado por Jennifer Aniston e Jason Sudeikis. Ao lado de Emma Roberts e Will Poulter, eles promovem uma boa comédia satirizada que promete arrancar muitas gargalhadas nos telespectadores.
Lia M.
Lia M.

27 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 1 de outubro de 2013
Com roteiro de Bob Fisher e Steve Faber (conhecidos pela parceria em Penetras Bons de Bico), o longa We’re the Millers - traduzido no Brasil para Família do Bagulho - é uma comédia road movie razoavelmente previsível que, ainda assim, surpreende.

Na trama, David Clark (Jason Sudeikis), um traficante pequeno, recebe a missão de contrabandear uma carga de marijuana do México até o Colorado, e decide criar uma família de mentira para usar como disfarce. Para tanto, recruta sua vizinha Rose (Jennifer Aniston), uma stripper falida, para fingir ser a esposa, e os “filhos” Kenny (Will Poulter) - um nerd ingênuo e introvertido - e Casey (Emma Roberts) - uma adolescente revoltada que fugiu de casa.

Transitando na fronteira entre a moral conservadora e a transgressão, o filme é uma sátira hilária e despretensiosa dos valores da família tradicional americana spoiler: - seguida do esperado final feliz
.

Uma das principais qualidades da obra reside na boa interação e sincronia entre o elenco. Sudeikis, famoso pelo programa de comédia Saturday Night Live, tem seu humor natural e sem afetações como um dos pilares do longa, garantindo um mínimo de plausibilidade às situações inverossímeis em que os personagens são mostrados. Aniston mantém seu padrão de qualidade usual na atuação. Apesar do uso de dublê de corpo nas cenas perigosas em que aparece de lingerie, a atriz mostra estar em ótima forma física - e ser a escolha ideal para o papel.

Merece destaque nesse sentido, também, a atuação de Emma Roberts e sua capacidade de dar dimensões reais ao estereótipo da adolescente problemática; ainda que não dote a personagem de uma profundidade psicológica notável, chega no mínimo a sugerir certa esfericidade.

O grande mérito do longa, contudo, reside no uso dos lugares-comuns na elaboração de piadas que, apesar da temática que por vezes toca as raias do kitsch, funcionam e surpreendem - graças principalmente ao domínio da linguagem de clichês e à boa construção dos punchlines.

O filme permite-se, em geral, considerável liberdade em relação à ditadura do politicamente correto sem cair no erro de tornar o “politicamente incorreto” um escudo para piadas ruins ou repetição irrefletida do óbvio. A obra conta ainda com um ótimo conjunto de referências à cultura pop - dos compositores Willie Nelson e Tom Waits ao vilão de quadrinhos Bane - que, somado à boa fotografia e à trilha sonora bem selecionada, contribuem para uma unidade estética do filme - que, apesar de inserir-se quase por completo em moldes pré-existentes, ainda se mostra capaz de oferecer doses de originalidade a um público mais exigente.
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