A Hora Mais Escura
Média
4,2
707 notas

57 Críticas do usuário

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Barboza Wagner
Barboza Wagner

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3,5
Enviada em 6 de abril de 2013
Filme excelente. Descreve com perfeição a caça ao Osama Bin Laden. Um otimo Roteiro e uma boa Direção. Um grande filme.
Fernando Sampaio
Fernando Sampaio

9 seguidores 53 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 30 de junho de 2013
Definitivamente, o Oscar 2013 apresentou uma safra estupenda de produções bem elaboradas, confirmada por Argo, As Aventuras de Pi, Indomável Sonhadora ... A Hora Mais Escura, com a sua temática política, da qual não admiro muito, surpreendeu-me, ratificando a excelente capacidade da Diretora, como já acontecera com Guerra ao Terror, no qual recebeu merecidamente o Oscar de Direção, enquanto que, com este novo filme, foi injustamente preterida pela Academia, que nem sequer a indicou ao prêmio de Direçao. Os atores escalados estiveram ótimos, destaque para Jessica Chastain, merecidamente indicada ao Oscar, que perdeu a estatueta para a novata Jennifer Lawrence. Para mim, todas as atrizes indicadas estiveram ótimas, e a estatueta deveria ter sido sorteada entre as concorrentes ... O filme foi uma excelente aula de historia.
Juarez Vilaca
Juarez Vilaca

2.918 seguidores 393 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 18 de fevereiro de 2013
Um excelente filme, bem dirigido com atuações perfeitas, principalmente de Jessica Chastain, como Maya. O filme mantém fidelidade ao que foi divulgado na imprensa, até onde eu percebi. Foi bom por que não apelou para a ficção e criação de falsos heróis. A missão para encontrar Bin Laden foi de execução, simplesmente e assim foi mostrado na tela. Um comando com quase 20 soldados super armados contra três homens em sua casa, não teve heroísmo. São 3 horas de filme, um pouco cansativo, mas vale a pena. Tem muita chance de ganhar o Oscar.
Sidney  M.
Sidney M.

29.816 seguidores 1.082 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 22 de outubro de 2013
Acompanhei comentários exuberantes sobre essa produção, e ontem tive a chance de assisti-lo, e digo que fiquei muito decepcionado. Para mim não passa de um bla-bla-bla de um comercial sobre terrorismo envolvendo os EUA. É claro que vai chamar atenção de muitos pois tem como pano de fundo a caça contra Bin Laden, e posteriormente sua captura. Mas achei um filme frágil, sem muito brilho em seus atores.
Daniel W.
Daniel W.

52 seguidores 111 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 3 de julho de 2015
um filme que criar um suspse gosto um suspse sobre a caçada de osama bin lade o maior terrorista dos estados unidos uma direção boa de kathew bigelow os efeitos sonoros bastande marcantes no filme uma excelente atução de jessica chastain um filme que vale a pena assitir para que gosta de cinema e ter caça terrorista.
Luiz Alexandre
Luiz Alexandre

20 seguidores 79 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 16 de fevereiro de 2013
Bom filme, dá uma noção exata de como a CIA penou para achar o terrorista. As cenas de tortura eu achei até que foram leves demais, acredito que tenha sido muito pior do que o que foi mostrado visto que a mídia divulgou alguns fatos que escandalizaram a população norte americana. Muito boa a sequência em que a atriz Jessica Chastain começa a "lembrar" quantos dias está esperando para ter inicio a caça ao Osama, já que ela depende de autorização de seus superiores para a ação. O fato dela ficar escrevendo o número de dias que vão passando com batom no vidro da sala de seu chefe deu um charme a mais no filme. Não indicaria para o oscar de melhor filme (prefiro Django Livre) mas é um ótimo passatempo para quem gosta de suspense.
Julio Davila
Julio Davila

17 seguidores 64 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 2 de agosto de 2015
Intenso, bem feito e informativo, A Hora Mais Escura é uma importante filme.

A Hora Mais Escura é um filme dirigido e co-produzido por Kathryn Bigelow, com roteiro de Mark Boal que já trabalharam juntos em The Hurt Locker. Foi anunciado que o filme conta "a história da maior caçada humana da história para o homem mais perigoso do mundo", o filme narra os esforços americanos para capturar e matar Osama bin Laden.
O filme tem um começo marcante que mostra muito bem qual será sua pegada e atmosfera, mas como essa atmosfera e pegada permanecem constantes pela maior parte do filme, toda vez que ele foge dessa rotina sabemos que algo “inesperado” vai acontecer. Ou seja, não há surpresas no filme (tirando o seu final). Isso não me incomodaria se o filme não tentasse ser surpreendente em momentos (como o tiroteio na residência da protagonista e o ataque à CIA). No geral, o filme é muito bem filmado e leva realismo e sua base em fatos reais a níveis poucas vezes visto (um detalhe que me impressionou foi as fezes que apareciam no preso). O filme literalmente tem um erro no aspecto realismo: em um certo momento um sujeito árabe usa uma expressão que basicamente só americanos usam. Apesar de me tirar um pouco do filme, sei que não é algo que incomodará a maioria. A história é bem contada e apesar de ser criticada por ser lenta, eu pessoalmente achei que o filme fluía bem. Aprendi muito sobre a captura de Bin Laden e um pouco sobre a política americana.
Kathryn Bigelow dirige muito bem (a cena do assassinato de Bin Laden é muito bem feita, desde a iluminação até o som das bombas. O fato dela durar muito mais que eu esperava também me impressionou, pois achei que seria difícil manter o nível de qualidade da cena. Estava enganado) e o roteiro é excelente. Algo que apreciei neste filme foi o fato de usarem vários atores subestimados como Jessica Chastain, Kyle Chandler, Jason Clarke, Mark Strong, James Gandolfini e Harold Perrineau. Todos esses são atores que eu admiro mas que infelizmente não são tão conhecidos.

Um bom filme, A Hora Mais Escura conta com algumas falhas subjetivas.

Nota: 7/10.
João M.
João M.

9 seguidores 16 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 5 de novembro de 2013
A captura de Osama bin Laden foi uma marco na história recente norte-americana, ou não fosse este uma das pessoas mais procuradas das agências de segurança norte-americanas. “Zero Dark Thirty”, o novo filme da premiada realizadora Kathryn Bigelow, dramatiza os eventos que conduziram à captura de Osama bin Laden, com episódios baseados em factos verídicos, alguma ficção e alguma informação confidencial, que a ser verdade deve estar a causar algumas dores de cabeça a muita gente. Um pouco à imagem de “The Hurt Locker”, Kathryn Bigelow, revela uma vez mais toda a sua habilidade em chegar eficazmente ao público norte-americano com uma história do passado recente do país. Embora sejam filmes completamente diferentes é perceptível a crueza e o sentido de realismo como Kathryn Bigelow filma toda a captura de Osama bin Laden, desde o dia 11 de Setembro de 2001 até à captura do terrorista, aspectos estes que já lhe haviam rendido muitos louvores em 2008.

Kathryn Bigelow leva-nos a acompanhar a demorada e perigosa jornada de uma agente da CIA até à noite em que finalmente o inimigo número um dos Estados Unidos da América é capturado. O filme inicia-se com os aterrorizantes eventos ocorridos no trágico dia 11 de Setembro de 2001, no sentido de contextualizar a caça ao homem que ocupa as duas horas e meia do filme. Após esta breve introdução, Maya (Jessica Chastain) entra em cena. Maya é uma jovem agente da CIA que rapidamente se vê no centro da acção, onde depressa integra a equipa de investigação que trabalha em território inimigo com o objectivo de descobrir o paradeiro do líder da Al-Qaeda e dos seus principais aliados. Os primeiros tempos revelam-se difíceis e nenhuma pista parece levar a mais e melhores informações. Enquanto a obsessão de Maya cresce e as pistas continuam escassas e ineficazes, ela consegue descobrir uma casa no Paquistão que poderá ocultar o mais precioso dos tesouros, Osama bin Laden. O final da história já todos nós sabemos qual é.

Bigelow demonstrou uma vez mais que se sente completamente à vontade neste tipo de cenários, conseguindo comprovar todos os seus dotes de cineasta, criando, com muito realismo, um dos melhores filmes de guerra dos últimos anos. “Zero Dark Thirty” é um filme que promete deixar o espectador colado ao ecrã, nunca chega a ser chato nem moroso, além da sua duração excessiva e de um visionamento algo difícil e ao mesmo tempo pesado, este novo filme de Bigelow está muito bem realizado, assumindo-se como um dos principais candidatos à estatueta mais desejada do ano. Outro aspecto de louvar neste filme é o facto de Kathryn Bigelow não ter medo de espetar a faca na própria América, afastando-se do moralismo e do patriotismo para expor os procedimentos reais de uma nação que consegue ser tão bárbara como qualquer outra em tempos de guerra. Talvez por isso tenha ficado de fora da corrida ao Óscar de melhor realizador e talvez por isso o filme esteja a ser alvo de alguns ataques ferozes por parte do público norte-americano.

Sean Penn recentemente disse que Jessica Chastain é como um Stradivarius, e talvez seja mesmo este o elogio que Jessica merece pelo que fez neste filme. A sua interpretação foi tão real, tão “vivida” que consegue surpreender tudo e todos com a emotividade que atribuiu à sua personagem, uma mulher aparentemente fria, que dedica a sua vida para a causa que defende. Esta é ,sem sombra de dúvidas, uma das melhores interpretações do ano, sendo Jessica Chastain uma das grandes favoritas à conquista do Óscar de melhor actriz principal no próximo dia 24 de Fevereiro.

Por tudo isto, “Zero Dark Thirty” é um filme de visionamento obrigatório para quem desejar conhecer um pouco melhor o mundo em que vivemos, despindo-se de preconceitos e de patriotismos para ensaiar um estudo sobre a obsessão levada ao extremo e suas naturais consequências.
cinetenisverde
cinetenisverde

29.473 seguidores 1.122 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 17 de janeiro de 2017
Por tratar de eventos que ocorreram na vida real durante a caçada a Bin Laden, A Hora Mais Escura apresenta seus fatos de uma forma semi-documental e corre o risco de ser mal visto ao tratar a tortura um meio justificável e o assassinato de seres humanos um evento impessoal. No primeiro caso (tortura) podemos dizer que as pessoas deste século tendem a encarar o evento com mais compaixão (até pelo histórico de parentes e conhecidos que vivenciaram isso de perto). Já no segundo caso (assassinato), por envolver a morte do terrorista mais odiado de todo o mundo civilizado os sentimentos não caminham tão bem pelo estômago das pessoas que viram o horror de perto e ao vivo.
João Ricardo D.
João Ricardo D.

24 seguidores 33 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 25 de junho de 2014
Devido a minha pouca idade (13 anos), minha relação com filmes com temas complexos não é das melhores. Tanto é que não consegui terminar de ver "Guerra ao Terror", da mesma de diretora de "A Hora Mais Escura". Mas, quando vi o último, me deparei com um ótimo roteiro original e a excelente atuação de Jessica Chastain.
Porém, é preciso ter paciência com "A Hora Mais Escura". Talvez, as 2h37 min do filme poderão parecer bem mais longas.
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