Notas dos Filmes
Meu AdoroCinema
    A Hora Mais Escura
    Média
    3,1
    610 notas e 53 críticas
    distribuição de 53 críticas por nota
    12 críticas
    16 críticas
    15 críticas
    7 críticas
    2 críticas
    1 crítica
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    53 críticas do leitor

    anônimo
    Um visitante
    5,0
    Enviada em 7 de novembro de 2019
    Osama bin Mohammed bin Awad bin Laden, mais conhecido como Bin Laden, foi um notório terrorista internacional fundador e líder da organização(terrorista) al-Qaeda. Foi o responsável direto pelos atentados de 11 de setembro, nos EUA. Em 1 de maio de 2011, quase dez anos após os atentados, Bin Laden foi morto durante uma operação militar estadunidense em Abbottabad, no Oriente Médio. Bom, essa é a linha(quase) direta dos acontecimentos em que A Hora Mais Escura(Zero Dark Thirty, 2012, Kath Bigelow) se baseia. O filme tem início no momento em que as equipes de inteligência dos EUA se estabelecem no Oriente Médio para encontrar milicianos locais próximos a Bin Laden e obter(a todo custo) informações que levem até ele. Uma dessas equipes de busca é liderada por Maya, interpretada maravilhosamente pela bela Jessica Chastain, que acaba tendo papel determinante na caçada ao terrorista mais brutal da história. Bigelow é adepta do que nós cinéfilos chamamos de slow motion tension, que consiste em criar momentos de emoção por escala, a tensão constante da qual os personagens estão inseridos é construída por cada semblante, cada mínimo detalhe no rosto que é retratado, isso tudo é reforçado pelos recursos técnicos presentes no longa, especialmente a direção de arte. O roteiro original de Mark Boal também não fica para trás. Não se limitando a fazer uma releitura óbvia, esquemática de tais acontecimentos, adiciona personagens fictícios por fins dramáticos se mantendo porém fiel ao tom que a própria história exige do filme. Zero Dark ainda surpreende não só pela sua coragem temática, mas também por trazer uma abordagem crítica das ações do governo americano durante todo o processo de buscas, retrata de forma crua os métodos sórdidos utilizados pelos agentes do estado afim de atingir objetivos puramente políticos. Enfim, A Hora Mais Escura pode ser visto como uma grande ode a guerra ao terror insana patrocinada pelo ocidente, que mais almejava criminalizar uma fé e um povo, usurpando seus recursos naturais e intervindo em sua cultura, suas tradições. Mas, ao fim, talvez A Hora Mais Escura seja tão somente um longa brilhantemente escrito, dirigido e interpretado. Obra-prima!
    Marcio S.
    Marcio S.

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    2,5
    Enviada em 6 de abril de 2013
    Kathryn Bigelow dirige este filme que é o primeiro que aborda do início ao fim a caçada à Bin Laden. Para mim é um filme regular e que não aborda o preço que se paga pela busca do terrorista.
    Jessica Chastain interpreta Maya, agente da CIA que vai fundo na caçada do terrorista. No começo ela parece uma agente que não agüenta ver torturas. Evidência de um lado bom. Porém após torturarem Ammar e este se encontrar nu a sua frente, conhecemos a verdadeira Maya. Bigelow filma nossa protagonista com a metade do seu rosto coberto por sombra e assim nos indicando um lado sombrio, mau. Ali ela se mostra. A partir daí só testemunhamos um maior endurecimento da personagem. Se tornando mais uma americana ávida por vingança. Quando alguém pergunta para ela aonde quer ir, o silêncio é a resposta. A lagrima cai sobre o rosto. Em minha opinião cai em ressentimento de que tudo aquilo acabou e que a casa dela é mesmo a guerra.
    Através de torturas Maya e equipe chegam mais perto de onde Bin Laden pode estar. Infelizmente todo filme que mostra tortura é dito como um filme contra a tortura. O filme praticamente não entra na abordagem crítica desse meio abominável de se conseguir algo de seus prisioneiros. No máximo o presidente americano aparece na televisão dizendo que não há mais torturas. Será? Ou será que os americanos conseguiram mais informações através de uma boa conversa. Infelizmente essa pratica é comum hoje em vários países e será por bastante tempo.
    A diretora desenvolve cenas ridículas. Como exemplo, cito a ingenuidade de uma agente permitindo que um possível informante entre numa “base” sem nenhuma intromissão das forças armadas e na cena em que um fuzileiro naval chama: “Osama. Osama.” O filme é longo e arrastado, principalmente no meio.
    Bigelow faz com que fiquemos angustiados, no começo do filme, com as pessoas que estavam no 11/9 e se comunicaram através de celulares com familiares. Eles estavam metaforicamente na escuridão. No fim o ataque a “casa” de Bin Laden é à noite e também é filmada de maneira angustiante (mas também com cara de vídeo game). Assim temos a hora mais escura no começo e no fim.
    O filme não aborda nenhuma crítica ao preço de se caçar Bin Laden. Nenhuma crítica referente a civis (sem ser americanos) que morreram nessa guerra. O filme não condiz com que tanto falaram dele. Sobrevalorizaram demais esse filme. O filme para mim quer mostrar o triunfo dos americanos a caçada de um homem que eles mesmos criaram. É um filme que não indico.
    Júnior S.
    Júnior S.

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    5,0
    Enviada em 23 de outubro de 2016
    Osama bin Mohammed bin Awad bin Laden, mais conhecido como Bin Laden, foi um notório terrorista internacional fundador e líder da organização(terrorista) al-Qaeda. Foi o responsável direto pelos atentados de 11 de setembro, nos EUA. Em 1 de maio de 2011, quase dez anos após os atentados, Bin Laden foi morto durante uma operação militar estadunidense em Abbottabad, no Oriente Médio. Bom, essa é a linha(quase) direta dos acontecimentos em que A Hora Mais Escura(Zero Dark Thirty,2012, Kath Bigelow) se baseia. O filme tem início no momento em que as equipes de inteligência dos EUA se estabelecem no Oriente Médio para encontrar milicianos locais próximos a Bin Laden e obter(a todo custo) informações que levem até ele. Uma dessas equipes de busca é liderada por Maya, interpretada maravilhosamente pela bela Jessica Chastain, que acaba tendo papel determinante na caçada ao terrorista mais brutal da história. Bigelow é adepta do que nós cinéfilos chamamos de slow motion tension, que consiste em criar momentos de emoção por escala, a tensão constante da qual os personagens estão inseridos é construída por cada semblante, cada mínimo detalhe no rosto que é retratado, isso tudo é reforçado pelos recursos técnicos presentes no longa, especialmente a direção de arte. O roteiro original de Mark Boal também não fica para trás. Não se limitando a fazer uma releitura óbvia, esquemática de tais acontecimentos, adiciona personagens fictícios por fins dramáticos se mantendo porém fiel ao tom que a própria história exige do filme. Zero Dark ainda surpreende não só pela sua coragem temática, mais também por trazer uma abordagem crítica das ações do governo americano durante todo o processo de buscas, retrata de forma crua os métodos sórdidos utilizados pelos agentes do estado afim de atingir objetivos puramente políticos. Enfim, A Hora Mais Escura pode ser visto como uma grande ode a guerra ao terror insana patrocinada pelo ocidente, que mais almejava criminalizar uma fé e um povo, usurpando seus recursos naturais e intervindo em sua cultura, suas tradições. Mas, ao fim, talvez A Hora Mais Escura seja tão somente um longa brilhantemente escrito, dirigido e interpretado. Obra-prima!
    Phelipe V.
    Phelipe V.

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    5,0
    Enviada em 3 de março de 2013
    Eu nunca pensei que poderia chamar um filme de Kathryn Bigelow de OBRA-PRIMA. Bom, prova completa de que o mundo dá voltas. Detesto seus filmes anteriores e, confesso, peguei uma certa birra por causa da superestimação do horrível Guerra ao Terror, mas não é que aqui ela concebe uma obra completa, bem conduzida e muito, muito bem feita? É Cinema em estado bruto, e dos bons.

    Desde as primeiras cenas em que somos apresentados aos personagens, conflitos, e a real história levamos um choque de realidade. A cena inicial, e a forma com que a protagonista Maya é inserida na história é magistral. Coisa de mestre mesmo. E sua transformação é sensacional. Podemos ver a maneira com que Maya vai, com o tempo, sendo a própria operação e a sua obsessão com "pegar Bin Laden" tomar conta dela própria. Existe Maya, e existe a Obsessão de Maya, que por si própria se torna um personagem´substancial e imprescindível nessa história.

    Ora, o filme não é sobre Bin Laden, nunca o vemos (graças a deus... ops, graças a Bigelow!!!). O filme é sobre Maya e suas motivações, e sua conquista da vida. Mark Boal criou, talvez, a personagem feminina mais forte dos últimos anos. A Bigelow coroa tudo isso com uma direção concisa, cheia de pormenores a serem notados (a mise-en-scene do filme é notavelmente pensada cena-a-cena). A impressão que fica é que ela se aperfeiçoou demais depois de ter vencido o Oscar. Seu estilo característico continua ali, só que com um amadurecimento notório.

    Jessica Chastain entrega aqui a melhor atuação de sua vida até agora. Como é bom quando surge uma Jessica Chastain no Cinema, e aqui, ela prova que é, realmente, a melhor atriz que surgiu nessa década. Ela não tem uma atuação explosiva, é completamente minimalista. Do inicio ao fim. Desde quando ela se altera, até seus momentos em silencio (que não são poucos). E, aliada com a fotografia cuidadosamente pensada, principalmente nas cenas da personagem, ela dá um show. Três cenas, em momentos diferentes, são suas melhores e se destacam pra mim:

    - A primeira é quando Maya está observando a tortura, logo no inicio do filme, e é deixada sozinha na sala. Em todo momento podemos perceber sua descompostura por estar presenciando aquilo, e numa atuação contida, sem nem se movimentar direito. Quando fica sozinha com o terrorista, Maya dá um passo pra frente e podemos ver toda sua força, naquela que parecia ser uma mulher bastante frágil: "You can help yourself by being truthful."

    - A segunda cena é aquela em que a agente da CIA confronta Bradley e diz que sim, ele teria que dar atenção à caçada por Bin Laden. Se alguém tinha alguma dúvida sobre o poder de persuasão dessa mulher, essa dúvida cai por terra nessa cena. Que aliás, tem um texto absurdamente maravilhoso.

    - E claro, por último, sua cena final. Ao chorar, Maya literalmente desmorona. A motivação da sua vida finalmente terminou, e ela se sente vazia. Recompensada, porém vazia. E chora por isso. Chastain consegue transmitir todos esses sentimentos em poucos instantes. O que seria dela a partir daquele momento? O filme não podia acabar melhor.

    E não é só a protagonista que domina. Os coadjuvantes também têm vez, Jehnnifer Ehle aparece pouco, mas traz todo seu talento à sua personagem, de forma que seu desfecho chega a comover, de verdade. Mas um destaque enorme deve ser dado pra Jason Clarke (que devia ter sido indicado a todos os prêmios possíveis, diga-se de passagem) e Kyle Chandler, que me surpreendeu bastante, e muito positivamente. Eu só esperava que James Gandolfini tivesse uma participação mais recorrente, talvez até tenha sido prejudicado na montagem final, o que é uma pena.

    Quando terminou a sessão de A Hora Mais Escura eu me sentia em êxtase. O desenvolvimento é tão sensacional, os diálogos são tão marcantes, o caminho pra chegar à tão dita invasão é tão impressionante que não teve um momento sequer que eu senti tédio ou qualquer coisa assim. Cada cena está ali por uma razão, e tem o tempo necessário. Ou talvez tenha sido choque por ter visto um filme tão perfeitamente montado, dirigido e roteirizado vindo de Mark Boal e Kathryn Bigelow. Quer saber? É tudo a mesma coisa. O fato, mesmo, é que A Hora Mais Escura é um dos melhores filmes de 2012. E é muito gratificante viver uma surpresa cinematográfica desse tamanho.
    Jonas Mag.
    Jonas Mag.

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    1,5
    Enviada em 15 de fevereiro de 2013
    "Rambo" moderno, um filme que parece reviver um fato muito mau explicado na historia americana e dar herois e emoção ao tema
    Bruno R.
    Bruno R.

    Segui-los 15 seguidores Ler as 2 críticas deles

    2,5
    Enviada em 5 de março de 2013
    Esperava mto, mas mtoooo mais deste filme ... Até pelo enredo que tem, deixou a desejar demais ... Filme pra ver uma vez só !!! ( a não ser que queiram perder 2 horas e meia revendo esse filme apenas regular )
    Diogo H.
    Diogo H.

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    2,5
    Enviada em 21 de fevereiro de 2013
    mais do mesmo. com menos qualidade técnica e uso excessivo de clichês. mais um enlatado americano
    Thomas Jefferson
    Thomas Jefferson

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    4,5
    Enviada em 30 de junho de 2013
    Admito que eu não esta afim de assistir este filme, mais acabei assistindo e sentindo uma emoção extrema, A Hora mais escura é um filme totalmente diferente de todos que já assistir sobre terrorismo, e um filme Forte!, Impactante!, deslumbrante!, 2 horas e 37 minutos passaram muito rápido, foi como uma bala de tão rápido, isso por que eu estava encantado com a beleza que a Kathryn Bigelow criou, com Jessica Chastain (Ela é uma atriz arrebatadora) no elenco o filme si tornou mais envolvente.
    Luis R.
    Luis R.

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    4,0
    Enviada em 29 de junho de 2015
    Muito bom!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
    William
    William

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    2,5
    Enviada em 12 de agosto de 2013
    Muito bem feito, principalmente em relação a casa de Bin Laden e seus detalhes. Porém... meio cansativo, mesmo o tempo passando como uma bala, já que começa exatamente nos ataques de 11 de setembro e termina 10 anos depois. A partir de um certo ponto você não vê a hora de chegar o momento, o ápice da história e quando chega, acaba! Finalmente Maya cumpre sua missão desesperada e termina aparentemente sem saber onde fica sua casa, muito semelhante à William James em Guerra ao Terror, que se vê perdido ao voltar pra casa, não conseguindo mais retomar sua vida ora das atividades.
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