Média
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ADOREI !!! AÇÃO DO INICIO AO FIM !!! MUITA ADRENALINA
O filme é um pouco monótono.Tem mais história que ação.O filme só começa a ter cenas de ação quando se encaminha para a parte final.E cenas de ação fracas.Além disso o personagem nao parece ser um agente da CIA,ou um fuzileiro como mostra no começo mas tão somente um nerd de computador,um estranho nesse mundo da CIA.O filme é chato só nao é ruim pq melhorou um pouquinho no final
Legalzinho, basearam-se bastante em economia e elementos da Guerra Fria para elaborar a trama desse filme, diferente de outros do gênero. Os personagens estão razoáveis, assim como as cenas de ação. Mas, não bate outros filmes como os da série Bourne, que é mais inteligente, No total, vale para passar o tempo.
Jack Ryan é um filme de ação e espionagem bem mais calmo do que outros do gênero.Jack Ryan é um ex fuzileiro do exercíto do estados unidos que sofreu um acidente no afeganistão,que e convocado pela Cia para evitar a falencia dos estados unidos.O filme é dirigido por Kenneth Branagh,e tem no elenco Chris Pine,Keira Knightley,Kevin Costner e o proprio Kenneth Branagh.O filme tem otimos efeitos visuais e um otimo roteiro.
Típico filme de investigação americana,que envolve todos os orgãos,inclusive a velha CIA!Jack Ryan tem um início bastante rápido,que lhe colocará em questão de segundos na trama principal do ro temos o passar de meses,e logo após, o que não muda,é a preguiça em que o filme coloca na histó prioridade mais em diálogos investigativos,do que aproveitar Chris Pine na ação.Ação mesmo você acompanhará apenas no ciclo final,onde aí sim,aproveita também Kevin Costner e Keira Knightley.
muita ação. romance. bomba. curti muito mesmo. Vale a pena o investimento para assistir ao filme.
O filme é muio bom só que o ator não convence muito, ele se sai melhor para generos de comedia
Jack Ryan já é um velho conhecido dos cinema de espionagem. Talvez não lembrem do nome, mas certamente lembram de PERIGO REAL E IMEDIATO e JOGOS PATRIÓTICOS, com Harrisson Ford, ou A SOMA DE TODOS OS MEDOS, com Ben Afleck, entre outros. Todos esses filmes são protagonizados por Jack Ryan, um espião da CIA que, como sempre, luta contra o terrorismo que afeta os americanos.
Desta vez, Kenneth Branagh, diretor e também vilão do filme, quis dar um início para o espião, dando ao seu nome e a sua figura a importância que os outros filmes não davam, já que focavam na política e nos relacionamentos diplomáticos.
O erro foi escolher um tema um tanto quanto cansativo para atuarem: Economia.
Repleto de clichês, sendo o maior deles a Rússia como inimiga maior, com seus Dimitris e Lemkovs e de frases de efeito como "Eles querem causar a segunda grande depressão americana.." o filme não atravessa a linha de filme de ação normal, com cenas legais, perseguições, roteiro feijão com arroz e nenhuma reviravolta.
A história é algo como os terroristas Russos, chefiados por Branagh, por vingança, querem implantar um golpe econõmico que pretende desvalorizar o dólar a uma moeda de quinta, de tal forma que dificilmente os EUA pudessem se recuperar da crise, tendo por estopim um ataque terrorista.
Já os americanos da CIA, na pessoa de Kevin Kostner, traumatizados pelo 11 Set e motivados a impedir que algo do tipo se repita, recrutam Ryan, jovem formado em Economia e ex-fuzileiro herói do Afeganistão (...) para participar da missão especial e desfazer o circo.
Ryan, interpretado por Cris Pine (Star Trek), tem seus dilemas e os carrega como motivação. Viu os ataques do 11/9 na faculdade em Londres e acabou virando fuzileiro. Quase ficou paralítico no Afeganistão, salvando seus colegas após uma queda de helicóptero. Na fisioterapia conhece Keira Knightley, e ficam noivos.
Numa estranha semelhança com Missão Impossível 3, o já agente tenta lidar com o trabalho e o segredo a ser escondido da mulher que desconfia ao ponto de segui-lo até o local da missão. Não só descobre a verdade como passa a fazer parte do serviço.. A partir disso é só encher a linguiça, que aliás já está quase explodindo.
Forma-se uma equipe, com os já típicos especialistas nisso e naquilo e vão enfrentar o vilão, que aliás é um dos mais burros que já se viu. Tentar passar de malvado mas é facilmente enganado, por diversas vezes pelos espiões. Chega a irritar.
O que segura a trama é a interpretação de Pine, muito convincente, como um agente que vai pela primeira vez ao trabalho de campo e salva o dia com muita luta e demonstrações de genialidade que o faz carregar a equipe nas costas, até o experiente mentor que o recrutou.
Keira, coitada, perdida, é um desperdício. Atriz cheia de credenciais, é colocada nesse barco furado com um papel de menina boba, que caberia muito melhor a uma iniciante.
Não é em todo ruim mas só consegue ser mais um filme de ação, pra ver se não tiver muita coisa pra fazer.
Desta vez, Kenneth Branagh, diretor e também vilão do filme, quis dar um início para o espião, dando ao seu nome e a sua figura a importância que os outros filmes não davam, já que focavam na política e nos relacionamentos diplomáticos.
O erro foi escolher um tema um tanto quanto cansativo para atuarem: Economia.
Repleto de clichês, sendo o maior deles a Rússia como inimiga maior, com seus Dimitris e Lemkovs e de frases de efeito como "Eles querem causar a segunda grande depressão americana.." o filme não atravessa a linha de filme de ação normal, com cenas legais, perseguições, roteiro feijão com arroz e nenhuma reviravolta.
A história é algo como os terroristas Russos, chefiados por Branagh, por vingança, querem implantar um golpe econõmico que pretende desvalorizar o dólar a uma moeda de quinta, de tal forma que dificilmente os EUA pudessem se recuperar da crise, tendo por estopim um ataque terrorista.
Já os americanos da CIA, na pessoa de Kevin Kostner, traumatizados pelo 11 Set e motivados a impedir que algo do tipo se repita, recrutam Ryan, jovem formado em Economia e ex-fuzileiro herói do Afeganistão (...) para participar da missão especial e desfazer o circo.
Ryan, interpretado por Cris Pine (Star Trek), tem seus dilemas e os carrega como motivação. Viu os ataques do 11/9 na faculdade em Londres e acabou virando fuzileiro. Quase ficou paralítico no Afeganistão, salvando seus colegas após uma queda de helicóptero. Na fisioterapia conhece Keira Knightley, e ficam noivos.
Numa estranha semelhança com Missão Impossível 3, o já agente tenta lidar com o trabalho e o segredo a ser escondido da mulher que desconfia ao ponto de segui-lo até o local da missão. Não só descobre a verdade como passa a fazer parte do serviço.. A partir disso é só encher a linguiça, que aliás já está quase explodindo.
Forma-se uma equipe, com os já típicos especialistas nisso e naquilo e vão enfrentar o vilão, que aliás é um dos mais burros que já se viu. Tentar passar de malvado mas é facilmente enganado, por diversas vezes pelos espiões. Chega a irritar.
O que segura a trama é a interpretação de Pine, muito convincente, como um agente que vai pela primeira vez ao trabalho de campo e salva o dia com muita luta e demonstrações de genialidade que o faz carregar a equipe nas costas, até o experiente mentor que o recrutou.
Keira, coitada, perdida, é um desperdício. Atriz cheia de credenciais, é colocada nesse barco furado com um papel de menina boba, que caberia muito melhor a uma iniciante.
Não é em todo ruim mas só consegue ser mais um filme de ação, pra ver se não tiver muita coisa pra fazer.
filme bacana com um atorzinho com cara de bunda mais o enredo compensa
Filme muitoo bom.
Adorei a historia, não nos deixa intediados, embora seja um filme longo.
Adorei a historia, não nos deixa intediados, embora seja um filme longo.
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