Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
Ricardo M.
13.444 seguidores
697 críticas
Seguir usuário
3,0
Enviada em 10 de outubro de 2018
Jack Ryan (Chris Pine) é um estudante de economia que, após os ataques de 11 de Setembro, passa a servir o exército americano. Durante uma incursão no Afeganistão, Ryan sofre um acidente aéreo e como consequência se afasta do serviço militar, voltando às salas de aula com objetivo de concluir os estudos e iniciar em uma área investigativa na CIA. Lá, ele descobre que a Rússia planeja um atentato que colocaria os EUA em caos financeiro de proporções inimagináveis.
Do ponto de vista narrativo, OPERAÇÃO SOMBRA: JACK RYAN mantém um grande esforço para se equiparar às minúcias tão presentes nas obras de Tom Clancy, elemento este que funciona de forma razoável, pois o enredo deixa a sensação de ser complexo demais para ser desenvolvido em menos de 2h e em uma história de origem do protagonista. Esse excesso de pretensões pode desagradar aos mais exigentes e que conhecem o personagem de longa data (afinal, já foram 4 outros filmes), mas pode ter o resultado amenizado pelo grandioso elenco que exerce bem suas funções, com destaque evidente para Pine; seu superior Kevin Costner (Thomas Harper) e o frio vilão Kenneth Branagh (Viktor Cherevin).
Você sabia porque o título em inglês chama recruta da sombra. O agente Ryan opera na maior parte escondido do governo americano sem saber da operação que esta tentando impedir a maior crise financeira mundial através da compra e venda de reserva de gás natural feito pelo ganancioso russo.
Jack Ryan não é nenhuma novidade nas telonas. Este personagem, originado na literatura de best sellers pelas mãos de Tom Clancy, já passou pelos cinemas quatro vezes antes, e já fora interpretado por nomes consagrados como Alec Baldwin, Harrison Ford e Ben Affleck. Agora, cabe ao carismático Chris Pine personificar esse personagem que eu poderia descrever até mesmo como icônico no ambiente ficcional. Essa “nova” aventura (digo entre aspas por parecer na verdade algo requentado e repetido), não é baseada em nenhuma obra literária com o personagem. O estúdio parece ter aproveitado o sucesso do mesmo e criado uma história “original” (mais uma vez ironizando o fato das aspas) para arrecadar uns milhões de dólares mundo afora na onda de algo já conhecido, sem arriscar muito na fórmula. Na verdade, o que incomoda no filme não é exatamente sua fórmula, e sim a falta de criatividade e ousadia. Tudo parece muito pasteurizado e insosso. Nada que vemos na tela remete a um vestígio sequer de originalidade. O que vemos é uma sequência de boas cenas de ação, uma avalanche de clichês do gênero, um elenco muito bom desperdiçado e um roteiro sem fôlego e novidade. Logo no começo do filme, somos apresentados ao protagonista e sua estupefação diante do ataque terrorista de 11 de setembro. Daí, somos levados a crer que ele se alistara como fuzileiro para defender sua pátria dos terroristas depois da tragédia de Nova Iorque. De lá, ele sofre um acidente grave, se recupera, se apaixona por uma bela médica e acaba, anos depois, dedicando sua vida a ser um agente secreto da CIA. Nisso, ele se envolve num emaranhado de situações extremas, e muitas delas forçadas, com o objetivo tacanho de se tornar um heroi em prol não só de sua pátria, mas com intuito de inflar seu próprio ego. Tudo isso é culpa única e exclusiva dos roteiristas que não souberam aproveitar todas as ferramentas que tinham em mãos para criar algo realmente significativo. Sobram ideias desgastadas e artificiais, faltam vigor e intensidade. As deduções de toda conspiração russa, e da facilidade de correlação entre especulações e fatos é de uma ingenuidade demasiadamente óbvia. A ideia que passa é que os russos são extremamente burros e os americanos verdadeiros “Sherlock Holmes” da logística. Contudo, o ritmo ligeiro e a edição eficaz não causam aborrecimento. O elenco é encabeçado pelo galã talentoso e carismático Chris Pine, que segura bem a construção do protagonista. A ótima Keira Knightley está bem apagada, assim como o ingrato papel que cabe a Kevin Costner, que aparentemente só faz dizer uma série de frases batidas e/ou técnicas, com aquela cara de quem comeu e não gostou que lhe é peculiar. E o excelente Kenneth Branagh, que divide o trabalho de direção e também de vilão da película, acaba caindo na armadilha da caricatura, muito mais devido à superficialidade do roteiro do que pela falta de técnica e talento. Mas apesar de todas suas falhas, o filme funciona como passatempo ágil e despretensioso. Para quem não procura nada denso, o filme até é uma boa pedida pra um programa sem grandes expectativas.
Um ótimo filme de espionagem, mas pena que não fez muito dinheiro nos Estados Unidos para iniciar uma nova franquia... história muito inteligente, atuações corretas, ação na medida certa, mas parece que as histórias de Jack Ryan ficam por aqui, nos resta os livros de Tom Clancy..
Jack Ryan é um filme de ação e espionagem bem mais calmo do que outros do gênero.Jack Ryan é um ex fuzileiro do exercíto do estados unidos que sofreu um acidente no afeganistão,que e convocado pela Cia para evitar a falencia dos estados unidos.O filme é dirigido por Kenneth Branagh,e tem no elenco Chris Pine,Keira Knightley,Kevin Costner e o proprio Kenneth Branagh.O filme tem otimos efeitos visuais e um otimo roteiro.
Um bom filme de ação, tipo missão impossível, 007, e outros do gênero. Muita correria e pouca explicação. Um casal bonito misturado com espionagem. Uma fórmula já batida, mas que ainda funciona. Os artistas são de primeira linha, Chris Pine, como Jack Ryan (o mocinho); Kevin Costner, como Thomas Harper (o chefe do mocinho); Keira Knightley, como Cathy Ryan (a namorada do mocinho) e Kenneth Branagh, como Viktor (o vilão). Para quem gosta, vale a pena.
Pode até não estar entre os melhores filmes de espionagem, mas Operação Sombra diverte no que promete ser, ou seja, entretenimento. È daqueles filmes, que se você levar muito a sério tem tudo para não gostar, mas, se for levar para lado passatempo, aí o divertimento é garantido.
Jack Ryan, cria do escritor Tom Clancy, já é uma personagem veterana em filmes de espionagem. Sua carreira começou com o bom A Caçada ao Outubro Vermelho, no qual Alec Baldwin dava vida à personagem. Depois Harrison Ford assumiu o papel por dois filmes, Jogos Patrióticos e Perigo Real e Imediato, e na sua última aventura, A Soma de Todos os Medos, foi a vez de Ben Affleck interpretar o protagonista. Agora a série retorna ao ponto zero com Chris Pine (o Capitão Kirk dos novos filmes de Star Trek). [Leia a continuação no link]
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade