Thor: O Mundo Sombrio
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4,3
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Marianna D.
Marianna D.

16 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 4 de novembro de 2013
Eu adorei o filme e como sempre a Marvel fazendo as piadas relacionadas aos outros filmes da linha os vingadores. Sou viciada nos filmes da Marvel e não poderia deixar de assistir na estréia e com certeza vou assistir mais umas 2 vezes pk eh muito bom
Jefferson Madeira J.
Jefferson Madeira J.

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5,0
Enviada em 4 de novembro de 2013
Agora sim a fase dois da Marvel chegou, e entrou martelando a porta!

O Mundo Sombrio é melhor e maior que o primeiro Thor em todos os quesitos, pra mim é o melhor filme solo da Marvel e quase se equipara com Os Vingadores (esteticamente O Mundo Sombrio é melhor). Por mais que o primeiro Thor e os outros filmes solos sejam bons, O Mundo Sombrio é o único até agora que ousou extrapolar toda a riqueza e vastidão do seu personagem, agora sim vemos na tela do que Mjolnir é capaz. Não só Asgard é mais explorada, mas os Nove Reinos, e cada raça têm seu visual e cultura incrivelmente respeitados. A história é rica e ousada como deve ser, e apesar de Thor estar no centro e unir a trama sobra espaço e envolvimento para todos os coadjuvantes, inclusive momentos brilhantes entre o trio nórdico composto por Thor, Loki e Odin (Anthony Hopkins é majestoso e espero que ganhe mais relevância na continuação).

Como não amar as adaptações da Marvel?! Eles agradam os fãs de quadrinhos com fidelidade, o filme é colorido, exagerado, inocente, engraçado, tem dúzias de personagens legais, monstros, planetas e efeitos especiais impecáveis. Se o espectador que conhece esse universo já se maravilha, imagina os que estão chegando e conhecendo tudo mastigado numa super produção em 3D?! Lembrando que, filmes como esse abrem um leque enorme que propiciam uma série de problemas, sobretudo, a Marvel é honesta com o público e consegue aprender com os erros e lapidar.

Enquanto a diversão de Homem de Ferro está nas piadas verborrágicas de Tony Stark, o ótimo diretor Alan Taylor traz humor físico balanceado para o truculento asgardiano. Guardo três ressalvas, que não chegam a serem erros e não atrapalham o objetivo: em nenhum momento Thor usa seu elmo e isso foge um pouco à imponência do herói nas HQs; o filme poderia ser mais longo (112 minutos para um épico é curto); e um encontro um pouco forçado da mocinha (Jane Foster) com a arma letal (Éter) que o vilão (Malekith, ótimo!) procurava, todavia, acaba fazendo sentido depois que percebemos que as ações do vilão trazem consequências à singularidade da árvore da vida (Yggdrasil) que une a realidade dos Nove Reinos. A cena pós-créditos do Colecionador (Benicio del Toro!) ligando com Guardiões da Galáxia é a cereja do bolo, finalmente se aproxima o momento de vermos as jóias do infinito e a manopla.

Que venha o Ragnarok!!!
Eliseu C.
Eliseu C.

44 seguidores 82 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 4 de novembro de 2013
Fraco demais Thor ñ é o herói e sim seu irmão que nunca foi confiável fala Sério! Até peguei no sono.
Vinícius de Alencar
Vinícius de Alencar

41 seguidores 4 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 4 de novembro de 2013
THOR: O MUNDO SOMBRIO – UMA GRATA SURPRESA
Por VINÍCIUS DE ALENCAR
O primeiro filme é bem fraquinho. Dentre os filmes dos Vingadores, era o pior, mas acabava sendo o mais importante, já que servia de prelúdio para “Os Vingadores”. E foi somente por isso que fiz questão de enfrentar uma longa fila, em pleno feriado, na última sessão da sala. Não podia perder algo, mesmo que sem qualidade, que fosse fazer falta mais a frente.

Eis a sinopse: enquanto Thor (Chris Hemsworth) liderava as últimas batalhas para conquistar a paz entre os Nove Reinos, o maldito elfo negro Malekith (Christopher Eccleston) acordava de um longo sono, sedento de vingança e louco para levar todos para a escuridão eterna. Alertado do perigo por Odin (Anthony Hopkins), nosso herói precisa contar com a ajuda dos companheiros Volstagg (Ray Stevenson), Sif (Jaimie Alexander), entre outros, e até de seu irmão, o traiçoeiro Loki (Tom Hiddleston), em um plano audacioso para salvar o universo do grande mal. Mas os caminhos de Thor e da amada Jane Foster (Natalie Portman) se cruzam novamente e, dessa vez, a vida dela está realmente em perigo.

Vocês podem ver o quanto é pouco original essa sinopse. Se me falassem que era do Superman, Cavaleiros do Zodíaco ou Ursinhos Carinhosos, eu iria acreditar, já que é o tipo de história bastante clichê. Mas o legal disso é que tudo é passado de maneira bastante criativa. O roteiro não inventa e, talvez por isso, consiga atingir o público de maneira bem direta. De quebra, consegue criar algumas boas piadas e até surpreende com reviravoltas. Só não acho que ajude para uma boa compreensão de um público juvenil, que acaba sendo o maior consumidor desse tipo de produto.

Se Chris Hemsworth não é o grande ator que todos esperavam, pelo menos tem o perfil certo e parece já estar acostumado com o personagem. Sendo assim, o público já aceita com mais boa vontade. Natalie Portman está muito bem, como de costume. Mas é o ator britânico, Tom Hiddleston, quem rouba a cena. Já havia se saído bem no primeiro filme e em “Os Vingadores”, mas neste aqui se consolida como um dos grandes vilões dessa gigantesca safra de filmes de super-heróis. E é sempre bom ver Sir Anthony Hopkins em ação e com vitalidade.

Os efeitos visuais são muito convincentes. Gosto das imagens. Parecia que o filme iria ser em um clima muito obscuro e sombrio, que tem se tornado uma muleta para alguns diretores e produtores a fim de esconderem as falhas dos efeitos. Entretanto temos aqui imagens e fotografias bem definidas, o que torna o filme agradável e pouco cansativo aos olhos.

Resumindo: Thor: O Mundo Sombrio é divertido, convincente e surpreendente. Supera em muito minhas expectativas!
RonaldLuis
RonaldLuis

14 seguidores 26 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 4 de novembro de 2013
Este é o segundo filme da fase 2 da Marvel. O primeiro, "Homem de Ferro 3" não agradou a muitos. Então as expectativas para "Thor 2" foram baixas. Particularmente, não gostei do primeiro, mas fui ao cinema cheio de boas intenções para com esta continuação. Inclusive fui na sessão de meia noite, repleta de fãs.
Felizmente a Marvel acertou a mão novamente. Um filme é leve e despretencioso, totalmente diferente da pegada do primeiro filme. Bem mais explicativo, o roteiro se mostra mais redondo. O efeito "Os Vingadores" não se fez presente. Apenas nas citações do que aconteceu em Nova York. A ausência dos demais membros da trupe, não fez falta nesta história como fez em "Homem de Ferro 3".

Além da participação do ardiloso Loki (Tom Hiddleston mais uma vez excelente no papel), desta vez como um aliado de Thor para enfrentar uma ameaça em comum, vemos uma breve participação do "Capitão América", que será o protagonista do próximo filme da Marvel.
O visual está impecável. A direção de arte e os efeitos visuais estão em ordem. Os atores estão confortáveis em seus papéis, inclusives os coadjuvantes, especialmente aqueles que funcionam como alívio cômico. O 3D não é tão necessário, aliás preferi a sessão que vi sem ser em três dimensões.

O filme nos mostra a relação do casal Thor (Chris Hemsworth) e Jane Foster (Natalie Portman nada satisfeita com a mudança na direção) tendo que se adaptar a nova dinâmica intergalática, causada pela ausência de Odin (Anthony Hopkins). A trama será passada nos Nove Mundos presentes na mitologia nórdica.

Patty Jenkins seria a diretora, no entanto abandonou o barco alegando divergências criativas com os produtores. Isso quase sempre é um péssimo sinal. Assim, Alan Taylor (da fenomenal série Game of Thrones), teve que assumir a função após a desistência de Patty Jenkins. Isso deveria trazer esperança, mas a censura de 10 anos do filme, baixou minhas expectativas de que poderíamos ver algo similar ao que é apresentado na série da HBO. Não podemos comparar, mas Thor 2 é excelente!
Diego M.
Diego M.

23 seguidores 24 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 4 de novembro de 2013
A grande recompensa no mundo da crítica é ter olhares técnicos e refinados quanto aos pequenos detalhes, os quais passam desapercebidos por vistas leigas, desta forma, fornecendo uma maior riqueza de detalhes, interligações cênicas praticamente transparentes, ínfimas linhas tênues não só “interfilmes”, como também cotidianas, históricas ou cinéfilas. Todavia, tamanha benevolência, tem suas desvantagens, das quais, uma das mais importantes é a não observância do conteúdo como um todo, devido a forte apegação por ligeiras minúcias, de cujas importâncias não influenciam no contexto geral do enredo.
Como assim?
Se focarmos olhares para “possíveis erros” como “Thor (Chris Hemsworth) sendo extremamente estrategista, mudando totalmente princípios de seu personagem, nos levando a pergunta – tal mudança se deve ao fato da troca de diretores (Kenneth Branagh por Alan Taylor) ou por um simples amadurecimento?”, “como que Jane Foster (Natalie Portman) foi parar no lugar mais secreto das galáxias, impossível de ser achado?”, “piadinhas excessivas, sendo por vezes, desnecessárias” ou “quais efeitos colaterais que a atriz teve em relação a posse do éter? Sonolência?”. Enfim, se o seu objetivo é encontrar erros, você com certeza os achará, no entanto, peculiaridades como as supracitadas, não vem de encontro ao enredo principal, sendo considerados assim, de mera “figuração” no que diz respeito à magníssima conjectura geral.
Tal trama nos propiciou belíssimas cenas (exemplo: a do funeral), combates excitantes, romance, efeitos especiais perfeitos (as inúmeras trocas de realidade na luta de Thor e Malekith foram excepcionais), humor irônico incontestável por Loki (Tom Hiddleston), comédias oriundas dos colegas de trabalho de Jane (consideradas exageradas, porém com momentos realmente hilários), drama, ficção científica, dentre outras características.
Fora tais exemplos, os quais perfazem características de um filme completo, atuações magnânimas também são perceptíveis, das quais podemos citar a do próprio protagonista, onde sua identificação com o personagem é impecável; Anthony Hopkins (Odin) e Natalie Portman mantêm padrões profissionais únicos; e um destaque para o excepcional sarcástico e debochado Loki, uma vez que pitadas de humor irônico, em momentos cruciais, tornam o longa mais envolvente e engraçado.
Deste modo, a um ver geral apresentado por este longa, nota-se não só uma total evolução em relação ao primeiro, como também uma boa pedida para o final de semana, promovendo ainda aquele gostinho de “quero mais”, assim arrematando a surpreendente nota 5,0.
Valbert F.
Valbert F.

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1,5
Enviada em 4 de novembro de 2013
Novamente fico decepcionado ao assistir mais um filme dos heróis dos Vingadores. Muitos irão dizer q o filme foi maravilhoso, só q o filme não se chama Loki 2 ( acho q seria mais apropriado). Loki, o irmão de Thor, realmente foi o cara do filme, um espetáculo da primeira cena até a cena final (o filme começa e termina com ele). Mas o que vale dizer sobre o filme Thor 2 e o anterior, Homem de Ferro 3, é a apatia dos heróis, estão se humanizando demais, tira a essência deles, uma brutalidade sadia. Sei q esses filmes são prelúdios para os Vingadores 2, mas a questão é q não podemos está pagando caro, e muito caro (R$ 9,50 uma meia?? - Salvador - um roubo!) pra assistir filme sobre um filme q só vai estrear em 2015. O trailer de Capitão América 2 já está rodando, quando vi pela 1ª vez eu me arrepiei, mas depois do filme de hoje entendi a razão da Viúva Negra e Nick Fury da S.H.I.E.L.D estarem neste filme, serem co-heróis na história assim como foi o Tenente – Coronel James, amigo de Tony Stark, em Homem de Ferro 3, e Loki (!!??) em Thor 2; e se Capitão América espelhar-se seus amigos Vingadores, renunciará seu escudo ao final do filme, assim como Tony Stark renunciou e destruiu suas armaduras do Homem de Ferro por Pepper, secretária e namorada, e Thor renunciou seu reinado em Asgard e seu martelo pela namoradinha humana, Jane. Acredito q Capitão America vai ficar sensivelmente abalado pela possível morte de seu melhor amigo, q é o vilão neste novo filme. Como esses filmes estão decepcionando, é torcer pra que Vingadores supere as minhas expectativas, e que Loki apareça nele (produtores dizem q ele não aparecerá), pois em 3 filmes qual apareceu, em 3 ele arrebentou.
Camila S.
Camila S.

5 seguidores 2 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 4 de novembro de 2013
Thor – O Mundo Sombrio: Marvel Studios amadurece na segunda aventura do Deus Nórdico

Após iniciar a chamada “Fase 2” com um questionadíssimo “Homem de Ferro 3”, a Marvel Studios estreou nos cinemas este final de semana, o filme “Thor – O Mundo Sombrio”.
Com a direção de Alan Taylor, recém-saído da série “Game Of Thrones” da HBO, a produção mostra um amadurecimento da Marvel Studios e deixa grandes promessas para o que será “Vingadores: A Era de Ultron”.
No início da trama, Thor está volta ao campo de batalha, tentando reestabelecer a paz nos Nove Reinos, mas sempre pensando na Terra e em sua amada Jane Foster.
Também vemos a astrofísica tentando ter uma vida normal, já que se passaram aproximadamente dois anos desde seu último encontro com o Deus Nórdico.
O começo do filme tem um ritmo um pouco lento, enquanto algumas tramas começam a tomar forma e deixam o espectador curioso sobre o que pode acontecer.
Do segundo ato em diante, os eventos se desenrolam de forma mais efetiva, e algumas explicações começam a surgir no roteiro quando a história se desloca para a cidade de Asgard.
O local, aliás, é mostrado mais profundamente, com lugares de treinamento do exército e a comemoração realizada pelos soldados após cada batalha.
Com Jane em Asgard, sua relação com Thor se desenvolve melhor do que no primeiro filme, mas a talentosa Natalie Portman ainda parece incomodada em seu papel, apesar de ser uma peça importante na história.
Conforme mostrado no trailer, Thor pede ajuda ao irmão Loki, e Tom Hiddleston rouba cena em todas as suas aparições. É impossível Loki estar em tela e o espectador prestar atenção em outra coisa.
O mérito do ator é enorme, ao nos convencer da conduta de seu personagem nas diversas reviravoltas que acontecem no roteiro.
O óbvio não tem espaço na trama de “Thor: O Mundo Sombrio”, que além de tudo, apresenta um visual caprichado e não decepciona nas cenas com efeitos especiais, com destaque para uma cena de funeral em Asgard.
Os alívios cômicos são colocados durante todo o desenrolar da trama, deixando-a mais leve, apesar dos grandes acontecimentos. Não faltam referências, inclusive a outros filmes da Marvel, e a famosa e impagável aparição do gênio Stan Lee.
A parte fraca fica por conta do vilão Malekith, que fica pouco tempo em tela e não chega a expressar suas motivações de forma convincente.
O final do filme deixa um grande gancho para uma continuação, que ainda não sabemos se acontecerá no segundo “Vingadores”, ou somente em um “Thor 3”, mas não resta dúvida da grande ambição da Marvel Studios para os próximos anos.
Agora é aguardar a estreia de “Capitão América 2: Soldado Invernal”, e as próximas – boas- surpresas da Marvel.
Leandro R.
Leandro R.

12 seguidores 17 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 4 de novembro de 2013
Muito superior ao seu antecessor, a 2ª aventura de Thor é ótima....não perde o ritmo em momento algum, tem a capacidade de nos "prender" na poltrona do cinema de fato!!! Pra mim, Thor estreou realmente agora!!!!
Thif M.
Thif M.

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 3 de novembro de 2013
O começo do filme nos deixa a par do que pode acontecer e o enredo de toda a história, e com a impecável narração de Odin, mas com passar das cenas você se dá conta que o filme é claramente melhor que o primeiro, Thor (2011). Passa um pouco de paz para nós e percebemos que Thor tem tudo sob controle, que até mesmo Loki está em seu devido lugar. Mas como sempre nem tudo pode dar certo na vida de um herói.
Não podemos deixar de lado a dedicação dos atores que fizeram um trabalho impecável, incorporando bem as emoções e transparentando tudo para os telespectadores, principalmente a condição deplorável de Loki. Mas a comédia não fica de fora, deixando o ar mais leve de toda a tenção da tela. Com figurinos, efeitos especiais, e direção impecáveis de dar brilhos nos olhos. Mas não podendo deixar de lado o fato de tudo passar muito rápido, então um grande dica não pisque seus olhos e não saia da sala do cinema as pressas, pois a pressa não ajudara em nada.
O filme pode pregar muitas peças, e mostrará o intimo de muitos personagens, e um grande lado estratégico de Thor que nunca foi mostrado antes. E mistérios que pode fazer você formar muitas explicações spoiler: (o que será que Loki fez a Odin?)
, mas só sabera mesmo a resposta em um próximo filme, e como sabemos a Marvel não revelá mistérios facilmente spoiler: (em que filme teremos respostas?)
. Então não perca essa obra emocionante e cheia de ação de fazer pular!
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