Trash - A Esperança Vem do Lixo
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4,1
526 notas

65 Críticas do usuário

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Wanderlei F.
Wanderlei F.

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3,5
Enviada em 14 de abril de 2015
Bom filme, produção caprichada, mas certas partes são forçadas além da conta para permitir o desenrolar da trama. Vale assistir
Anderson A
Anderson A

28 seguidores 87 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 27 de março de 2015
Filme muito bom, difícil é acreditar que os três meninos nunca haviam filmado. Sinceramente, eles roubam a cena do início ao fim, mostrando a realidade dos lixões do RJ e do mundo, eles fazem até a realização dos sonhos daqueles que lá estão que é ver muito, muito dinheiro... Enfim um dos melhores filmes já feitos com meninos e pessoas sem experiência, que gera um resultado surpreendente, Há sim não posso me esquecer de comentar que nesse filme a participação do Wagner e do Selton é muito apagada, mesmo assim o Wagner se destaca, já Selton... Façam vocês a avaliação dele.
RASEC
RASEC

20 seguidores 41 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 23 de março de 2015
Tentei ver ate o final ,não consegui,logo de cara Wagner moura morre ,ja liga o alerta ,ai vira uma bagunça mal da para entender ,filme ruim com atuações ruins ,,,,,NÃO RECOMENDO A NINGUÉM
Gui Souza
Gui Souza

10 seguidores 28 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 27 de fevereiro de 2015
Sempre há um certo receio ao ver diretores estrangeiros representando o Brasil no cinema. O estereótipo usado poucas vezes agrada ou trata de coisas realmente interessantes de nosso país. Não é o caso de Trash.

A começar pelo elenco quase 100% brasileiro. Temos nomes grandes e pequenos, em um trabalho de direção exemplar do diretor Stephen Daldry. A trama também é brasileira em essência (embora os problemas sejam mundiais), traz elementos que conhecemos tão bem, personagens que podemos encontrar nas ruas de nossas cidades. Além disso, a corrupção sempre será um bom tema para se trabalhar e aqui se mostrou novamente em alta.

O filme conta a história de um grupo de garotos que, trabalhando num lixão, encontram uma carteira com pistas para incriminar um grande político do Rio e acabar com seu abuso no lugar. A partir daí entra então o estilo policial/perseguição, com o grupo correndo atrás de pistas e sendo perseguidos por policiais corruptos. A direção de Daldry viaja entre o submundo do Rio, indo do lixão à favelas e quebradas. A montagem, que mistura o passado (na figura de Wagner Moura) e o presente, funciona muito bem, ligando os pontos da trama sem parecer forçado.

A trama pesa. A polícia está tão (ou ainda mais) ruim do que a vista em filmes como Tropa de Elite, inescrupulosa, atacando e torturando garotos, tudo para molhar o bolso. Selton Mello é a cara dessa polícia, atuando muito bem num papel dramático pouco comum do ator (apesar de manter a malandragem característica dele estar presente). O grupo formado pelos garotos Rickson Tevez, Gabriel Weinstein e Eduardo Luis é perfeito, trazendo uma leveza clara de crianças, mas mesclando (e contrastando) isso com momentos de pura maturidade. Some Rooney Mara, Martin Sheen e Wagner Moura a isso e a fórmula fica incrível.

Outro ponto alto do filme é o cuidado com a trilha sonora. Há uma beleza incomum em como canções (em sua maioria, brasileiras) se misturam ao filme e se tornam parte das cenas. Momentos como a tortura ao som de música clássica, ou a apresentação de personagens ao som de funk trazem poesia para algo tão pesado.

Apesar de um paralelo grande com outros filmes policiais, onde Trash mais se encontra é na velha literatura brasileira, com Capitães da Areia. O livro de Jorge Amado é um ótimo paralelo por tratar tão bem da juventude esquecida às beiras da sociedade. É impossível não traçar comparativos entre os personagens do filme e os do livro, ainda mais no final. E temos o preconceito, muito bem trabalhado, visto na forma de vantagens para uma pessoa branca que um garoto negro não teria, afinal, para parte da polícia ele só pode ser um bandido. A meritocracia que a elite tanto gosta de bradar, o racismo, a homofobia, tudo pode ser visto no filme, o que torna o final ainda mais belo.

Por fim, a mensagem que o filme busca trazer é que a vitória na guerra depende de nós, o que não deixa de ser verdade. O convite para ir as ruas (e urnas) é algo já esperado do filme, mas, acima de tudo isso, o maior convite, este mais subjetivo, é tão simples quanto difícil de enxergar: depende de você mudar. Não adianta colocar alguém no poder, mas não ajudar no que você pode. Seja sendo uma professora numa comunidade ou um padre que tenta garantir o alimento e a proteção dos garotos da favela. O povo que sofre abusos, que não é branco, rico, educado ou endinheirado como a elite encontra um espaço em Trash, e ganha uma chance de levar algumas pessoas para um caminho melhor, ainda mais tão perto de uma importante eleição para esse povo.
Lara N.
Lara N.

3 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 23 de fevereiro de 2015
Show de bola. Filme mostra a realidade de deputados bandidos e policiais corruptos.
mxelbh
mxelbh

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1,0
Enviada em 17 de fevereiro de 2015
Só posso dizer que Trash é... ˜trash˜. Fantástico esse meu comentário, não acham? Mas é isso, ao assistir esse filme tive a impressão de que a equipe resolveu fazer alguma coisa grandiosa, na linha de "Cidade de Deus" (esse, sim, um filme magnífico). Mas deu errado. O filme é ruim. O roteiro é fraco. Cheio de clichês. Selton Melo até tentou ser malvadinho, mas não conseguiu. Os demais personagens são caricatos. Até a luz é caricata. Na cena do cemitério, quiseram fazer uma coisa majestosa, mas não deu... Ficou artificial. O filme é todo artificial, apesar de mostrar a miséria real desse BraZil que dá canseira de ver, dá vergonha, dá tristeza. Chega! O filme não vale nem a aparição do Wagner Moura.
João Baron
João Baron

29 seguidores 54 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 16 de fevereiro de 2015
'Trash - A Esperança Vem do Lixo' é um filme que todos aqueles que acompanham o cinema nacional provavelmente irão ver por simplesmente os dois melhores artistas do nosso cinema na atualidade estarem juntos nele, Wagner Moura e Selton Mello. Apesar de não ganharem tanto destaque, eles mostram que o Brasil pode formar bons atores no cinema. O filme aborda um tema recorrente em nosso cotidiano: a corrupção. Três jovens que vivem em um lixão, Raphael (Rickson Tevez), Gardo (Eduardo Luis) e Rato (Gabriel Weinstein) acham uma carteira cheia de dinheiro e um mistério para ser solucionado, deixado por José Ângelo (Wagner Moura). No seu ritmo frenético, a trama se desenrola na caça da polícia atrás das informações contidas na carteira e na perseguição da mulecada em busca da verdade por trás dos enigmas, sendo perseguidos pela mesma polícia no comando de Frederico (Selton Mello). Essa é a história. Envolvente, baseada em um livro escrito por Andy Mulligan. O filme é de uma qualidade impressionante e quase todo em português (apesar de não ser uma obra totalmente brasileira). Você não vê um filme nacional em sua frente, mas um filme com a qualidade de Hollywood (apesar de não ser americano) e o talento, que muitas vezes é ofuscado, dos ótimos atores brasileiros. A fotografia é muito boa e a direção de arte consegue adentrar a alma do lixão retratado na película. Os três protagonistas (que nunca foram atores na vida) parecem estar a anos no ramo da interpretação, mandando muito bem. Wagner Moura e Selton Mello mostram porque são os melhores e as atuações "estrangeiras" também não deixam a desejar, destacando-se o bom e velho Martin Sheen e Rooney Mara. O roteiro apesar de conter falhas, cumpre seu papel muito bem e não compromete. A trilha sonora é bem desenvolvida. Com cenas divertidas e cativantes, o universo dos três meninos te prende na frente da tela e consegue te passar uma mensagem mais do que importante: não importa em que situação você esteja e de onde você veio, o importante é fazer o certo. Eu gostei da iniciativa do bom diretor Stephen Daldry de além de mostrar como nosso país tem muita corrupção, porém tem o outro lado da moeda, a honestidade. Gostei mais ainda pois ele viu que aqui tem muito talento para a sétima arte, só falta qualidade na produção dos longas. É importante perceber que esse filme mostra que não são os nossos atores, atrizes e roteiristas que são ruins e fora de moda, são nossos realizadores que sempre buscam fazer um filme cheio de clichês e sem cultura e mensagem nenhuma para passar, apesar de existir exceções. Além de uma crítica ao sistema e ao governo do nosso país, Daldry critica, mesmo que indiretamente, a forma de se fazer cinema no Brasil, quase que falando: "Aqui tem talento ! Acordem e façam filmes bons para bons atores poderem ganhar o reconhecimento que merecem." Falta mais Daldrys, Raphaéis, Gardos e Ratos no Brasil.
Ainda ouso a dizer que essa é a melhor produção que o Brasil já teve envolvido no cinema em toda a sua história. Espero que no futuro não precisem vir cineastas ingleses (ou de qualquer outra parte do mundo) para fazer um filme dessa qualidade em nossa e sobre a nossa pátria amada.
Marcelo M.
Marcelo M.

2 seguidores 2 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 15 de fevereiro de 2015
Apesar dos bons atores, é uma história ruim, tentaram expor a corrupção e a pobreza do Brasil, mas foi de uma forma bem superficial.
Frank Z.
Frank Z.

17 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 15 de fevereiro de 2015
Um dos melhores filmes nacionais de todos os tempos!
Matheus H.
Matheus H.

4 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 12 de fevereiro de 2015
Ótimas atuações, e um ótimo filme. É uma visão triste e verdadeira do nosso país.
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