Um ano antes de Murnau dirigir o clássico Nosferatu temos aqui um filme bem ruim, mas que lembram algumas coisas bem típicas do seu estilo. Infelizmente o seu trabalho aqui não chega a brilhar como em Nosferatu ou em Aurora. Aliás, a trama é bem similar a esta, sobre traição. Mas aqui o roteiro se perde, fica a desejar sobre o enredo e principalmente a finalização. As personagens são bem superficiais. O ponto alto e assinatura de Murnau são as tomadas com uso de luz mais assustadora, e o uso de uma pessoa esguia de mãos bem grandes e finas (como em Nosferatu) para representar o estranho cego. Se vale a pena assistir, só para aqueles que tem curiosidade do trabalho deste diretor.