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jpaschoal
5 seguidores
37 críticas
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4,0
Enviada em 29 de dezembro de 2013
Muito bom filme! Tom Hanks merece um Oscar pela cena final! A interpretação dele e do ator somali que faz o chefe dos piratas é primorosa. Tensão do começo ao fim do filme. Recomendo!
Excelente! Ação, drama e aventura da vida real com elementos da vida real. Sem heroismo estupido. Sem melodrama sentimentaloide. Vida real daqueles que transportam carga pelo mar. Perigo real de pirataria. Sem pirotecnia. Recomendado para quem só conhece Jack Sparrow. Recomendado para homens do mar que não tem idéia do terror de ser sequestrado no mar (me incluo nessa). Recomendado para todos que gostam de uma boa história de coragem e liderança. Real.
A muito tempo não assistia um Thriller como este, o diretor consegue capturar a atenção completa de quem assiste dosando muito bem a tensão, dando tempo para recuperarmos o folego antes de outra sequência nervosa, destaque para as atuações do Barkhad Abdi, o Muse consegue em alguns momentos cativar a compaixão não só do Capitão Phillips como de quem assiste, spoiler: como quando ele diz que não poderia desistir, já que teira ido longe demais, e o que dizer de Tom Hanks? Ele surpreendeu-me principalmente no final, uma atuação emocionante!
Um bom filme, com trilha sonora envolvente, muito boa direção, captação também muito bem executada, atuações que dispensam comentários e uma forte carga ideológica....OPAAAA, calma lá! Carga ideológica mas com suas desproporcionalidades. Vivemos num mundo desproporcional, mas o politicamente correto nesse feito hollywoodiano demonstra alguns deslizes, e obviamente um filme vindo da terra do Tio Sam sempre terá a sardinha puxada pela eficiência e ética das forças armadas dos EUA. Dificilmente eu veria algo que me surpreendesse como "Conquista da Honra" e "Cartas de Iwo Jima" onde Clint Eastwood consegue mostrar com esses filmes, os dois lados da segunda-guerra Japão/EUA (sendo o segundo, pela subjetividade nipônica, vencedor de mais prêmios, do que a película de visão norte-americana) , e então me deparei novamente com esse patriotismo (puta pé no saco). Voltando ao "Capitão Philips", no final do filme senti a falta de amparo pelas questões dos Somalianos, e interessantemente apesar de todo absurdo provocado por eles, o politicamente correto prevaleceu e tudo continuou como obrigatoriamente parece ter que continuar: ocidentais com sua liberdade e direitos sendo plenamente respeitados, e o contraposto africano abdicado de qualquer tratamento minimamente humano, seja pelo seu próprio governo, seja pelo mundo que os marginalizou. O mundo é injusto, é! Desproporcional, SIM, e me solidarizei mais com as questões dos somalis do que com dos mocinhos norte-americanos. Ah, é porque eu não estava lá? Que seja! Tenho certeza que qualquer vida marginal, prisional num país como os EUA é melhor que o regime instaurado por milícias e políticas na África.
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