Círculo de Fogo
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4,3
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Larissa C.
Larissa C.

33 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 10 de agosto de 2013
Pela sinopse parece ser só mais um filme sobre aliens x máquinas (ser humano), só que "Circulo de Fogo" é completamente ao contrário, tem a didática, o contexto e interconecta os fatos, não deixando furos na história. Guillermo Del Toro trabalhou muito bem essa didática ao decorrer do filme, não se tratando somente de uma guerra, mas envolvendo outros conflitos emocionais. Recomendo muito esse filme!
Roberto O.
Roberto O.

26 seguidores 59 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 10 de agosto de 2013
Apenas outro filme de monstros e robôs, mas feito por quem entende do assunto

Quando Godzilla surgiu nos cinemas do Japão, em 1954, o país sentia a necessidade de espantar os traumas provocados pelos dramas sofridos durante a 2ª Guerra Mundial. O monstro gigante, portanto, criado pelo mago dos efeitos especiais Eiji Tsuburaya, era a metáfora perfeita do terror causado pelas explosões das bombas atômicas de Hiroshima e Nagazaki. A identificação imediata do público nipônico pelo entretenimento escapista fez surgir um subgênero que se disseminou além do cinema, e se espalhou pelos incontáveis animes e seriados japoneses, introduzindo também a cultura de se criar robôs gigantes para combater as tais ameaças. Essas influências da Terra do Sol Nascente atravessaram o Pacífico e chegaram à Hollywood. Em 1998 foi produzida uma versão ocidental do famoso monstro japonês, mas sem o êxito esperado. Em 2008, o criador da série Lost, J. J. Abrams, produziu o longa Cloverfield – Monstro, em que o tema da destruição de uma metrópole provocada por um monstro gigante foi abordado de forma quase documental, despertando um interesse maior por parte do público. Então vieram os Transformers de Michal Bay, que trouxeram uma nova ótica ao tema, adaptada à era digital. O que faltava ao gênero? A visão de um cineasta ‘autoral’.
- “Tenho interesse por monstros!”, sempre declara o diretor mexicano Guillermo del Toro em suas entrevistas. Sua filmografia não nega. Em Blade II, ele nos deu uma visão ainda mais sombria do Caçador de Vampiros, em seguida ele nos surpreendeu com O Labirinto do Fauno, e ainda nos fez conhecer o improvável herói Hellboy em dois filmes até agora, pois cogita-se o terceiro. Apesar da ideia não ter sido dele, é difícil imaginar cineasta mais adequado para levar às telas este projeto idealizado pelo roteirista Travis Beacham. Del Toro, entusiasmado com o conceito que estava sendo entregue em suas mãos, colaborou para a versão final do roteiro, e o resultado está ao nosso alcance, em Círculo de Fogo, que acaba de chegar aos cinemas.
O longa nos apresenta um planeta Terra em um futuro próximo vivendo em constante angústia diante de um drama com o qual não conseguem lidar (ecos das guerras da vida real?). No Pacífico Sul, em algum ponto da área conhecida como Círculo de Fogo, que tem esse nome devido à uma grande incidência de terremotos e vulcões, uma fenda dimensional foi aberta, por onde atravessa, de tempos em tempos, um monstro gigante que avança, provocando devastações em grande escala em diversas metrópoles à beira-mar por onde passa. Com muito esforço militarista, a ameaça era vencida, mas meses depois outra criatura surgia, e o terror continuava. “- Aquilo não ia parar.”, a narração em off nos alerta ainda no início da projeção. Diante do drama constante, as nações do mundo se unem num esforço inédito e criam, em igual escala de tamanho, robôs gigantes, os “Jaegers” (“caçador” em alemão), para combater os “Kaiju” (“monstro” em japonês).
Seria mais uma história absurda e banal não fosse a personalidade do diretor, que impõe o seu estilo, e consegue adicionar peso dramático à trama, peso esse que faltou em algumas produções acimas citadas. Somos então apresentados à enorme plataforma que abriga os Jaegers, onde o Marechal Stacker Pentecost (Idris Elba), comanda toda a operação, o piloto Raleigh Becket (Charlie Hunnam), e Mako Mori (Rinko Kikuchi, com seus expressivos olhos nipônicos e que foi vista no filme “Babel”, do também mexicano Alejandro González Iñárritu), que poderá vir a ser a parceira de Raleigh no comando de um dos Jaeggers, se conseguir superar um trauma de infância, que envolve um Kaiju. Os Jaegers são sempre operados por dois pilotos, e o processo de condução envolve uma conexão neural entre eles, através da qual ambos podem compartilhar pensamentos, emoções e lembranças um do outro. E as lembranças de Mako nos presenteiam com uma das melhores cenas do filme. Ao vermos o referido flash-back, é difícil não vir à tona à nossa mente aquela foto histórica da menina vietnamita correndo nua pelas ruas querendo desesperadamente fugir das consequências da guerra que estavam por toda parte. Um detalhe chama a atenção, a cor dos sapatinhos da menina, vermelho, em contraste com todo o cinza da destruição ao redor. Recurso semelhante foi utilizado por Steven Spielberg no oscarizado A Lista de Schindler, filmado todo em preto-e-branco, exceto por uma menininha usando um casaco vermelho, representando a inocência, andando desoladamente por entre os campos de concentração nazista.
Mas falando assim, parece até que estamos analisando outro drama de guerra, e não podemos nos esquecer que Círculo de Fogo, antes de mais nada, é entretenimento. Este, portanto, é um bom momento para falar dos alívios cômicos da produção. Charlie Day e Burn Gorman são dois cientistas exageradamente caricatos, (um deles é a cara de J. J. Abrams, coincidência?). Contudo, apesar de eles terem certa relevância na história, é constrangedor ver as tentativas nem sempre bem-sucedidas de se fazer humor diante do clima ácido que o próprio filme insiste em impor, mesmo em se tratando de um ‘blockbuster’. Mas o Hellboy em pessoa, Ron Perlman, em sua quarta colaboração com o diretor, na pele de um mercador de órgãos de Kaijus, surge para descontrair em tom um pouco mais sóbrio e talvez mais apropriado ao filme.
A estética visual de del Toro sempre foi muito apurada. É fácil perceber sua predileção por tons amarelados e esverdeados que permeiam toda a sua obra, e aqui não é diferente. Seja nos cenários subterrâneos, nas redomas de vidro que preservam órgãos dos monstros, nos riscos detalhadamente desenhados em suas carcaças ou na gosma brilhante que sai de seus interiores, seja no metal desgastado dos robôs causado por suas inúmeras batalhas, ou ainda o clima predominantemente escuro, chuvoso e sombrio que envolve toda a projeção, além do fato de grande parte dos combates acontecerem no mar envolto por ondas violentas, não há dúvidas de que estamos assistindo a um filme de Guillermo Del Toro. E nas duas únicas vezes que vemos o dia ensolarado, o contraste provocado por essa mudança de cores evidencia claramente o novo rumo que a trama passou a ter a partir daquele exato momento, comprovando o uso inteligente da fotografia.
Finalmente, as batalhas são compatíveis com o que se esperaria de criaturas e máquinas tão grandiosas, com movimentos lentos, de forma que sentimos o peso físico dos combates, e eles são de encher os olhos. Clichês? Sim, eles também estão no filme, principalmente a partir do terceiro ato. O discurso militarista, a contagem regressiva de uma bomba prestes a ser detonada, o suposto sacrifício de um determinado personagem, a frase: “- Não morra!” dita em um momento em que sabemos que isso NÃO vai acontecer. No entanto, esses elementos são pequenos demais para comprometer a sensação de satisfação que temos quando saímos da sala de projeção após ter presenciado esta epopeia visual e sonora.
Círculo de Fogo é um filme escapista, como foi o Godzilla de 1954. Quase sessenta anos e um oceano de avanços tecnológicos separam um do outro, mas a essência do subgênero ‘filme de monstros’, permanece irretocável. Mesmo nós, ocidentais, continuamos com a necessidade de espantar nossos medos. A diferença é que desta vez tivemos do nosso lado um arquiteto que sabe como ninguém lidar com essas situações. Afinal, em se tratando de monstros, Guillermo del Toro entende.

ROBERTO OLIVEIRA
Paulo Renato R.
Paulo Renato R.

39 seguidores 52 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 17 de janeiro de 2014
APÓS DEL TORO ARRASAR EM FILMES COMO HELLBOY,HELLBOY 2,ELE AGORA VEM COM OUTRO SUCESSO,CÍRCULO DE FOGO,QUE MISTURA TODOS OS FILMES E SÉRIES QUE VOCÊ VIA QUANDO ERA CRIANÇA,DESDE ALIENÍGENAS QUE SAEM DO OCEANO ATÉ ROBÔS GIGANTES QUE USAM ESPADAS PARA MATÁ-LOS.
SE VOCÊ CRESCEU VENDO SÉRIES JAPONESAS,COM CERTEZA TEVE UM BELO BRILHO NOS OLHOS VENDO CÍRCULO DE FOGO.
OS EFEITOS ESPECIAIS DO FILME SÃO EXCELENTES,E O 3D TAMBÉM.
O EFEITO 3D FICA UM POUCO CONFUSO NAS CENAS DE BATALHA,MAS SEMPRE TEM UMA FAÍSCA OU OUTRA SAINDO DA TELA.
QUANDO FIQUEI SABENDO QUE GUILLERMO DEL TORO FARIA UM FILME SOBRE ROBÔS GIGANTES QUE COMBATIAM ALIENÍGENAS,TIVE CERTAS DÚVIDAS SOBRE O QUE ELE FARIA COM O FILME,APÓS TRANSFORMERS ME DECEPCIONAR,COMECEI A CONDENAR FILMES QUE TRAZIAM ESSA TEMÁTICA DE ROBÔS,MAS CÍRCULO DE FOGO ME PROVOU QUE EU ESTAVA COMPLETAMENTE ERRADO,TRAZENDO UM FILME ÓTIMO,BEM FEITO,E COM UMA EXCELENTE HISTÓRIA,QUE PRENDE A ATÊNÇÃO DO ESPECTADOR DO COMEÇO AO FIM.
NOTA DO FILME : 9,5/10
4/05
Caio A.
Caio A.

4 seguidores 5 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 20 de setembro de 2013
muita acao e aventura nesse filme mistura o lado alienigina, guerra, acao, e aventura mas muito loko
Juarez Vilaca
Juarez Vilaca

2.918 seguidores 393 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 9 de agosto de 2013
Filme surpreendentemente bom. Enredo, locação, efeitos especiais, direção, bons atores. Esperava apenas um filme de aventuras e lutas, mas o filme é muito mais que isso. Parabéns a Guillermo del Toro, o Diretor. Vale a penas até para quem não curte o gênero.
Carlos Henrique Campos
Carlos Henrique Campos

21 seguidores 27 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 9 de agosto de 2013
Gostei bastante do filme, ele tem um roteiro que pode parecer clichê, mas no filme ele é introduzido de uma bela forma. As lutas dos robôs contra os monstros são sensacionais, e faz o espectador sentir uma alegria só de ver. Um filme ótimo e que encanta pela sua beleza.
Thomas Jefferson
Thomas Jefferson

192 seguidores 133 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 23 de fevereiro de 2014
Guillermo del Toro tem Pipoca com manteiga na cabeça invés de ter um Cérebro. Círculo de Fogo não é um Transformers da vida, pois Michael Bay, só sabe explodir, explodir, com muito blá, blá, blá. Mas eu gosto dos filmes do Bay. Enfim. Minhas expectativas era muito curta pra este filmes ( Filmes com muitas expectativas são uma decepção). Círculo de Fogo é aquele filme que todos queriam, um filme de Robôs contra monstros gigantesco, com explosões catastrofísticas, com muito sangue azul, muito medo, muita tensão, um impacto ambiental tenebroso. Guillermo del Toro fez um filme detalhista, envolvente e poderoso. O roteiro não tem furos, só os tolos que falam ver os furos. Mesmo sendo convertido para 3D na pós-produção, o 3D convertido é milhões de vezes melhor que qualquer outro filme em 3D convertido, melhor que TITANIC. Tá que a trilha sonora erá um pouco abusiva, mais fez com que entrássemos completamente dentro de um mundo completamente destruidor pela Esperança. Eu não sei se eu estava vendo o Charlie Hunnam ou Heath Ledger atuando nessa mega produção( Não que eu esteja comprando a atuação do Heath Ledger com a do Charlie Hunnam) mas que são idênticos. Círculo de Fogo não chega aos Pés de um Godzilla do mundo apenas tentou. Melhor que Transformers, com uma fotografia nítida, com efeitos gozadores, Circulo de Fogo é um filme digno de ser aplaudido de pé. Uma experiencia única para ser vivencia muitas vezes.
Mateus S.
Mateus S.

67 seguidores 36 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 10 de agosto de 2013
Círculo de Fogo, de início, trazia uma proposta interessante. Robôs gigantes, monstros parecidos com o Godzilla e o que mais agrada um Fã de filmes de ação, Explosões. O Filme que é dirigido por Guillermo Del Toro, traz um futuro onde a terra sofre batalhas constantes contra Monstros que são chamados de Kaiju, que se tornam os maiores predadores do ser humano. O filme segue neste rumo. Com "invasões" dos monstros o tempo todo. Mesmo seguindo neste rumo simples, o Enredo surpreende e impressiona em vários momentos.
Para todo conhecedor do cinema, principalmente do cinema Fantasioso, sabe muito bem que quando um filme tem em sua capa escrito "Dirigido por Guillermo del Toro", sabe-se que é uma fórmula certa de sucesso e muita bilheteria. E não é para menos, já que Del Toro, é um dos maiores diretores de filmes do tipo, é só olharmos em seu passado e vermos "O Labirinto do Fauno", "Mama", "Blade 2", "Hellboy" e vários outros.
Como de se esperar, Del Toro não decepciona. Logo ao início do Filme, percebemos a extensão do problema que a raça humana enfrenta, quando o protagonista, Raleigh que é interpretado por Charlie Hunnam (Hooligans), é derrotado e mutilado por um Kaiju e perde seu irmão. Somente nesse início vemos a extensão da capacidade de Del Toro, não somente de surpreender com efeitos especiais, mas levar o telespectador a sentir o que o Personagem dentro do filme sente.
Com o decorrer do filme, o telespectador nem percebe que o filme possui duas horas e dez minutos. Cada cena de ação, dá uma sensação de que o dinheiro do 3D valeu a pena. Charlie Hunnam impressiona em seu papel como protagonista, mesmo sendo o seu Robô quem faz a maior atuação.
Para todos que vem esperando um filme de Robôs que supere Transformers, esse é o Filme perfeito. Para os amantes de filmes de ação, explosões e lutas de proporções grandiosas, também é para você. O que nos resta a fazer, é esperar uma continuação para ver mais um Show de Efeitos Especiais de Guillermo Del Toro.
Marcos A.
Marcos A.

95 seguidores 123 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 9 de agosto de 2013
Diversão garantida para quem gosta de brigas de robôs e monstros gigantes, sacrifícios, japonesa linda, planeta todo detonado, nerds doidos de pedra ajudando a salvar o mundo e muita, muita ação. Filmaço.
Silvio R.
Silvio R.

16 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 11 de agosto de 2013
Fui ao cinema achando que ia assistir um misto de Power Rangers e Godzilla, mas me surpreendi com a qualidade tanto de desenho de produção como de roteiro e interpretações. Recomendo a todos os fãs do gênero ficção-científica + fantasia.
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