Não recomendado para menos de 16 anos
Do alto de seus 48 anos de idade Alain Evrard (Vincent Lindon) se vê obrigado a voltar a morar com sua mãe (Hélène Vincent). A convivência diária revive algumas pendências do passado que nunca foram esclarecidas. É aí que Alain descobre que sua mãe está com uma doença grave e foi desenganada pelos médicos. Será que os dois vão conseguir deixar o perdão falar mais alto e se reconciliar nos últimos meses de vida da senhora?
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Através do cotidiano da relação mãe e filho vem à tona o grande obstáculo das relações: A grande dificuldade de se expressar o amor. Com certeza, mais um grande filme do cinema francês.
Uma tema difícil de interpretar. Tratado sem dramalhão. Atuações precisas. Oportunidade de se fazer muitas reflexões acerda da vida.
Bom,o qus posso dizer e que dor e relativo, algumas pessoas sao mais sensiveis a dor. A questao de nao querer que a familia sofra tbm conta. Mas na minha opiniao e suicidio legalizado aqui na terra, mas Deus nao legalizou nem homicidio nem suicidio.
Equipe de confiança
O diretor Stéphane Brizé continua uma colaboração de longa data com os produtores Milena Poylo e Gilles Sacuto, bem como com sua montadora-chefe Anne Klotz. Seu parceiro de composição, Florence Vignon, também é um velho conhecido. Essa equipe tem trabalho com Brizé na maioria de seus projetos.
Nacionalidade
França
Distribuidor
TUCUMAN FILMES
Ano de produção
2012
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
1 curiosidade
Orçamento
-
Idiomas
Francês
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-
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