Os Miseráveis
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4,5
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Daniel W.
Daniel W.

52 seguidores 111 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 3 de julho de 2015
não é o melhor musica da historia mais sim um dos 100 melhores um filme que só tem musica porem um filme musica tem que tem musica marcantes este filme tem bastande uma atuação de fazer chora de anne hathaway mereceu o oscar de melhor atriz coadjuvante uma direção de tom hooper boa mais não a melhor de sua carreia ele já fez melhor como o vencedor do oscar de melhor filme o discurso do rei um elenco bom porem um historia que casar um parte do filme para assitir ester filme tem que gosta de musicas.
Khemerson M.
Khemerson M.

61 seguidores 74 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 28 de dezembro de 2014
Das várias obras-primas da literatura ocidental, Os Miseráveis, de Victor Hugo talvez seja aquela que mais releituras teve para o teatro, TV e o cinema. A história gira em torno de Jean Valjean, que encontra-se preso sob a acusação de roubo. Perseguido pelo temível inspetor Javert, Valjean enfrenta as piores condições possíveis executando trabalhos forçados sob a implacável vigilância do inspetor. Assim, ao receber de Javert a tão sonhada liberdade condicional, Valjean mesmo sofrendo com o escárnio das pessoas, tem a possibilidade de redenção ao conhecer um gentil Monsenhor que o acolhe dando-lhe abrigo e comida e perdoando-o depois que este rouba-lhe a preciosa prataria do lugar, salvando-o da prisão e ainda permitindo-o levá-los e refazendo sua vida com a venda dessas preciosas peças. Assim, abandonando sua antiga identidade e tornando-se um respeitável empresário e prefeito de uma cidadezinha nos arredores de Paris, onde conhece Fantine, sensibilizando-se com sua situação e comprometendo-se em criar sua filha. E tudo isso sob a sombra da perseguição de Javert... (LEIA O RESTANTE DO TEXTO NO LINK ABAIXO!)
Ricardo L.
Ricardo L.

63.294 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 28 de julho de 2014
Um Grande elenco! sendo também uma começo e meio demorado e assim se torna um pouco chato,mas tendo um final brilhante! mas vale-se salientar as atuações incríveis! Destacando Anne que ganhou o óscar de melhor atriz cuadjuvante
João M.
João M.

9 seguidores 16 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 5 de novembro de 2013
“Les Misérables”, de Tom Hooper, é mais uma adaptação para o grande ecrã do eterno romance de Victor Hugo. Além de terem sido inúmeras as adaptações desta obra para o cinema, esperava-se algo de diferente e verdadeiramente original desta nova adaptação, já que ela teve como inspiração essencialmente o musical da Broadway e não a obra-prima de Victor Hugo. As primeiras imagens e trailers deixaram toda a gente com muita vontade de ver o filme e as oito indicações ao Óscar que o filme obteve veio deixar as expectativas ainda mais altas, tendo eu próprio ficado bastante curioso em ver esta obra cinematográfica. Os valores da produção eram surreais, o elenco era extraordinário e o material de base tinha tudo para originar sequências musicais excepcionais, mas Tom Hooper, uma vez mais, não nos encheu as medidas, sendo “Les Misérables”, na minha opinião, mais um filme bastante sobrevalorizado do realizador.

“Les Misérables” conta-nos a história de Jean Valjean (Hugh Jackman), um prisioneiro que consegue a liberdade condicional do seu guarda prisional, Javert (Russel Crowe), depois de cumprir uma pena de dezanove anos pelo roubo de um pão. Jean Valjean sabe que nunca deixará de ser visto como um criminoso aos olhos de Javert, mas mesmo assim decide tentar a sua sorte num novo mundo, totalmente modificado pelo passar dos anos. A tremenda miséria impele Valjean a cometer roubo numa igreja, sendo posteriormente apanhado por oficiais. Mas, ao contrário do que seria de esperar, o padre da igreja absolve-o de toda e qualquer culpa e oferece-lhe uma oportunidade de redenção. Esta oportunidade foi agarrada com toda a força por Valjean, que surge anos depois, com outra identidade, como uma figura respeitada e adorada pela população onde vive. Valjean volta a cruzar-se com Javert, reacendendo uma rivalidade antiga. Na sequência, Valjean causa o despedimento e a desgraça de uma funcionária da sua fábrica, Fantine (Anne Hathaway), e enfrenta outro caminho de redenção. Depois de ver todo o mal que proporcionou a Fantine, Valjean promete-lhe, antes desta morrer, que irá cuidar da sua filha, Cosette (Amanda Seyfried na versão adulta da personagem). Javert está cada vez mais próximo, sendo Valjean obrigado a fugir com Cosette ao seu cuidado e com uma revolução em Paris prestes a emergir.

Um dos principais pontos fracos do filme é mesmo a sua realização, deixando Tom Hooper, como já tinha referido, muito a desejar, tendo sido incapaz de filmar um musical desta envergadura com a imaginação e o sentido de grandiosidade que ele merecia. Os diálogos maioritariamente musicais, embora bem compostos e ensaiados, não deixam de causar a impressão de uma excessiva teatralizarão que não assenta completamente no grande ecrã. Os constantes diálogos musicais entre as personagens chegam a ser saturantes, sendo este mais um erro de Hooper, que deveria adicionar alguns intervalos para as necessárias apreensões e para o estabelecimento do elo emocional entre as personagens e o espectador.

Quanto aos actores, Hugh Jackman esteve muito bem, demonstrando que é um excelente actor e que consegue ser muito mais que um “bicho”. Em “Les Misérables”, a grande interpretação pertence a Anne Hathaway, que esteve absolutamente irrepreensível, sendo, na minha opinião, o melhor papel de sempre da jovem actriz. Russel Crowe teve um interpretação segura, como de resto já é habitual nele, deixando apenas um pouco a desejar enquanto cantor. Amanda Seyfried, foi uma das piores, talvez pelo facto de apresentar-se de forma irritantemente semelhante ao seu papel em “Mamma Mia!”. Eddie Redmayne foi competente, apresentando uma interpretação segura. Quanto à dupla Sacha Baron Cohen e Helena Bonham Carter, ambos conseguiram boas interpretações, mas estiveram longe de se inserirem com sucesso no enquadramento do filme, fazendo esta dupla parte da película com um único fim, o de arrancar algumas gargalhadas aos espectadores.

Esta nova obra de Tom Hooper não é um completo desastre, longe disso, mas com tanto dinheiro para a produção, com um leque de actores de luxo, com uma história de base fantástica, pedia-se a Hooper muito mais que aquilo que conseguiu.
Sidnei C.
Sidnei C.

127 seguidores 101 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 5 de agosto de 2013
A clássica história de Victor Hugo, foi adaptada na própria França para ser um musical, pela dupla Schönberg e Alain Boublil há 26 anos atrás. O sucesso aconteceu mesmo via Broadway, de onde foi exportada para o mundo todo. Les Misérables é na verdade uma ópera moderna, e não um musical, ao menos no conceito de cinema para musical, onde os atores cantam e dançam. Em Os Miseráveis os diálogos e pensamentos das personagens são todos cantados.
A montagem da Broadway é tão conhecida e famosa, que muitas de suas músicas são populares, mesmo entre aqueles que nunca assistiram à montagem teatral, ao vivo ou em alguma produção da TV. A dupla francesa Schönberg & Boublil inclusive criou uma composição original para o filme.
O diretor inglês Tom Hooper pareceu uma escolha estranha para dirigir esta versão para o cinema do sucesso da Broadway, mesmo com o sucesso que obteve com o recente O Discurso do Rei. Hooper se saiu bem, mas em nenhum momento seu talento limitado proporciona ao filme alçar voo próprio como filme, restando assim uma adaptação apenas correta da versão original do teatro. Fico imaginando que o resultado teria sido bem superior como cinema se houvessem entregue a tarefa à diretora americana Julie Taymor, sempre visionária criadora em filmes como Across the Universe e A Tempestade.
Acho que a sorte de Hooper foi ter contado com um número tão grande de atores talentosos. Hugh Jackman se sai muito bem como Valjean, tanto no canto como na interpretação, o mesmo podendo ser dito de Anne Hathaway, marcante em uma pequena participação. Hooper exigiu bastante dos atores, explorando o máximo os closes e planos fixos nos solos cantados. A cena mais marcante de Hathaway - quando ela canta a conhecidíssima I Dreamed A Dream - foi feita toda em uma única tomada, sem cortes, e em plano fechado. Embora até ridicularizado por alguns críticos, acho que Russel Crowe está bem no papel de Jovert. Sem esquecer a dupla deliciosamente divertida encarnada por Helena Bonham-Carter e Sacha Baron Cohen, como o casal Thénardier, responsáveis na minha opinião pela melhor sequência do filme, onde Hooper realmente se superou. Mas o grande trunfo do filme com relação ao elenco vem daqueles chamados de "elenco de apoio", atores desconhecidos com pequenos papéis na trama, com destaque para o muito jovem Daniel Huttlestone, interpretando (e cantando com desenvoltura) o menino Gavroche.
Os Miseráveis começa muito bem, e suas primeiras sequencias se desenvolvem com fluidez - chegamos até a nos acostumarmos com os diálogos todos cantados. Mas quando o filme dá um salto no tempo, e já encontramos Cosette adulta, parece que a trama começa a se arrastar, fazendo pesar suas quase 2h30min de duração. É claro que toda ópera clássica tem como história principal uma história de amor, sendo todo o resto apenas um pano de fundo. Os Miseráveis tem até a vantagem de apresentar mais de uma história de amor, na verdade - a de uma mãe por sua filha, a de um pai por sua filha adotiva, a de jovens por uma causa, e a de uma moça em seu amor não-correspondido. Mas aquela que deveria ser a história de amor principal, de Cosette e Marius, não nos desperta simpatia nem atenção, talvez porque no filme eles não enfrentem de verdade nenhuma grande dificuldade para viver sua paixão, ou talvez porque a esta dupla especificamente falte o carisma que encontramos de sobra no restante do elenco.
É claro que Os Miseráveis tem uma produção impecável, que nos transporta para a época retratada, mas tudo é muito "comme il faut" (adequado), como diriam os franceses, deixando aquela sensação de "esperava mais". Há poucas cenas de destaque, isoladas, que na verdade se destacam mais devido à qualidade das canções. Hooper se esforçou demais em fazer o público esquecer a origem teatral do material filmado, abusando dos closes, e angulações de câmera espetaculares, esquecendo que poderia ter tirado partido de uma fusão teatro-cinema para abordar a história. No geral, pode-se até dizer que ele não foi melhor sucedido que Carol Reed quando adaptou para o cinema o musical Oliver ! - baseado no clássico de Charles Dickens, com o qual Les Misérables guarda muitas semelhanças.
Carlos P.
Carlos P.

266 seguidores 431 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 18 de abril de 2021
Músicas boas e atuações ótimas, isso é um resumo do filme. Apesar de ser bastante longo (para quem não gosta de musicais pode ser cansativo), Hugh Jackman e Anne Hathaway conseguem manter o nível. Além disso, conta com dois ótimos coadjuvantes que roubaram a cena: Aaron Tveit e Samantha Barks.
Cipriano de Borba
Cipriano de Borba

34 seguidores 4 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 11 de março de 2013
Ainda bem que eu não sabia que seria um musical (geralmente prefiro nem assistir musicais). Com certeza a participação de Anne Hathaway fez a diferença. É muito longo mas não dá sono!
Excelentes lições para quem que gostam de julgar as pessoas sem conhecê-las.
Phelipe V.
Phelipe V.

510 seguidores 204 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 3 de março de 2013
É um filme problemático e definitivamente não é pra quem não gosta de musicais. Eu, adoro. E mesmo assim, achei que o filme tem diversos equívocos. A direção de Tom Hooper tentando deixar tudo maio do que já é beira o risível (planos inclinados com a câmera tremendo... really?). É sim muito bom abraçar o fato de que a história é brega, enorme e épica, mas precisa acentuar isso em todos os momentos do filme? A montagem é caótica e algumas sequências têm problemas GRAVÍSSIMOS de continuidade.
Não sei também se essa história, principalmente da segunda parte em que o cunho político cresce com força, vá agradar a muitas pessoas. Acredito que só aos realmente fãs de Os Miseráveis. Os demais se emocionarão com o romance, as cenas bonitas, as emoções manipuladas... Coisa que não deu muito pra engolir, não nesse filme.

De bom, salva-se Hugh Jackman. Ele tá bem (mas não indicaria ao Oscar). Samantha Barks é outra grata surpresa. E claro, Anne Hathaway, que surge pra arrebatar. A sala de cinema inteira ficou sem palavras e emocionada, dá até pra notar. Sua performance de "I Dreamed a Dream" é, sem dúvida alguma, a melhor coisa do filme inteiro. Eu diria que poucas atrizes mereceram, instantaneamente, um Oscar só por uma cena - de absurda qualidade. A presença de Hathaway é tão forte e tão intensa que impressão que dá é que quando Fantine sai de cena, o filme perde o brilho que tinha. E a história de Jean Valjean torna-se desinteressante.

A impossibilidade de identificação com esses personagens é um dos piores erros. Tom Hooper ficou tão histérico na direção dessa vez, que não deixa o espectador sequer respirar. E podia ser tão melhor...
E pelo amor de Deus, Amanda Seyfried, pare de cantar!!!!!

Você também, Eddie Redmayne, única pessoa no mundo que eu vi DESTRUIR uma música tão autossuficiente quanto Empty Chairs at Empty Tables. :'(
Abrahão N
Abrahão N

17 seguidores 7 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 24 de fevereiro de 2013
Musical não é meu gosto. Parei de ver. Mas acredito que seja um bom filme pra quem gosta.
Livia A.
Livia A.

2 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 19 de fevereiro de 2013
Músicas muuuuitos cansativas. Anne fez um ótima atuação. As músicas cantadas pelo Hugh Jackman sairam como frases onde apenas a última palavra era cantada. É um filme que fica cansativo para quem já conhece a história.
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