Os Miseráveis
Média
4,5
2638 notas

325 Críticas do usuário

5
224 críticas
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Camilla M.
Camilla M.

685 seguidores 253 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 1 de setembro de 2014
O longa realmente é digno de Oscar. Porém serei sincera, tem que ter muita paciência para não querer quebrar a tv porque em nenhum momento os personagens param de cantar, e é duas horas de pura cantoria. O filme é excelente mas para quem não tem paciência é melhor não assistir.
Ricardo L.
Ricardo L.

63.294 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 28 de julho de 2014
Um Grande elenco! sendo também uma começo e meio demorado e assim se torna um pouco chato,mas tendo um final brilhante! mas vale-se salientar as atuações incríveis! Destacando Anne que ganhou o óscar de melhor atriz cuadjuvante
Irlan R.
Irlan R.

24 seguidores 29 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 25 de novembro de 2014
Filme perfeito, espetacular! Faz jus a obra de Victor Hugo.
Catarina D.
Catarina D.

12 seguidores 4 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 26 de março de 2014
É um ótimo filme , porém é todo cantado , só não dou nota 5 porque acho que deveria ter falas não só músicas
Thiago D.
Thiago D.

12 seguidores 4 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 22 de fevereiro de 2014
merda pura..Não vale a pena ante as canções. assistir lua de cristal
Amanda B.
Amanda B.

5 seguidores 1 crítica Seguir usuário

2,5
Enviada em 15 de fevereiro de 2014
O filme realmente é muito bem elaborado, uma obra de arte, porém muito fantasioso, não precisa de um contexto para cantar, sendo que em outros musicais o contexto é fundamental. Cantam por qualquer motivo, até sem motivo nenhum. Por ser um filme muito longo, passa a ser cansativo e quase ausente de história. Gira em torno de um contexto simples do início ao fim.
Prepare-se para cantAR, CAnTAr, CANTARRRRRRRR OH oh ôÔÔÔ... "Porque o cachorro late, a pulga morde" e o pintinho piu e pintinho PIIIIIUUU, píííííU... Sim, esta foi uma frase presente no filme e esta foi a minha conclusão final sobre o mesmo. Assista e verá! muahahaahHAHAHAHA
Maiara T.
Maiara T.

21 seguidores 19 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 27 de janeiro de 2014
Escrita por Victor Hugo em 1862, a trama de Os Miseráveis se passa na França pós Revolução Francesa, quando apesar de terem conseguido tirar o Rei Luís XVI do trono, a maior parte de sua população não tinha emprego e vivia nas ruas ou em barracos. Baseado nesse cenário de pobreza e rigidez dos poderosos que tinham colocado outro Rei no comando do país, Victor Hugo criou seus personagens e seu livro virou um clássico da literatura francesa.

O protagonista Jean Valjean é um homem comum preso por roubar um pedaço de pão e que fica encarcerado por 19 anos devido às suas tentativas de fuga. Em sua condicional, ele some e é perseguido pelo inspetor Javert, quem vive exclusivamente para exigir o seguimento das leis. Nos anos seguintes, Valjean é transformado por algumas pessoas colocadas em seu caminho como o Bispo Digne, uma mulher chamada Fantine e sua filha Cosette, quem cria como sua. A história se segue até a juventude de Cosette, quando esta se apaixona por Marius, um estudante que junto com seus amigos e colegas luta pelos direitos do povo e leva a trama ao seu clímax em uma guerra civil contra os soldados da monarquia.

Em 1980, a história foi encenada pela primeira vez no teatro, em uma versão musical escrita pelos compositores Claude-Michel Schonberg e Alain Boublil. A dupla teve a ideia de adaptar a obra após assistir à peça inglesa Oliver! e foi seu talento o responsável pela magnitude que a história ganhou desde então. Com o público francês encantado pela história, logo a peça foi levada para Londres nos palcos do Queens Theatre em West End, já então sob a direção de Cameron Mackintosh. Mais de vinte anos depois, o musical já esteve em cartaz tanto na Broadway quanto em todos os cantos do mundo, inclusive o Brasil, e encantou milhões de pessoas.

Agora, Os Miseráveis finalmente chega aos cinemas. A espera, porém, foi compensada por um elenco estelar e um diretor com um senso artístico apurado- além de uma estatueta do Oscar na estante. Nos palcos, Jean Valjean, Javert, Fantine, Cosette, Marius e Éponine foram interpretados por lendas do teatro musical como Colm Wilkinson, Patti Lupone, Michael Ball e Lea Salonga. Nos cinemas, portanto, estes personagens não poderiam ficar nas mãos de qualquer um e o comandante Tom Hopper sabia disso, portanto tratou de audicionar todos os interessados, não importava quem fosse.

Depois de um longo processo, Hugh Jackman foi escolhido como Jean Valjean e pôde mostrar pela primeira vez nos cinemas que sua carreira começou muito antes de Wolverine, e no teatro musical. Russell Crowe é Javert e dá um tempero mais rock’n’roll ao personagem, enquanto Anne Hathaway reprisa o papel já feito por sua mãe como Fantine. Amanda Seyfried revelou todo seu talento vocal em Mamma Mia! e agora faz Cosette, formando o casal da história ao lado de Eddie Redmayne, que surpreende como Marius. Já Éponine é interpretada por Samantha Barks, a jovem de apenas 22 anos que já faz o mesmo papel há dois anos em West End.

Já nos primeiros segundos do filme Tom Hopper mostra que gosta mesmo de um visual dramático e impactante. A câmera saindo de dentro da água, passando por uma bandeira da França que boia em sua superfície, e sobe até chegar ao cais com Valjean puxando um navio ao som das primeiras notas de “Look Down”, está aí uma abertura que inegavelmente deixa uma ótima impressão. Nesta primeira cena também já fica claro o antagonismo e rivalidade entre Jean Valjean e Javert, o que dá o tom para o resto do filme.

Entre as cenas mais impactantes estão também o encerramento de “Valjean’s Soliloquy”, momento que marca o grande ponto de virada do protagonista, e a sequencia de “One Day More”, cantada por todo elenco e que no teatro é o encerramento do primeiro ato. Também recebe uma belíssima adaptação a primeira canção do segundo ato, “Do You Hear the People Sing”, que segue a anterior no filme e reanima os espectadores para a batalha que está por vir.

Além de seu olho clínico combinado com uma bela fotografia, Tom Hopper resolveu inovar ao colocar seu elenco para cantar ao vivo. Até então os filmes musicais sempre gravavam as canções previamente em um estúdio e os atores precisavam apenas dublar quando estivessem gravando a cena. Por se tratar de um filme em que se canta o tempo inteiro, para Hopper isto não iria funcionar. Em prol de uma interpretação mais realista e emocional, o diretor providenciou um pianista que tocasse as músicas nos bastidores junto com a gravação. Os atores, então, ouviam a melodia através de um pino no ouvido e cantavam as músicas quantas vezes fosse preciso, ou melhor, quantos taques fossem necessários.

De fato, a performance dos atores foi bastante aprimorada e a mudança não passa despercebida pelos espectadores, que são tocados em um nível ainda maior por conta dessa técnica. Sua escolha, porém, foi polêmica. Além de ter sido o primeiro a usar este método e, portanto, já causar frisson só por isso, os fãs da peça podem estranhar ao se deparar com uma música que já conhecem há tanto tempo com um ritmo mudado ou notas diferentes.

Uma escolha realmente duvidosa feita por Tom Hopper, aliás, foi o uso em excesso de planos holandeses (aquele em que o objeto de cena ao invés de ficar centralizado fica à um canto da tela), assim como a persistência do diretor na utilização de close-ups, por vezes inapropriadamente. Nos dois casos a sensação que fica é a de perda de conteúdo e principalmente, o desvio de atenção do espectador. É o que acontece na cena de “I Dreamed a Dream”, filmada inteiramente em um quadro tão próximo à atriz que a câmera chega a não conseguir acompanhar seus mais leves movimentos.

Claro que nenhum desses fatores é capaz de estragar o filme belissimamente construído e muito menos a performance desse elenco tão apaixonante. Os atores, protagonistas e coro (grupo esse formado completamente por atores que já fizeram parte dae alguma montagem do musical no teatro), são os maiores responsáveis por levar o espectador em uma jornada de dor e sofrimento através de uma trilha sonora clássica e emocionante. O filme faz uma bela homenagem à obra e à peça e explica para o grande público o porquê de todo o sucesso de Os Miseráveis até os dias de hoje.
Lorena S.
Lorena S.

4 seguidores 9 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 9 de janeiro de 2014
Incrível adaptação para um musical. Todo musical que se preze, vem engajado com grandes canções, é claro, grande fotografia, figurino, e enredo, que foi muito fiel ao livro de Victor Hugo. Até para quem não suporta um musical acho que esse suportaria. Existe muita resistência quanto aos musicais, pelo menos aqui no Brasil, algumas pessoas saíram da sala de cinema quando descobriram que era desse gênero, o que mostra também a alienação, pois, talvez grande parte da população não faça isso, mas eu sempre busco saber um pouco mais sobre o filme antes de vê-lo, principalmente no cinema. Bela atuação de Anne Hathaway não sendo a toa que ganhou o Oscar(2013) de Melhor Atriz Coadjuvante, outros dois Oscars foram de Melhor Maquiagem e Melhor Mixagem de som. Um filme emocionante do começo ao fim.
Marcelo Ribeiro
Marcelo Ribeiro

5 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 5 de janeiro de 2014
O filme fica cansativo por ser longo com suas 2h37min.
Eliana M.
Eliana M.

11 seguidores 4 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 11 de novembro de 2013
Maravilhoso, emocionante , dramático ,passei o filme me perguntando como o ser humano pode ser cruel com seu semelhante, como tem pessoas no mundo que vive uma fé de tradições , sem amor , sem compaixão,sem perdão, cheios de ganância e egoísmo, me fez pensar que com apenas um gesto de amor e compaixão se pode salvar vidas .
A atuação de Hugh Jackmam perfeita, impecável , melhor ator que já vi nos últimos tempos o filme estará pra sempre na minha lista de filmes favoritos
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