Os Miseráveis
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4,5
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326 Críticas do usuário

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Gabriela B.
Gabriela B.

12 seguidores 5 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 8 de fevereiro de 2013
Eu particularmente prefiro musicais que tenham um pouco de diálogo no meio pra dar aquela aliviada. Mas sinceramente, esse me mostrou que musicais completos também podem ser bons. A emoção que esse filme te faz sentir com as cenas, com os cantos (que nunca imaginava que esses atores pudessem cantar tão bem!) e com as múltiplas intrigas do filme, faz com que valha a pena assisti-lo.
Tassia M.
Tassia M.

18 seguidores 3 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 21 de março de 2013
A melhor adaptação já feita pelo cinema. Esse filme é muito mesmo, mas só pra quem gosta de MUSICAL. Tenho pena de quem escolhe o filme que vai assistir na fila do cinema e escolheu esse e não gostou. Gente é MUSICAL, tem que ser cantado, ou vocês querem filme de mutante sem mutação? Sem lógica! Pois é, quem gosta de musical vai adorar.
Iago B.
Iago B.

9 seguidores 25 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 8 de março de 2013
um dos melhores filmes que já vi em toda minha vida, não gosto muito de dramas e nem musicais, mas merecia ter ganho como melhor filme no Oscar
Rebeca S.
Rebeca S.

8 seguidores 14 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 21 de março de 2013
Os Miseráveis é uma história que se passa durante a revolução francesa e trás a história de Jean Valjean (Hugh Jackman), um homem condenado a 19 anos de prisão por furtar alguns pães. É baseado em um romance escrito por Victor Hugo, que descreve as desigualdade de classes, pobreza e toda a crise em que se encontrava a França no século XIX, claro que o livro foi um sucesso e que ganhou adaptações para cinema e teatro. Uma delas foi a adaptação musical - Que surgiu na França e popularizou-se na Inglaterra.

Jean Valjean é um "hater" que se redime com a vida após ser solto em condicional, resolve fugir - O que o faz ser perseguido pelo Inspetor Javert (Russell Crowe). Porém ele dá a volta por cima! E nesta volta, se depara com Fantine (Anne Hathaway) que após ser demitida, precisa ter que se render a uma vida miserável para sustentar sua filha. Neste momento, ela canta " I dreamed a dream" (música popularizada por Susan Boyle). Jean se compadece do sofrimento de Fantine e adota sua filha chamada Cossete (Amanda Seyfried) - Até então sendo criada por um casal de trambiqueiros.

Minha opinião não vai ser longa, não vai ser demorada, não vai ser triste. Eu simplesmente amo musicais - Mas esse em especial não foi tudo que eu esperava. Acho que pelo fato de ter concorrido ao Oscar (aumentou muito minha expectativa) e acabou que chegou na hora e não foi tudo aquilo. Mas enfim, tirando isso, vamos lá.

A ambientação é linda, perfeita. Claro, eu não tenho a mínima ideia de como seja a França no século XIX, mas pelo que eu imagino deveria ser mais ou menos aquele caos. Os cenários físicos creio que não são grandiosos. Grande parte foi feita por computação gráfica e QUE BAITA COMPUTAÇÃO GRÁFICA, mas é aquilo, deu pra ver que era computação. Isso por um lado é bom e isso por um lado é ruim. Enfim, eu gostei do cenário, gostei do figurino, gostei da maquiagem, tudo lindo. As cores, ai, as cores.

Hugh Jackman é um dos meus atores favoritos e só se confirma após esse filme. Apesar de ser um cantor bem meia boca, ele conseguiu até que levar o filme muito bem. Eu não gosto de Anne Hathaway (me julguem), não achei a atuação dela super impressionante Ó MEU DEUS VOU TER UM TROÇO COM ESSA CENA, não. Os demais atores, inclusive o Eddie Redmayne, que faz Marius, o apaixonado por Cossete (na opinião sobre o filme "7 dias com Marilyn" falei a respeito dele) fez um bom papel. Atores: *plac plac plac* de parabéns. Russell Crowe quase me fez chorar, judiaria.

E o filme não é só tristeza. Tem o lado bolachão a parte. O casal que cria Cossete nada mais é que Helena Bonham Carter (amadíssima, praticamente sendo as outras personagens de todos os outros filmes de novo) e Sacha Baron Cohen (O eterno Borat!). Eles cantam juntos “Dog Eats Dog” em uma das melhores partes do filme.

Eu não sou uma velha feia sem coração. Eu também não sou uma marxista feia que odeia Victor Hugo. Entendam, o filme é TODO cantado. Não é como na maioria dos musicais (tipo Glee mwhaha) que os caras cantam um pouco e falam um pouco. Não - Eles cantam o TEMPO TODO. E mais - As gravações não foram feitas em estúdio anteriormente, foi tudo AO VIVO. Ou seja, tem desafino e tem bagunças a parte.

Eu não vou falar sobre o diretor, sobre direção de arte, sobre roteiro adaptado, sobre isso e aquilo porque simplesmente não sei. Quem quiser falar manda para o e-mail que eu coloco aqui. Alias, Yuri, você está fazendo falta pra falar disso.

Enfim, eu não vibrei tanto como gostaria de ter vibrado no filme. Nem dei uma opinião babando tudo como todo mundo já fez (aham, procura aí.), então, assistam, tirem suas conclusões... Decidam se Anne Hathaway mereceu ou não o tal Oscar!

MAS LEMBRE-SE DELA como sendo a princesa Mia, do filme " O diário da princesa" e lembrem de todos os filmes românticos bobinhos e também lembrem dela depois de ter usado ecstasy e do James Franco depois de usar diazepan fazendo fiasco na apresentação do Oscar 2011.)
Tamyris B.
Tamyris B.

22 seguidores 4 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 24 de março de 2013
O filme é absolutamente excelente,o que é surpreendente,se levarmos em consideração que a histórias já foi adaptada inúmeras vezes,tanto nos palcos como nos cinemas.
Todos os atores foram incríveis. Atuações de tirar o fôlego.O filme é épico. Muito bem executado e dirigido.
Catarina D.
Catarina D.

12 seguidores 4 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 26 de março de 2014
É um ótimo filme , porém é todo cantado , só não dou nota 5 porque acho que deveria ter falas não só músicas
Gabriela C.
Gabriela C.

21 seguidores 4 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 14 de fevereiro de 2013
O filme é lindissimo e olha que não sou fã de musicais. Comentario final....Chorei
Ronaldo R.
Ronaldo R.

6 seguidores 2 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 5 de junho de 2013
Assisti às versões anteriores de Os Miseráveis, as quais, na minha opinião, foram maravilhosas. Essa versão musical, apesar da dificuldade de musicar tal obra, foi muito bem produzida, com a cena inicial impressionante pela sua grandiosidade e a cena final impressionante pela sua beleza. Foi emocionante demais.
Celso F.
Celso F.

7 seguidores 25 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 5 de fevereiro de 2013
Filme excelente: história, atores-cantores, direção, cenários etc.!
O filme é musical porque foi baseado no musical de teatro há mais tempo em cartaz no planeta: em 1980, "Os Miseráveis" estreou em Paris no Palais des Sports. Ele se tornou um dos musicais de maior sucesso da história. Foi dirigido por Robert Hossein, a música foi composta por Claude-Michel Schönberg e o libreto foi escrito por Alain Boublil.
Em 1985, uma versão em inglês foi inaugurada em Londres no Barbican Arts Centre. Foi produzido por Cameron Mackintosh e adaptado e dirigido por Trevor Nunn e John Caird. A letra foi escrita por Herbert Kretzmer e o material adicional por James Fenton. Está em cartaz em Londres até hoje. Este musical é a base para o filme.
Em 1987, o musical estreou na Broadway em Nova Iorque na Broadway Theatre. Só perde em tempo de cartaz na Broadway para "O Fantasma da Ópera".
O musical continua em turnê pelos EUA.
Quantos aos filmes não musicais, são muitos, mas destacam-se:
a) 1998, Os Miseráveis, filme dirigido por Bille August e estrelado por: Liam Neeson (Jean Valjean), Geoffrey Rush (Javert), Uma Thurman (Fantine), Claire Danes (Cosette) e Hans Matheson (Marius)
b) 2000, Os Miseráveis, minissérie da TV francesa dirigida por Josée Dayan e co-produzida por Gérard Depardieu, estrelado por: Gérard Depardieu (Jean Valjean), John Malkovich (Javert), Charlotte Gainsbourg (Fantine), Christian Clavier (Thénardier), Veronica Ferres (senhora Thénardier), Virginie Ledoyen (Cosette), Enrico Lo Verso (Marius), Asia Argento (Éponine), Jeanne Moreau (Madre Innocente), Steffen Wink (Enjolras), Jérôme Hardelay (Gavroche). Essa minissérie de 6 horas de duração é infinitamente melhor do que o longa de 1998.
c) 2000, versão inglesa da minissérie francesa de TV de 2000.
Por fim, a história passa-se na França do século XIX entre duas grandes batalhas: a Batalha de Waterloo (1815) e os motins de junho de 1832. Portanto, bem depois da Revolução Francesa (ocorrida entre 5 de maio de 1789 e 9 de novembro de 1799) e após a derrota definitiva de Napoleão Bonaparte. É uma das principais obras escritas pelo escritor francês Victor Hugo, publicada em 3 de abril de 1862, em cinco volumes, contando a vida de Jean Valjean, um condenado posto em liberdade, até sua morte. Em torno dele giram algumas pessoas que vão dar seus nomes para os cinco volumes do romance, testemunhando a miséria do século XIX na França, especialmente a pobreza miserável de Fantine, Cosette, Marius, mas também de Thénardier e esposa, Éponine, Gavroche e, inclusive, a do inspetor Javert, manipulado por um sistema policial e judicial cruel.
Infelizmente, o Brasil é muito parecido hoje com a França do século XIX, ou pior...
Também é o melhor filme de temática espírita que assisti nos últimos tempos!
Temas como amor ao próximo (caridade), perdão (forma de caridade), reforma íntima (evolução moral), imortalidade da alma, lei de causa e efeito (ou ação e reação, ou seja, o Bem resulta em Bem e o mal resulta em mal, para quem os faz) são tratados pelo grande Victor Hugo, os escritores dos musicais originais (Alain Boublil, na versão original francesa e Herbert Kretzmer, na versão inglesa) e o roteirista deste filme (Willliam Nicholson) de forma magnífica.
O final do filme é esplêndido!
Na minha opinião, como filme de temática espírita, é melhor que A Viagem - "Cloud Atlas" (2012), Nosso Lar e Chico Xavier (ambos de 2010), Criação (2009). Só é tão bom quanto Os Miseráveis, Os Fantasmas de Scrooge - "A Christmas Carol" (2009), baseado na obra do grande Charles Dickens (conhecida em português como Um Cântico de Natal), contemporâneo de Victor Hugo.
Rosa Maria Pereira M
Rosa Maria Pereira M

5 seguidores 27 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 7 de fevereiro de 2013
Um musical tocante, um elenco afinado e competente. Depois de Os Miseráveis,nunca mais olharei Hugh Jackman comoWolverini. O oscar de melhor ator, este ano, deveria ser dele. Cantar e atuar não é fácil.
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