Os Miseráveis
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4,5
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325 Críticas do usuário

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edu E.
edu E.

8 seguidores 26 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 13 de julho de 2013
Vou ser sucinto. Pra quem gosta de musicais, nota 10, pra quem não aprecia esse tema, não perca o seu tempo.
Eduardo B.
Eduardo B.

17 seguidores 67 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 1 de fevereiro de 2013
Olha, o filme realmente é muito bom, pena que foi um musical, e não exatamente uma refilmagem do original de 1998... Mas se destaca pelas atuações e as belas trilhas sonoras que compõe esse grande vencedor do Globo de Ouro.
Eliana M.
Eliana M.

11 seguidores 4 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 11 de novembro de 2013
Maravilhoso, emocionante , dramático ,passei o filme me perguntando como o ser humano pode ser cruel com seu semelhante, como tem pessoas no mundo que vive uma fé de tradições , sem amor , sem compaixão,sem perdão, cheios de ganância e egoísmo, me fez pensar que com apenas um gesto de amor e compaixão se pode salvar vidas .
A atuação de Hugh Jackmam perfeita, impecável , melhor ator que já vi nos últimos tempos o filme estará pra sempre na minha lista de filmes favoritos
Bruno Maschi
Bruno Maschi

444 seguidores 215 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 25 de março de 2015
Um Musical Bonito! Sim Bonito! É um drama emocionante com uma trilha sonora e um elenco de arrepiar. Em questões técnicas o filme realmente atinge 100%, em direção, roteiro adaptado,fotografia, edição de som. É exuberante. Em minha opinião o ponto mais forte de Os Miseráveis, foram as grandes atuaçoes! Foram incríveis! Russel Crowe brilhando, Hugh Jackman deixando de ser o Wolverine... Anne, Eddie! É um elenco de tirar o fólego. Infelizmente ele teve alguns aspectos que impediram o filme de receber mais que 4 estrelas. Como por exemplo seu longo tempo de duração.. Que é percebido e que torna o filme um pouco cansativo. Também não é um filme marcante, e em minha opinião exagera em quesitos de religião. Fora isso, o filme é uma bela obra cinematográfica.
Daniel W.
Daniel W.

52 seguidores 111 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 3 de julho de 2015
não é o melhor musica da historia mais sim um dos 100 melhores um filme que só tem musica porem um filme musica tem que tem musica marcantes este filme tem bastande uma atuação de fazer chora de anne hathaway mereceu o oscar de melhor atriz coadjuvante uma direção de tom hooper boa mais não a melhor de sua carreia ele já fez melhor como o vencedor do oscar de melhor filme o discurso do rei um elenco bom porem um historia que casar um parte do filme para assitir ester filme tem que gosta de musicas.
Pati Lima
Pati Lima

43 seguidores 84 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 16 de fevereiro de 2013
Gostei! Mto bom o filme, a Anne Hathaway dá um show! Filme inteligente. MAS pra quem gosta de musical, nem vá assistir. Quem gosta de "besteirol americano" tbm não vale a pena. Obs.: na sala tinha 3 adolescentes que ficaram rindo e reclamando do filme, até irem embora antes da metade. Todos agradecemos, pois era muita falta de educação e já estava atrapalhando. As pessoas podiam ler a sinopse ou pelo menos ver que se trata de um Musical antes de comprar os ingressos e incomodar os demais. Cinema lotado e muito feliz com brilhantes atuações!!!
José Aloísio
José Aloísio

12 seguidores 51 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 25 de abril de 2015
Musical baseado na Revolução Francesa do século XIX. Estória comovedora. Fotografias medianas conforme exige a trama. Tem seus momentos enfadonhos. As músicas agradam. Ótimas para ouvi-las. Recomendável.
Maiara T.
Maiara T.

21 seguidores 19 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 27 de janeiro de 2014
Escrita por Victor Hugo em 1862, a trama de Os Miseráveis se passa na França pós Revolução Francesa, quando apesar de terem conseguido tirar o Rei Luís XVI do trono, a maior parte de sua população não tinha emprego e vivia nas ruas ou em barracos. Baseado nesse cenário de pobreza e rigidez dos poderosos que tinham colocado outro Rei no comando do país, Victor Hugo criou seus personagens e seu livro virou um clássico da literatura francesa.

O protagonista Jean Valjean é um homem comum preso por roubar um pedaço de pão e que fica encarcerado por 19 anos devido às suas tentativas de fuga. Em sua condicional, ele some e é perseguido pelo inspetor Javert, quem vive exclusivamente para exigir o seguimento das leis. Nos anos seguintes, Valjean é transformado por algumas pessoas colocadas em seu caminho como o Bispo Digne, uma mulher chamada Fantine e sua filha Cosette, quem cria como sua. A história se segue até a juventude de Cosette, quando esta se apaixona por Marius, um estudante que junto com seus amigos e colegas luta pelos direitos do povo e leva a trama ao seu clímax em uma guerra civil contra os soldados da monarquia.

Em 1980, a história foi encenada pela primeira vez no teatro, em uma versão musical escrita pelos compositores Claude-Michel Schonberg e Alain Boublil. A dupla teve a ideia de adaptar a obra após assistir à peça inglesa Oliver! e foi seu talento o responsável pela magnitude que a história ganhou desde então. Com o público francês encantado pela história, logo a peça foi levada para Londres nos palcos do Queens Theatre em West End, já então sob a direção de Cameron Mackintosh. Mais de vinte anos depois, o musical já esteve em cartaz tanto na Broadway quanto em todos os cantos do mundo, inclusive o Brasil, e encantou milhões de pessoas.

Agora, Os Miseráveis finalmente chega aos cinemas. A espera, porém, foi compensada por um elenco estelar e um diretor com um senso artístico apurado- além de uma estatueta do Oscar na estante. Nos palcos, Jean Valjean, Javert, Fantine, Cosette, Marius e Éponine foram interpretados por lendas do teatro musical como Colm Wilkinson, Patti Lupone, Michael Ball e Lea Salonga. Nos cinemas, portanto, estes personagens não poderiam ficar nas mãos de qualquer um e o comandante Tom Hopper sabia disso, portanto tratou de audicionar todos os interessados, não importava quem fosse.

Depois de um longo processo, Hugh Jackman foi escolhido como Jean Valjean e pôde mostrar pela primeira vez nos cinemas que sua carreira começou muito antes de Wolverine, e no teatro musical. Russell Crowe é Javert e dá um tempero mais rock’n’roll ao personagem, enquanto Anne Hathaway reprisa o papel já feito por sua mãe como Fantine. Amanda Seyfried revelou todo seu talento vocal em Mamma Mia! e agora faz Cosette, formando o casal da história ao lado de Eddie Redmayne, que surpreende como Marius. Já Éponine é interpretada por Samantha Barks, a jovem de apenas 22 anos que já faz o mesmo papel há dois anos em West End.

Já nos primeiros segundos do filme Tom Hopper mostra que gosta mesmo de um visual dramático e impactante. A câmera saindo de dentro da água, passando por uma bandeira da França que boia em sua superfície, e sobe até chegar ao cais com Valjean puxando um navio ao som das primeiras notas de “Look Down”, está aí uma abertura que inegavelmente deixa uma ótima impressão. Nesta primeira cena também já fica claro o antagonismo e rivalidade entre Jean Valjean e Javert, o que dá o tom para o resto do filme.

Entre as cenas mais impactantes estão também o encerramento de “Valjean’s Soliloquy”, momento que marca o grande ponto de virada do protagonista, e a sequencia de “One Day More”, cantada por todo elenco e que no teatro é o encerramento do primeiro ato. Também recebe uma belíssima adaptação a primeira canção do segundo ato, “Do You Hear the People Sing”, que segue a anterior no filme e reanima os espectadores para a batalha que está por vir.

Além de seu olho clínico combinado com uma bela fotografia, Tom Hopper resolveu inovar ao colocar seu elenco para cantar ao vivo. Até então os filmes musicais sempre gravavam as canções previamente em um estúdio e os atores precisavam apenas dublar quando estivessem gravando a cena. Por se tratar de um filme em que se canta o tempo inteiro, para Hopper isto não iria funcionar. Em prol de uma interpretação mais realista e emocional, o diretor providenciou um pianista que tocasse as músicas nos bastidores junto com a gravação. Os atores, então, ouviam a melodia através de um pino no ouvido e cantavam as músicas quantas vezes fosse preciso, ou melhor, quantos taques fossem necessários.

De fato, a performance dos atores foi bastante aprimorada e a mudança não passa despercebida pelos espectadores, que são tocados em um nível ainda maior por conta dessa técnica. Sua escolha, porém, foi polêmica. Além de ter sido o primeiro a usar este método e, portanto, já causar frisson só por isso, os fãs da peça podem estranhar ao se deparar com uma música que já conhecem há tanto tempo com um ritmo mudado ou notas diferentes.

Uma escolha realmente duvidosa feita por Tom Hopper, aliás, foi o uso em excesso de planos holandeses (aquele em que o objeto de cena ao invés de ficar centralizado fica à um canto da tela), assim como a persistência do diretor na utilização de close-ups, por vezes inapropriadamente. Nos dois casos a sensação que fica é a de perda de conteúdo e principalmente, o desvio de atenção do espectador. É o que acontece na cena de “I Dreamed a Dream”, filmada inteiramente em um quadro tão próximo à atriz que a câmera chega a não conseguir acompanhar seus mais leves movimentos.

Claro que nenhum desses fatores é capaz de estragar o filme belissimamente construído e muito menos a performance desse elenco tão apaixonante. Os atores, protagonistas e coro (grupo esse formado completamente por atores que já fizeram parte dae alguma montagem do musical no teatro), são os maiores responsáveis por levar o espectador em uma jornada de dor e sofrimento através de uma trilha sonora clássica e emocionante. O filme faz uma bela homenagem à obra e à peça e explica para o grande público o porquê de todo o sucesso de Os Miseráveis até os dias de hoje.
Victor C.
Victor C.

14 seguidores 17 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 8 de abril de 2013
Ponto muito bonito do filme é como ele trata o sentimento. Retrata bem como é algo MUITO relativo. Como uma adolescente que o “amor da sua vida” gosta de outra pode ficar tão ou mais arrasada do que uma mulher que é obrigado a virar prostituta para sustentar a filha. Situações como essa, que realmente acontecem na vida real, fazem você ter uma grande imersão no filme.

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João M.
João M.

9 seguidores 16 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 5 de novembro de 2013
“Les Misérables”, de Tom Hooper, é mais uma adaptação para o grande ecrã do eterno romance de Victor Hugo. Além de terem sido inúmeras as adaptações desta obra para o cinema, esperava-se algo de diferente e verdadeiramente original desta nova adaptação, já que ela teve como inspiração essencialmente o musical da Broadway e não a obra-prima de Victor Hugo. As primeiras imagens e trailers deixaram toda a gente com muita vontade de ver o filme e as oito indicações ao Óscar que o filme obteve veio deixar as expectativas ainda mais altas, tendo eu próprio ficado bastante curioso em ver esta obra cinematográfica. Os valores da produção eram surreais, o elenco era extraordinário e o material de base tinha tudo para originar sequências musicais excepcionais, mas Tom Hooper, uma vez mais, não nos encheu as medidas, sendo “Les Misérables”, na minha opinião, mais um filme bastante sobrevalorizado do realizador.

“Les Misérables” conta-nos a história de Jean Valjean (Hugh Jackman), um prisioneiro que consegue a liberdade condicional do seu guarda prisional, Javert (Russel Crowe), depois de cumprir uma pena de dezanove anos pelo roubo de um pão. Jean Valjean sabe que nunca deixará de ser visto como um criminoso aos olhos de Javert, mas mesmo assim decide tentar a sua sorte num novo mundo, totalmente modificado pelo passar dos anos. A tremenda miséria impele Valjean a cometer roubo numa igreja, sendo posteriormente apanhado por oficiais. Mas, ao contrário do que seria de esperar, o padre da igreja absolve-o de toda e qualquer culpa e oferece-lhe uma oportunidade de redenção. Esta oportunidade foi agarrada com toda a força por Valjean, que surge anos depois, com outra identidade, como uma figura respeitada e adorada pela população onde vive. Valjean volta a cruzar-se com Javert, reacendendo uma rivalidade antiga. Na sequência, Valjean causa o despedimento e a desgraça de uma funcionária da sua fábrica, Fantine (Anne Hathaway), e enfrenta outro caminho de redenção. Depois de ver todo o mal que proporcionou a Fantine, Valjean promete-lhe, antes desta morrer, que irá cuidar da sua filha, Cosette (Amanda Seyfried na versão adulta da personagem). Javert está cada vez mais próximo, sendo Valjean obrigado a fugir com Cosette ao seu cuidado e com uma revolução em Paris prestes a emergir.

Um dos principais pontos fracos do filme é mesmo a sua realização, deixando Tom Hooper, como já tinha referido, muito a desejar, tendo sido incapaz de filmar um musical desta envergadura com a imaginação e o sentido de grandiosidade que ele merecia. Os diálogos maioritariamente musicais, embora bem compostos e ensaiados, não deixam de causar a impressão de uma excessiva teatralizarão que não assenta completamente no grande ecrã. Os constantes diálogos musicais entre as personagens chegam a ser saturantes, sendo este mais um erro de Hooper, que deveria adicionar alguns intervalos para as necessárias apreensões e para o estabelecimento do elo emocional entre as personagens e o espectador.

Quanto aos actores, Hugh Jackman esteve muito bem, demonstrando que é um excelente actor e que consegue ser muito mais que um “bicho”. Em “Les Misérables”, a grande interpretação pertence a Anne Hathaway, que esteve absolutamente irrepreensível, sendo, na minha opinião, o melhor papel de sempre da jovem actriz. Russel Crowe teve um interpretação segura, como de resto já é habitual nele, deixando apenas um pouco a desejar enquanto cantor. Amanda Seyfried, foi uma das piores, talvez pelo facto de apresentar-se de forma irritantemente semelhante ao seu papel em “Mamma Mia!”. Eddie Redmayne foi competente, apresentando uma interpretação segura. Quanto à dupla Sacha Baron Cohen e Helena Bonham Carter, ambos conseguiram boas interpretações, mas estiveram longe de se inserirem com sucesso no enquadramento do filme, fazendo esta dupla parte da película com um único fim, o de arrancar algumas gargalhadas aos espectadores.

Esta nova obra de Tom Hooper não é um completo desastre, longe disso, mas com tanto dinheiro para a produção, com um leque de actores de luxo, com uma história de base fantástica, pedia-se a Hooper muito mais que aquilo que conseguiu.
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