Não recomendado para menos de 14 anos
Para Kaja (Agnes Kittelsen), a família é a coisa mais importante do mundo. Mesmo vivendo com um homem que há muito se recusa a fazer sexo com ela porque se supõe que já não é mais atrativa, Kaja segue preservando sua família. Porém, quando novos vizinhos - que têm um casamento perfeito - se mudam, Kaja começa a enxergar um novo mundo, havendo consequências para todos.
3,5
Bom
Happy, Happy
Sob a superfície
por Francisco Russo
É curioso notar como certos países possuem filmografias com características bem particulares. O cinema americano, por exemplo, costuma ter um olhar mais voltado para o lado capitalista na produção de filmes, enquanto que o brasileiro volta e meia traz uma pitada de cunho social. O francês é mais verborrágico, o espanhol mais picante e por aí vai. É claro que nem todos os filmes seguem este caminho, mas existe uma aura referente à população local que, de uma forma ou de outra, reflete também no cinema. No caso dos países escandinavos, o que mais chama a atenção é como o frio dominante do ambiente afeta também os relacionamentos humanos, muitas vezes escondendo debaixo do tapete questões bastante sérias. Happy, Happy, representante norueguês, é um destes casos.
A trama acompanha dois casais, Kaja/Eirik e Elisabeth/Sigve, cujas vidas se entrelaçam a partir de relacionamentos extra-conjugais
Ler a crítica
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Oscar
Apresentação oficial da Noruega para a categoria de Melhor Filme Estrangeiro do Oscar 2012.
Nacionalidade
Noruega
Distribuidor
Vilacine
Ano de produção
2011
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
1 curiosidade
Orçamento
-
Idiomas
Norueguês
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-
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