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Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
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New York Times
[...] É um filme brilhantemente verdadeiro sobre um assunto que é geralmente envolto em pensamentos positivos, promoção de mitologia e negação total.
CineClick
Não há dúvidas de que Lee Daniels é um diretor talentoso e inteligente, que sabe manipular bem o material que tem em mãos para contar uma boa história.
A Tarde
É muito interessante a maneira como a narrativa se estabelece de forma enxuta, capturando impressões que vão dando uma ideia da formação do personagem. O resultado é de tal forma eficiente que o espectador parece conhecer profundamente Cecil quando este se encontra no momento crucial de sua vida...
Chicago Sun-Times
No entanto, há uma abundância de risinhos e gargalhadas durante "O Mordomo da Casa Branca", que Lee Daniels dirige com cerca de cinco estilos de uma só vez, como um maestro de Bollywood. Não, não é um musical, mas faz muita música visual.
Almanaque Virtual
Certas passagens alteradas da história real, por exemplo, o próprio nome do mordomo - Eugene Allen o nome verídico -, comprometem alguns méritos do filme. [...] O mais intrigante é saber como o diretor e Oprah conseguiram reunir um elenco tão forte.
Cinema com Rapadura
O longa não consegue fugir do maniqueísmo típico de produções que levantam bandeiras, mesmo que válidas. O desrespeito a alguns líderes norte-americanos, transformados em coitados ou completos imbecis [...] é o exemplo mais explícito.
Cineweb
O diretor Lee Daniels, porém, erra e pesa a mão neste trabalho ao preterir a testemunha ocular da História do século XX, o simples Eugene, para criar Cecil, uma figura de importância superestimada dentro das negociações da Casa Branca.
O Globo
O roteiro, de Danny Strong (do staff da premiada série de TV “Mad men”), troca nomes e referências pessoais para desenvolver a trama para além da trajetória de um homem comum [...] Nesse processo, cede ao esquematismo, forçando situações que sirvam para ilustrar momentos importantes da história americana recente.
The Hollywood Reporter
Um filme esquemático, mas emocionalmente eficaz, que faz um levantamento do movimento de direitos civis a partir da perspectiva única de um mordomo da Casa Branca.
Variety
Os traços do diretor podem ser vistos na mistura de estilos de atuação, com sentimentalismo gratuito alternado com momentos de real emoção, e uma tonalidade que oscila entre o melodrama social sério e filme épico feito para cinemas comerciais.
Críticos.Com.Br
Assim como o similar e superestimado “Histórias Cruzadas”, o novo filme do diretor Lee Daniels é um projeto que essencialmente vê o negro pelo olhar de uma sociedade branca [...]
Folha de São Paulo
Daniels tinha em mãos um personagem singular, mas ele desperdiça boa parte da projeção com conflitos domésticos previsíveis e se deslumbrando com os atores que reuniu em papeis secundários [...]
Papo de Cinema
Um filme que funciona como leve entretenimento e que resume em duas horas grande parte da história norte-americana no século XX – servindo bem àqueles que perderam as aulas sobre o assunto.
Screen International
Espremendo em um único filme uma quantidade de informações que caberia em uma minissérie, este filme ardoroso e ocasionalmente emocionante simplesmente não tem tempo para aprofundar os vários períodos mostrados.
Critikat.com
Esta vasta intenção pedagógica faz de "O Mordomo da Casa Branca" um projeto essencialmente grotesco, que só consegue captar as tranformações históricas no formato de instantes, e de um grande panorama glorificando um país, os Estados Unidos, e uma figura semi-divina, o Presidente.