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    O Mordomo da Casa Branca
    Média
    4,5
    701 notas e 42 críticas
    distribuição de 42 críticas por nota
    16 críticas
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    42 críticas do leitor

    Kamila A.
    Kamila A.

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    3,0
    Enviada em 17 de setembro de 2014
    “O Mordomo da Casa Branca”, filme dirigido por Lee Daniels, é uma obra muito clara em suas intenções – apesar de, em alguns momentos, o diretor forçar a barra para enfatizar a sua mensagem principal. Porém, por trás do retrato de acontecimentos importantes da história recente dos Estados Unidos, como a luta pelos movimentos dos direitos civis norte-americano, a Guerra do Vietnã e o Partido dos Panteras Negras; nós temos um relato sobre a natureza de uma relação entre um pai e seu filho.

    Cecil Gaines (Forest Whitaker) é o produto dos Estados Unidos escravocrata, nos Estados do Sul, que viu seu pai ser assassinado na sua frente pelo truculento “homem branco” e que passou a sua vida inteira servindo os outros. É o desejo dele de ter uma vida mais digna que o leva a ir progredindo profissionalmente, com as limitações que lhe são impostas, ao ponto de ele se doar também para proporcionar à sua família uma vida confortável.

    Seu filho mais velho, Louis Gaines (David Oyelowo) é o produto dos Estados Unidos que estava acordando, nos anos 60, com a luta pelos direitos civis, quando os negros, por meio da resistência civil não-violenta, aspiravam ao alcance da mudança e da igualdade dentro do seu próprio país. Neste sentido, uma frase dita por Cecil é muito emblemática e forte, ao ilustrar essa situação: “os Estados Unidos sempre foram cegos em relação ao que fazem aos seus próprios habitantes. Nós olhamos para o resto do mundo e julgamos. Nós vemos o que acontece nos campos de concentração, mas não reconhecemos o fato de que esses mesmos campos aconteceram por quase 200 anos aqui no nosso país”.

    Assim como seu filho, que nasceu em uma sociedade opressora e cruel com os seus iguais, Cecil, de uma certa maneira, também viveu uma realidade oprimida. Apesar de ter uma profissão, ele foi treinado para ser subserviente e para esquecer os seus próprios pensamentos em prol da dedicação e da confiança que devota ao seu patrão (o filme enfoca, principalmente, o período em que ele esteve no olho do furacão, servindo oito presidentes dos Estados Unidos na Casa Branca). Cecil tem uma ética tão grande em torno daquilo que faz que o grande ponto de “O Mordomo da Casa Branca” é a sua transformação, quando ele passa a enxergar aquilo que ele é de verdade dentro do principal símbolo da democracia norte-americana.

    Portanto, mais do que uma crônica sobre a história de superação dos negros dentro dos Estados Unidos, “O Mordomo da Casa Branca” é, ao mesmo tempo, o relato sobre uma terra em que tudo é possível. O filme começa, em 1926, com os negros sendo escravizados e tratados como um nada; e termina com a virada, com a eleição de Barack Obama – o primeiro presidente negro da história dos Estados Unidos. É um final épico, típico de Hollywood, para um filme que desperdiça o seu potencial crítico sobre um tema que, infelizmente, continua a ser atemporal, pois, enquanto existir a intolerância, o preconceito e o desrespeito, essa história ainda não terminou.
    Neto S.
    Neto S.

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    3,0
    Enviada em 4 de janeiro de 2014
    1926, Macon, Estados Unidos. O jovem Eugene Allen vê seu pai ser morto sem piedade por Thomas Westfall (Alex Pettyfer), após estuprar a mãe do garoto. Percebendo o desespero do jovem e a gravidade do ato do filho, Annabeth Westfall (Vanessa Redgrave) decide transformá-lo em um criado de casa, ensinando-lhe boas maneiras e como servir os convidados. Eugene (Forest Whitaker) cresce e passa a trabalhar em um hotel ao deixar a fazenda onde cresceu. Sua vida dá uma grande guinada quando tem a oportunidade de trabalhar na Casa Branca, servindo o presidente do país, políticos e convidados que vão ao local. Entretanto, as exigências do trabalho causam problemas com Gloria (Oprah Winfrey), a esposa de Eugene, e também com seu filho Louis (David Oyelowo), que não aceita a passividade do pai diante dos maus tratos recebidos pelos negros nos Estados Unidos. O Mordomo Da Casa Branca é Um Filme Muito Interessante Com Uma Boas Historia e Boas Atuaçoes Mais o Filme Nao Chega Ser Excelente Na Minha Opniao e Longe De Ser Excelente Mais Que o Filme e Bom Ou Legal é Sim Nota 7.5
    Elson Leonardo
    Elson Leonardo

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    3,5
    Enviada em 4 de fevereiro de 2014
    Eu definiria "O Mordomo da Casa Branca" como um filme competente, mas não empolgante! O longa tem boas atuações (destaque para Lenny Kravitz), bons diálogos, bom elenco e um bom enredo, entretanto, o filme não consegue cativar quando parte para momentos mais emotivos ou mais intensos. Os mais sentimentalistas até podem se comover, mas creio que o mesmo não acontecerá com um público um pouco mais exigente. Mesmo sendo um bom filme, é completamente compreensível a ausência de "O Mordomo da Casa Branca" nas categorias mais importantes do Oscar para esse ano. Mesmo assim, RECOMENDO!!!
    Erika
    Erika

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    3,0
    Enviada em 28 de março de 2015
    Um bom filme! O tema central é o racismo, muito interessante.
    Benedicto Ismael C.
    Benedicto Ismael C.

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    2,5
    Enviada em 21 de novembro de 2013
    O Mordomo da Casa Branca vai num ritmo suave, um pouco arrastado no final, mas é bom de se ver. Filmes que abordam a escravidão sempre nos deixam indignados. Como foi possível? O Mordomo, apesar da rudeza, vai no politicamente correto em defesa da nação americana, e dos seus ideais de vida para todos que lá nasceram. Mas todos nascemos no planeta, o natural seria direitos e oportunidades iguais para todos. Após a 2ª. Guerra, USA e Europa, trataram de assegurar seus interesses em prejuízo do resto do mundo. Hoje temos uma grande miséria global e uma grande parcela da população despreparada para a vida, sem ideais mais elevados, alem de comer, beber e se divertir.
    Michel C.
    Michel C.

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    4,0
    Enviada em 21 de fevereiro de 2015
    Gostei muito desse filme, vale a pena. Não vou comentar a parte política, tampouco histórica, pois acredito que toda mensagem é imparcial, logo tem endereço certo e não vale a pena entrar neste mérito. Achei o filme dinâmico, com muitas mensagens indiretas, pegue a sua e guarde. A relação do pai com o filho já valeu o filme todo.
    Fabio O.
    Fabio O.

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    5,0
    Enviada em 28 de dezembro de 2013
    acabei de assistir; super filme emocionante do início ao fim. recomendo puta filme só falando assim.
    Audrey T.
    Audrey T.

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    5,0
    Enviada em 12 de novembro de 2013
    Sensacional, impecável. Roteiro brilhante, caracterização incrivel, historia maravilhosa. Super recomendo!
    Diego M.
    Diego M.

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    5,0
    Enviada em 8 de novembro de 2013
    Assim como outros filmes de cujo tema principal é a segregação racial (Histórias Cruzadas e Crash: No Limite), O Mordomo da Casa Branca, com excelente elenco, não fez diferente e manteve o padrão de autenticidade e profissionalismo. Além da recorrência à veracidade dos fatos, este longa nos induz a sentir na pele, sofrer com os protagonistas, aderir a mesma causa, vivenciar fatos hediondos, como se fossem atuais, enfim, sua perfeita direção vem de nos incluir na própria história da humanidade, através de situações vividas de nossos antepassados.
    Longas relacionados a área não são atrativos para todo o universo de público, umas vez que envolve história, política e drama, desta forma, tratando de temas não muito atraentes e proporcionando conteúdo a uma específica coletividade. Com isso, sendo considerável não aconselhável a todos os gêneros de telespectadores, haja a vista a recorrente dados importantes históricos, governamentais e bastante tempo transcorrido (132 mins). Todavia, ao fornecer um olhar àqueles que apreciam, não só a arte de “recriar realidades humanitárias”, mas também de uma excelente temática, advinda de exuberantes encenações, “O Mordomo da Casa Branca” propicia todos os elementos necessários a um forte concorrente ao Óscar.
    Pode-se observar singelas, porém notáveis atuações de artistas renomados como Robin Williams, John Cusack, Jane Fonda, Terrence Howard, Cuba Gooding Junior, Mariah Carey e Lenny Kravitz. Entretanto, não por menos, Oprah Winfrey (Gloria Gaines) e Forest Whitaker (Cecil Gaines) roubam a cena, reafirmando total competência por todas respectivas carreiras, proporcionando não só com a personificação dos personagens reais vividos, mas também demonstrando suas mudanças carateriais aos longos dos anos, viabilizando um show de interpretação e performance.
    Desta maneira, tal longa, apesar de tratar temas recorrentemente utilizados nas telinhas, se destaca pela genuinidade, fidedignidade e eficiência, inteirando assim uma estupenda nota 5,0; onde se visto por um público de gosto apurado e distinto, pode ser considerado como uma obra-prima remodelada da própria história vivenciada por nossos ancestrais, que de uma forma ou de outra, moldaram o “presente” e ainda influencia diretamente em nosso “futuro”.
    Hercules Z.
    Hercules Z.

    Segui-los 26 seguidores Ler as 3 críticas deles

    5,0
    Enviada em 11 de novembro de 2013
    Sensacional, roteiro bem administrado, devido aos acontecimentos. Recomendo assistir, pois Oprah está simplesmente fantástica...
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