Maze Runner - Correr ou Morrer: Críticas - Página 2
Maze Runner - Correr ou Morrer
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Ric Brandes
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4,0
Enviada em 28 de novembro de 2014
A palavra de ordem em Maze Runner – Correr ou Morrer é essa: Corra, e não olhe para trás! Mais uma franquia de sucesso, adaptada do romance futurista do americano James Dashner, que explora o terreno fértil de Jogos Vorazes e Divergente.
Num futuro utópico, em meio ao caos, surgem os escolhidos para enfrentar o sistema. Já viu essa história antes? Sem Problemas! O filme soube se impor e fez muito sucesso, trazendo características interessantes, como a tensão constante e muitos mistérios a serem revelados.
Surpresas a parte, Maze Runner prende a atenção do espectador com muitas cenas de ação constantes, tão rápidas quanto uma corrida longa. Explorando os cenários e mistérios do Labirinto, os personagens descobrem muitas surpresas e enfrentam muitos perigos.
Um filme bem original, que promete muitas sequências. Corra e assista, sem olhar para trás!
Considerado uma das maiores estreias do ano, a distopia Maze Runner é adaptação do best-seller escrito por James Dashner, tendo seu primeiro volume nas telonas deste ano.
No inicio, podemos ver Thomas em um elevador chegando à um lugar totalmente desconhecido e ele totalmente sem memória. Outros garotos aparecem e mostram que, na verdade, Thomas está na 'Clareira', e todos estão cercados por um labirinto. Durante todo o tempo que os Clareanos (como são chamados aqueles que vivem onde Thomas chegou) estiveram tentando escapar, nada aconteceu, e tudo o que eles tentaram fazer não deu certo. Porém, com a chegada dele e de Teresa (a primeira mulher no grupo), as coisas começam a mudar e a visão deles sobre o labirinto se expande. Thomas, apesar de ser o fedelho-novato, é a motivação que todos precisavam para entender que ali não é o lugar deles e que todos precisavam sair. Bem, e o resto vocês já devem saber!
Não posso dizer por aqueles que leram o livro, mas, mesmo para aquele que não leu, é um ótimo filme. Há quem diga que "a adaptação não foi fiel", mas me diga, qual adaptação é cem por cento fiel? Maze Runner, apesar de ser uma distopia, está longe de parecer com Jogos Vorazes ou Divergente.
Se há uma pessoa que merece parabéns por tudo isso é o diretor de artes visuais e o diretor Wes Ball. As imagens e aquele fundo (tela verde) ficaram incríveis! Os atores (todos eles) fizeram um ótimo trbalho. A filmagem e a trilha sonora se encaixaram bem em tudo, o que fez de Maze Runner um dos melhores filmes deste ano.
Uma coisa boa é que se você não leu o livro, o suspense para você é maior! O filme é 90 por cento ação, o que atrai grande parte do público. O filme tem que ter um entendimento por si só, sem precisar do livro, e Maze Runner trouxe isso. O final deixa um gostinho de quero mais! Se você assistir o filme tenho certeza que ficará ansioso para o segundo longa.
*E James Dashner, o autor, aparece por alguns segundos no filme.*
Escrito em 20/09/2014 Eu como grande fã dos livros, sendo que Maze Runner foi o melhor livro que já li (ate o momento) coloquei muita expectativa nesses 7 meses de espera, finalmente chegou ao cinemas e sai da sala com um sorriso no rosto!
O roteiro desenrola-se de forma ótima, mesmo que para os que não leram o livro, o início do filme seja meio confuso, a história vai sendo explicada aos poucos, mas nunca revelando o mistério de como aqueles jovens foram parar naquele imenso labirinto (até porque no livro isso não revela), o diretor Wes Ball, conseguiu fazer com que tudo parece real. As cenas estão perfeitas, mistérios, medos, os atores conseguiram dar muita vida aos personagens (Dylan O'Brien de Teen Wolf se mostrou como um ótimo ator e que tem talento pra ser protagonista em filmes de pesos), os efeitos especiais do filme são simplesmente incríveis também, o labirinto é muito bem construído, assim como as cenas de ação mesmo com um orçamento muito baixo para o filme, Wes Ball conseguiu aproveitar até o último centavo.
No quesito de fidelidade ao livro, 80% do que os fãs leram está no filme. Há sim algumas alterações, mas nada drástico. Wes modifica poucas coisas, mas sempre mantendo a essência do livro. E por mais que as mudanças possam incomodam os fãs dos livros, o filme se sobressai em vários aspectos, tanto no roteiro (que independente das mudanças com relação á historia original) se sai bem alinhado, pois acompanha os passos necessários dos acontecimentos contidos no livro, e o que curti bastante é que toda violência e tensão que o livro contém foi exposto ao filme do melhor jeito possível. Então se você for fã dos livros, vá com a mente aberta, algumas coisas não dão certos na telona.
O filme é muito bom dentro do possível e a cena final é de deixar com raiva qualquer um implorando por mais (final estilo Resident Evil ) Então que venha Prova de Fogo, Cura Mortal e Ordem de Extermínio e que o Wes Ball faça um ótimo trabalho (melhor) assim como fez nesse!
Não se mexe em time que está vencendo. Hollywood sabe disso muito bem e com o mega sucesso de Jogos Vorazes, somos bombardeados por outras histórias em um futuro sombrio onde jovens são a salvação. Dá muito certo por vários motivos. Maze Runner não é uma exceção. Mas as comparações terminam aí. Maze Runner difere de Jogos Vorazes e Divergente já em seu protagonista, um rapaz. Thomas é jogado, sem memória, em uma vila cercada por um labirinto, ele procura entender por que está lá. É assim que o filme começa, sem nenhuma explicação. Começamos a conhecer mais sobre a história junto com ele, algo que nos faz simpatizar com o jovem. Percebemos logo no começo que Thomas apareceu na vila para agitar as coisas. A sociedade lá já estava praticamente organizada, e os jovens já haviam meio que aceitado sua condição de cativos. Mas não Thomas, desde o início ele procura entender por que foi mandado para lá e, mais importante, como conseguirá sair. O filme possui várias cenas tensas, principalmente as que se passam dentro do labirinto, proporcionando grandes sequencias, algumas das quais fiquei na ponta da poltrona. As cenas do labirinto também são interessantes por mostrar a inteligência de Thomas, que não é um adolescente qualquer, perdido e com medo. Ele incorpora a sua condição de herói sem a menor relutância, fazendo-me perguntar se ele já não tinha algum treinamento anterior ao labirinto. Dylan O’Brien faz o seu papel muito bem, ele é um ator muito bom que devemos manter o olho. Um de seus maiores trunfos foi se desligar do personagem que faz em Teen Wolf. Thomas não tem nada a ver com Stiles Stilinski, O’Brien cria seu próprio personagem em Maze Runner e consegue convencer. A história não é lá tão inovadora, sem nenhuma reviravolta inesperada, ela segue de uma forma linear e até um pouco previsível. O final deixa algumas questões abertas, afinal o filme baseia-se em uma série de livros. Não consigo imaginar para onde que a história irá se caminhar nas sequências. Mas, no fim, Maze Runner é uma boa pedida que consegue entreter e divertir. Com certeza é um ótimo filme que me deixou curioso pelo resto da história. Com certeza irei ler os livros agora.
BOM. Na média final o filme é BOM, tem um roteiro misterioso e interessante, uma boa produção de cenários, som e efeitos digitais, mas o há muitos pontos que há falhas na execução, como por exemplo, como podem ter meninos presos por anos naquele lugar e todos estão com aspecto de que estão pronto pra ir pra uma balada, cabelo arrumadinho, cortadinho e tal, outra coisa, no final os participantes sofreram pra caramba pra chegar até á saída e o Gally que nunca entrou no labirinto consegue chegar rapidamente sozinho na saida, são coisas pequenas e talvez bobas mas que acaba tirando um pouco o bom clima do filme.
Filme maneiro. Da para assistir sem se decepcionar. Lembra um pouco o estilo Jogos Vorazes...Mas não se compara a ele..Em fim vamos aguardar o segundo para mais detalhes...
Já fui ao cinema assistir The Maze Runner - Correr Ou Morrer três vezes. Dá pra perceber que sou fã dos livros. Na estreia fui como um grande fã, que ansiou por longos 5 anos por esse filme. Na segunda fui pra apresentar a série à alguns amigos. E ontem fui novamente pra colocar o meu olhar crítico na adaptação cinematográfica. Me surpreendi a cada vez que vi! Gostei da primeira, Adorei da segunda e agora admito que achei f*da demais! Tudo ficou bastante impressionante: roteiro, desfecho, efeitos especiais e claro o elenco, que foi um dos principais pontos positivos do filme. Correr Ou Morrer consegue transmitir exatamente aquilo que queria: suspense, mistério, ação e cenas asfixiantes. Comparações com Jogos Vorazes e Divergente são automáticas, mas afirmo que Maze Runner é uma distopia com um 'Q' a mais, prendendo o telespectador do início ao fim. E ao final, com cenas que revelam pouco - mas que não deixam quem assiste boiando - você fica ansioso pra ver a sequência já amanhã!
Mais uma adaptação para a telona de um livro voltado sobretudo para o público adolescente. Mesmo para quem não leu o livro, e não precisa, o filme cumpre o papel. O esperado elenco de menininhos bonitos, bons efeitos especiais, uma trama misteriosa que só se revela (?) ao fial e o esperado gancho para a continuação. Dá para divertir-se e esperar (sem muita ansiedade) o próximo. Não sei mais quanto tempo o cinema vai viver de produzir filmes a partir de livros para adolescentes, mas ao menos este é competente, embora não seja sensacional.
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