Amor
Média
4,3
507 notas

71 Críticas do usuário

5
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André L.
André L.

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4,0
Enviada em 9 de junho de 2013
É um filme duro, e que como na realidade, nem sempre possui um final feliz. Destaque para a interpretação dos dois atores veteranos... perfeitas!! Enredo original e bem delineado, mostrando a evolução da doença com muita realidade. Ponto fraco é a monotonia das eternas e paradas cenas dos cuidados com a doente. Não gostei do desfecho, pois, excessivamente frio. De todo modo, vale muito a pena assistir e se surpreender com a frieza do filme.
Kaique O.
Kaique O.

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4,5
Enviada em 17 de janeiro de 2014
Produção excelente, atores bons e uma história incrível.
Fabiana R.
Fabiana R.

17 seguidores 24 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 2 de junho de 2013
Já na primeira cena pude perceber que era um filme para chocar e fazer refletir. Interessante que é um filme sem trilha sonora, o que não é comum. O silêncio serve para enfatizar ainda mais a carga dramática do filme. Muito emocionante mas não é filme para quem espera um final feliz. É um filme para pensar e repensar depois de assisti-lo.
Leonardo M.
Leonardo M.

19 seguidores 17 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 30 de maio de 2013
O filme não é nem belo, nem feio; é simples e profundamente realista. São a secura, a crueza e a dureza as características mais preponderantes de "Amor"; contudo, é justamente essa falta exacerbada e minuciosa de sentimentalismo, que traz à tona, no maior dos paradoxos, o sentimentalismo exorbitante que consagra o filme como uma grande obra. Isto, porque, nada mais, nada menos, "Amor" adere à forma do como a realidade cobre a nossa vida: o espaço e o tempo, por si só, desenrolam-se em uma formidável impassividade, mas adentro do ser humano, essa tamanha impassividade é ativa, ganha perspectivas, transborda, racha e vibra de sentimentos. O autor, aqui, prova a completude entre filme e telespectador, entre realidade e espectadores: se se exalta a objetividade e o caráter científico, impõe-se a subjetividade, a introspecção e a sensibilidade, se se exprime como realidade, transforma-se em inúmeras ficções no estalar dos segundos, se não há trilha sonora (como no filme), então nós mesmos criamos as mais diversas e exóticas melodias. Um filme sem dúvida claustrofóbico e envolvente, que, embora muito usual à condição humana, serve de despertador para muitos no que diz respeito à inevitabilidade das limitações, da incerteza e das oscilações de nossa existência.
Tamyris B.
Tamyris B.

22 seguidores 4 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 13 de maio de 2013
O filme é incrível! Realmente é polêmico e provocador,e o título não mente. O filme fala principalmente do amor e do que fazemos em nome dele.
É compreensível o porquê desse filme ter sido impopular. Quando se pensa em romance,o que vem automaticamente a cabeça são dois jovens se apaixonando e lutando para viver seu amor, ou algo do gênero. Quem quer ver dois idosos que já estão casados há anos e que estão enfrentando dificuldades provenientes de complicações de saúde? O filme trata do casamento. Do casamento real. Aquele que enfrenta tribulações,aquele que caiu na comodidade e no marasmo. Na paixão que virou amor,cumplicidade e amizade.
É tocante e comovente ver a relação dos dois personagens principais. Que tem um ao outro somente,mas por opção. Não são sociáveis,não fazem questão de ter amigos. Não são muito próximos a única filha. Tudo o que eles têm são um ao outro e seu estilo de é interessante.
A atuação é da mais alta qualidade. O filme apenas ratificou minha opinião de que a vencedora do Oscar de Melhor Atriz deveria ter sido Emmanuelle Riva. Nada contra a Jennifer Lawrence,mas oque é mais desafiador? Interpretar uma jovem,que lida de forma cômica,com seus traumas e se apaixona por um cara que sofre dos meus traumas que ela ou interpretar uma senhora idosa que está sofrendo as sequelas de dois derrames,se degenerando gradualmente? Eu particularmente admiro muito atores que interpretam personagens deficientes. A interpretação limitada,pausada,silenciosa, sim é difícil! Atuar bem não significa ser expansivo. E disso Emmanuelle Riva entende bem,tanto que o fez com maestria.
Muito se falou de Emmanuelle,mas Jean-Louis Trintignant também está excelente no filme e merece muitos elogios por sua brilhante atuação.
"Amor" é um filme difícil,um tema complexo,mas absolutamente lindo e bem feito. Uma história muito bem contada para provocar e fazer refletir sobre o amor e as coisas que fazemos em nome dele.
James W.
James W.

9 seguidores 4 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 15 de março de 2013
Filme difícil de digerir, mas é feito com maestria pelo diretor austríaco Michael Haneke, que faz um filme nem um pouco bonitinho, se parecia conforme o titulo em português "amor", ele faz um filme cru, com grandes interpretações dos atores Jean-Louis Trintignant e Emmanuelle Riva, atriz essa com uma imensa naturalidade diante de cenas chocantes, e o modo de filmar do diretor lembrar um pouco o ótimo filme dele de 2005 "Caché", apesar dos temas dos dois filmes serem diferentes, mais o filme se tornou mais uma das obras primas do austríaco.
Eduardo P.
Eduardo P.

84 seguidores 98 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 21 de janeiro de 2015
Para se falar de morte, um diretor, habitualmente, investe em uma trilha sonora carrega, cenas melodramáticas e protoganistas auto-piedosos, mas Michael Haneke, que ganhou a préstigiado prêmio Palma d’Ouro de melhor filme no festival de Cannes pela segunda vez com esse longa, traz uma abordagem completamente oposta. O diretor usa a solidão e o silêncio para movimentar as personagens e, como resultado, obtém um dos filmes mais simples e belos dos últimos tempos. Focado em apenas dois atores, Emmanuelle Riva, em uma atuação incrivelmente sem excessos ou caricaturas e, de longe, a melhor do ano, e Jean-Louis Trintignant, num grau semelhante de realismo, o longa raramente abre espaço para cenários fora do apartamente dos protagonistas ou outros personagens, a única excessão contínua é Isabelle Huppert, que interpreta muito bem a filha do casal principal. A beleza estar na extrema realidade como a história se desenvolve. A simplicidade dura da direção, as incrivelmente humanas atuações do elenco e o roteiro extremamente cru e, às vezes, até cruel dão o tom desse longa, que trata magistralmente da inevitabilidade da morte, mas, também, exebi o sentimento de amor incondicional de uma forma surpriendentemente honesta, dura e bonita.
danicarreis
danicarreis

46 seguidores 71 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 4 de março de 2013
Filme duríssimo, mas excelente! A atuação do casal protagonista é impecável! Emmanuelle Riva é primorosa como Anne! Assistir ao filme certificou o que eu já tinha ideia: foi uma injustiça irreparável não dar o Oscar de melhor atriz para a protagonista de "Amor"!
Adilson M.
Adilson M.

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4,5
Enviada em 18 de fevereiro de 2013
É um filme fantástico! Haneke provoca no público diversas sensações e reflexões que não são fáceis de encarar. O filme provoca multiplas reflexões; Haneke faz o público sentir intensamente o pesado fardo que carrega Georges o personagem do brilhante ator (Jean-Louis Trintignant). Certamente é um filme instigante, e muito difícil de encarar, nos faz refletir questões importantes sobre o verdadeiro sentimento de amor e respeito pelo outro quando as provações e adversidades nos chegam. Georges se doa totalmente a sua esposa Anne (Emmanuelle Riva), tentando minimizar o sofrimento de ambos. O filme suprende ao tratar de um tema polêmico sobre a eutanásia como forma de libertação e uma critica sobre a falta de preparo e maturidade de enfermeiras e cuidadores de idosos.
Silvana C.
Silvana C.

1 seguidor 6 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 18 de fevereiro de 2013
Amour" é tão magnífico que não ouso fazer nenhum comentário, qualquer palavra seria vulgar, qualquer sentimento que esse filme despertou em nós, não encontrei palavras...silêncio para "Amour"!

Silvana Coutinho Grossi
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