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Tamara M.
1 crítica
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3,5
Enviada em 26 de fevereiro de 2013
"É caso para dizer que "Amour" é todo ele emocionalmente e intelectualmente cativante, mas convém salientar que não é um filme fácil e muito menos comercial" Esse trecho exprime em poucas palavras a sensação ao assistir o singelo filme Amour. Fui surpreendida pelo enredo que não caiu em clichês em nenhum momento. A vida, a velhice e seus obstáculos e os sentimentos de amor e lealdade são tratados com extrema delicadeza e pureza. Vale a pena assistir e "sonhar" com um par companheiro como Jean-Louis Trintignant.
Um soco no estômago , uma faça no coração . Imensamente triste , lida com as nossas maiores fragilidades e com os maiores medos, decrepitude , solidão, doença. É um filme da série " a vida não nos dá garantias", mas não precisava ser tão cruel...
Amor é um filme que tem um ar de tristeza do começo ao fim. É um filme muito melancólico e muito parado, o filme inteiro passa-se dentro do apartamento do casal de idosos porém,o filme tem uma história muito tocante e boas atuações. A indicação ao Oscar é merecida, mas não acho que mereça ganhar como melhor filme.
Um filme difícil. Muito difícil. Se for assistir, esteja preparado para vê-lo, pois tem cenas fortes. Admirei boa parte do filme, mas algumas achei muito pesadas, talvez desnecessárias, marcantes (até um pouco revoltantes). Ótimas atuações! Um filme que mexe demais com a gente, marcante mesmo, e até da medo de certas realidades da vida; filme sincero e em muitas cenas real, o que nos faz admirá-lo. Torço demais para Emmanuelle Riva ganha ro Oscar!!! Incrível maquiagem e atuação, parabéns.
Concordo com muitas das criticas feitas, só que para meu gosto, achei monótono e muito longo, não muda o cenário, os personagens ficam naquele apartamento e dali não saem, os atores são ótimos.
Retrata a difícil realidade de adoecer e sentir-se frágil, falível. E desta perspectiva, tem o tom francês de ver as coisas: de forma objetiva e às vezes, cruel. Estar junto para compartilhar a vida é tarefa árdua em qualquer idade e em quaisquer circunstâncias e o filme exprime, com valentia, o quanto respeitar o outro é tão importante quanto respeitar o próprio limite. Amar, neste caso, vira sinônimo de cumplicidade e aí mora a beleza do filme. Porém, seu ritmo é lento e falha ao tentar convencer o telespectador a respeitar a opção dos personagens e, principalmente ao expor a deficiência como responsável pela incapacidade de ser feliz. Quando, na verdade, a construção do nosso estar no mundo ao longo da vida é sim, muito mais determinante.
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