Amor
Média
4,3
507 notas

71 Críticas do usuário

5
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Máris Caroline G.
Máris Caroline G.

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5,0
Enviada em 20 de janeiro de 2013
Sobre a condição humana e como é difícil entender a condição alheia nas diferentes fasas da vida. Lindo, emocionante e cruel.
Susana C.
Susana C.

4 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 4 de fevereiro de 2013
Excelente filme. N é para todos! :) spoiler:
Maria D.
Maria D.

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 14 de fevereiro de 2013
Eu que vivo fazendo minis "resenhas" de filmes que vejo, gosto e, por isso, indico, desta vez recomendo que não caiam no apelo de "melhor filme de Cannes"; "indicado ao Globo de Ouro" e "indicado ao Oscar" do filme AMOR.

Apesar de inegáveis qualidades cinematográficas e magníficas atuações, é um dos piores filmes que já vi na vida. Massacrante, desnecessário, pesado e angustiante. Para piorar, vivi TUDO que o filme retrata com o meu amado pai há 6 meses atrás e garanto que ninguém merece viver isso na vida real e muito menos em uma inocente hora de lazer.#Fuja!
Tamara M.
Tamara M.

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3,5
Enviada em 26 de fevereiro de 2013
"É caso para dizer que "Amour" é todo ele emocionalmente e intelectualmente cativante, mas convém salientar que não é um filme fácil e muito menos comercial"
Esse trecho exprime em poucas palavras a sensação ao assistir o singelo filme Amour. Fui surpreendida pelo enredo que não caiu em clichês em nenhum momento. A vida, a velhice e seus obstáculos e os sentimentos de amor e lealdade são tratados com extrema delicadeza e pureza. Vale a pena assistir e "sonhar" com um par companheiro como Jean-Louis Trintignant.
Kaique O.
Kaique O.

2 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 17 de janeiro de 2014
Produção excelente, atores bons e uma história incrível.
Zarastro
Zarastro

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 17 de outubro de 2013
Este é um legítimo "filme para adultos". Adolescentes de quaisquer idades não devem assistir este filme.

Não sei quantos aqui passaram pela experiência de acompanhar proximamente a decadência, a morte em vida de um ente querido. Não sei quantos aqui imaginam quão solitária pode ser a existência dos pais, após os filhos terem ido embora para cuidar da vida. Enfim, não sei quantos aqui têm consciência do significa o amor ao companheiro numa relação de décadas, num mundo tão marcado pelo imediatismo, pela exigência generalizada da perfeição (de corpo e de alma) e pelas aparências rasas. Michael Haneke nos faz questão de nos relembrar o significado dessas coisas num filme realista, chocante e profundamente emocional - já que a aparente frieza dos atores abre espaço para que sintamos o drama que escurece suas vidas. O filme é lento, sim. Mas isso é absolutamente necessário, para que tenhamos o tempo para nos possamos ficar imersos na nova realidade que se imporá ao casal.

Jean-Louis Trintignant e Emmanuelle Riva - que apareceram também em diferentes segmentos da "Trilogia das Cores", de Kieslowski - fazem aqui, provavelmente, as maiores interpretações de suas longas carreiras. Ele, como o marido que se devota integralmente à esposa, após ela ter sofrido um derrame cerebral; ela, a esposa que vai sendo aos poucos desconstruída pela doença, sem que pouco ou nada seu marido possa fazer, a não ser amá-la e cuidar dela até o fim.

Palmas também para Isabelle Huppert, que faz o papel da filha independente há tempos longe de casa, e que se sente absolutamente impotente para fazer o que for por conta de sua separação dos pais. Ela simplesmente não consegue entender a situação, porque ela é jovem demais para ter tido essa vivência. E seus pais - por amor - simplesmente não querem envolvê-la nesse turbilhão que desestrutura completamente suas vidas. spoiler: Inclusive, em um dos diálogos que ela tem com o pai, ele fala: "Suas preocupações não me ajudam em nada. Não me entenda mal, não é uma crítica. Não tenho tempo para suas preocupações."


O final do filme é chocante, embora não necessariamente surpreendente. E nos coloca a questão que volta e meia vem à tona: o que é preferível, uma vida indigna ou uma morte digna? A resposta fica em aberto, e depende tão somente de cada um de nós.
Ronalde L.
Ronalde L.

8 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 20 de outubro de 2013
Amor é um filme pra ser assistido inúmeras vezes, e a cada uma delas você agregar um sentimento novo, uma visão diferenciada, de rever os próprios conceitos sobre o que o filme nos traz pra ser observado. Concluo que apenas raciocinar situações e relacionar fatos não ajudará desvendar os mistérios que o amor sempre deixa à tona. O filme está além de uma compreensão literal, ele deve ser sentido, então, se você não é capaz de experimentar diversos sentimentos ao assistir esse filme, tendenciosamente, concluirá barbáries ou pragmatismo. George é muito mais que um aposentado que gosta de música e "parece" ou ama Anne, sua esposa. Ele é um verdadeiro ser humano a ser desvendado em seus inúmeros anseios, histórias, sentimentos, enfim, em tudo aquilo que o compõe. O filme é complexo, não é fácil delineá-lo em palavras, apenas, ele pode e deve mexer com seus sentimentos, ao menos quem já viveu situações parecidas saberá apreciar com mais subjetividade. Lindo filme, indico pra quem gosta de pensar, sentir e abstrair.
Ana F.
Ana F.

1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 15 de maio de 2014
O filme Amour mostra exatamente a verdade sobre a vida humana. As cenas são extremamente honestas, quem já teve algum contato com pessoas assim na família sabe o quanto é sincero o que abordam ali. A trilha sonora faz um pouco de falta, mas a emoção vem a tona sem nenhum tipo de ajuda, apenas o visual consegue alcançar a nota de um ótimo filme. Emanuelle Riva (Anne) devia ter ganhado o Oscar, com sua atuação incontestável e maravilhosa.
estephanini
estephanini

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5,0
Enviada em 5 de setembro de 2015
O filme é um verdadeiro tratado filosófico. Trata de questões como a fragilidade do ser humano perante as adversidades da nossa existência, tais como a doença, a senilidade, e por fim, o conceito do amor, no seu sentido mais profundo. As cenas são secas, sem trilha sonora, nos remetendo cada vez mais fundo nas nossas reflexões, e ao observar aquele frágil casal, podemos mensurar a real dimensão do ser humano perante a finitude de nossa existência. A figura do pombo, teimando em adentrar naquele ambiente, conforme ví numa crítica, representa exatamente isso, a doença, a velhice, a sujidade, tudo o que o nosso mundo não deseja e quer esconder.
Maria Rita M.
Maria Rita M.

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3,5
Enviada em 4 de janeiro de 2016
Um relato impressionante sobre o amor real com todas as suas nuances. Doce, puro, cruel e acima de tudo muito real!
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