Amor
Média
4,3
507 notas

71 Críticas do usuário

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Vanessa K.
Vanessa K.

11 seguidores 28 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 13 de junho de 2013
Não gostei desse filme extremamente parado fica tem hora numa cena só da mulher em cima da cama eu achei tão parado que pensei que tinha apertado sem querer pause...Não vejam não vale a pena..:)
Jarbas P.
Jarbas P.

3 seguidores 25 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 29 de março de 2013
Depois da decepcao O Lado Bom da Vida, para mim, que fiquue bem claro.
Tive uma enorme decepcao hoje com Amour, se espera um filme mais cativante...se voce acha que e isso, desista. E uma abordagem bem real, bem profunda da realidade.
Destaque: Claro...a atuacao da protagonsta, mereciia dividir o Oscar com a Jennifer Lawrence.
Parte fraca: O filme nao surpreende em momento algum, nao contem uma cena de encher os olhos, somente uma sequencia dolorosa, tanto no filme como no tempo, que te leva ao fim mais do que premeditado.

Esperava mais...e essa foi minha grande decepcao, nao consigo ver esse fiilme sequer proximo a historia comovente, extrovertida com uma pitada de realidade, engracada, envolvente de OS INTOCAVEIS!!

Foi uma das maiores besteiras que o Oscar ja cometeu, deixar Os Intocaveis de fora...uma pena, foi o melhor filme que eu vi no ano.
Fabiana R.
Fabiana R.

17 seguidores 24 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 2 de junho de 2013
Já na primeira cena pude perceber que era um filme para chocar e fazer refletir. Interessante que é um filme sem trilha sonora, o que não é comum. O silêncio serve para enfatizar ainda mais a carga dramática do filme. Muito emocionante mas não é filme para quem espera um final feliz. É um filme para pensar e repensar depois de assisti-lo.
Neuton Gama
Neuton Gama

4 seguidores 24 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 1 de maio de 2013
Confesso que "Amor" não me surpreendeu muito quanto ao enredo. Tudo que acontece no filme é a pura realidade vivida por milhões de pessoas, onde os obstáculos e limitações de uma doença passa a fazer parte da vida. Senti falta de algo novo no filme, tipo um segredo ou notícia que mudasse um pouco o desenrolar da trama cujo fim já era de se esperar. Não poderia deixar de citar que a brilhante atuação de Jean-Louis Trintignant e Emmanuelle Riva deram uma veracidade sem igual ao filme, a ambientação também não ficou atrás e formou um conjunto imbatível com as atuações dos protagonistas, acho que foram esses os pontos mais fortes do filme que o fez merecedor do Oscar de melhor filme estrangeiro.
Dienifer S
Dienifer S

16 seguidores 23 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 20 de fevereiro de 2013
Amor é um filme que tem um ar de tristeza do começo ao fim. É um filme muito melancólico e muito parado, o filme inteiro passa-se dentro do apartamento do casal de idosos porém,o filme tem uma história muito tocante e boas atuações. A indicação ao Oscar é merecida, mas não acho que mereça ganhar como melhor filme.
Leonardo M.
Leonardo M.

19 seguidores 17 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 30 de maio de 2013
O filme não é nem belo, nem feio; é simples e profundamente realista. São a secura, a crueza e a dureza as características mais preponderantes de "Amor"; contudo, é justamente essa falta exacerbada e minuciosa de sentimentalismo, que traz à tona, no maior dos paradoxos, o sentimentalismo exorbitante que consagra o filme como uma grande obra. Isto, porque, nada mais, nada menos, "Amor" adere à forma do como a realidade cobre a nossa vida: o espaço e o tempo, por si só, desenrolam-se em uma formidável impassividade, mas adentro do ser humano, essa tamanha impassividade é ativa, ganha perspectivas, transborda, racha e vibra de sentimentos. O autor, aqui, prova a completude entre filme e telespectador, entre realidade e espectadores: se se exalta a objetividade e o caráter científico, impõe-se a subjetividade, a introspecção e a sensibilidade, se se exprime como realidade, transforma-se em inúmeras ficções no estalar dos segundos, se não há trilha sonora (como no filme), então nós mesmos criamos as mais diversas e exóticas melodias. Um filme sem dúvida claustrofóbico e envolvente, que, embora muito usual à condição humana, serve de despertador para muitos no que diz respeito à inevitabilidade das limitações, da incerteza e das oscilações de nossa existência.
Victor C.
Victor C.

14 seguidores 17 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 8 de abril de 2013
Já na primeira cena do filme, ele o diz o seu final. Logo, ele em todo momento priorizou o desenvolvimento do filme e a situação que o casal passou. É um filme pesado, em todos os sentidos, forçadamente lento (chegando a irritar em certos momentos), mas representa de uma forma realística passar por tal dificuldade.

Continue lendo em:
João M.
João M.

9 seguidores 16 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 11 de junho de 2013
Conhecendo o cinema de Michael Haneke razoavelmente bem, preparei-me para “Amour” como quem se prepara para uma maratona de Ingmar Bergman. Amour é, afinal de contas, um filme sobre o amor, mas também sobre a morte feito por um homem profundamente pessimista e/ou ou realista e responsável por alguns dos filmes mais desconfortavelmente agonizantes alguma vez realizados. A primeira metade do filme podemos considerar que estamos a assistir a um thriller, daqueles filmados num único espaço, neste caso no apartamento de um velho casal. Temos uma morte, polícia, sinais de uma invasão e finalmente um ataque que deixa uma idosa incapacitada. Seria a morte o assaltante?

Michael Haneke ofusca-nos, como de resto já nos tem vindo a habituar, os sentidos com choques carnais, como na imagem em que Emmanuelle Riva, de 85 anos de idade, aparece nua, num momento em que é lavada por uma enfermeira enquanto grita pela mãe como uma criança. O amor imenso, sofrido e desesperado de Jean-Louis Trintignant é um dos aspectos que mais são realçados por Michael Haneke, que consegue balancear, de forma mágnifica, o tormento e a ternura num filme profundamente triste, que se torna ainda mais negro quando é acompanhado da valsa estranha que o casal partilha diariamente.

Outro aspecto importantíssimo que Michael Haneke transmite no filme é a solidão, apenas três pessoas (sem ser familiares) visitam o apartamento: Um ex-aluno de Anne, agora um pianista famoso, que mais tarde enviara uma carta a agradecer o “momento triste e lindo” que haviam partilhado naquela noite, noite em que Anne ainda conseguia falar, mas que já estava confinada à cadeira de rodas, e ainda um casal de vizinhos (presença de Rita Blanco) que os ajudam em pequenas tarefas. Em qualquer um dos casos, Michael Haneke captura um sentimento que permeia o nosso estado de espírito e, em vez de nos punir por isso – estes visitantes, afinal de contas, querem apenas ajudar -, coloca-o simplesmente na tela, permitindo-nos digerir e ultrapassar as nossas noções de “coragem” ou “beleza”.
Michael Haneke consegue com Amour um equilíbrio entre pessimismo e optimismo, criando algo que disseca conceitos tão amplos como a morte e o amor.
AllBs
AllBs

4 seguidores 15 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 2 de maio de 2013
Requere paciência, principalmente porque já começa espantando qualquer esperança de que vá ser um filme feliz. Mas é maravilhoso, principalmente pelas atuações. E...foi só eu ou fiquei, apesar de tudo, surpreendido com o final?
m.isis
m.isis

16 seguidores 14 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 11 de outubro de 2013
Um soco no estômago , uma faça no coração . Imensamente triste , lida com as nossas maiores fragilidades e com os maiores medos, decrepitude , solidão, doença. É um filme da série " a vida não nos dá garantias", mas não precisava ser tão cruel...
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