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Um visitante
3,5
Enviada em 14 de abril de 2016
-Filme assistido em 13 de Abril de 2016 -Nota 7/10
Descobrindo um pouco mais sobre o cinema do diretor Michael Haneke,me deparo logo de cara com "Amor". E não só apreciei a delicada direção de Haneke,como também adorei as atuações de Emmanuelle Riva e Jean-Louis Trintignant. História que recomendo.
Um filme difícil. Muito difícil. Se for assistir, esteja preparado para vê-lo, pois tem cenas fortes. Admirei boa parte do filme, mas algumas achei muito pesadas, talvez desnecessárias, marcantes (até um pouco revoltantes). Ótimas atuações! Um filme que mexe demais com a gente, marcante mesmo, e até da medo de certas realidades da vida; filme sincero e em muitas cenas real, o que nos faz admirá-lo. Torço demais para Emmanuelle Riva ganha ro Oscar!!! Incrível maquiagem e atuação, parabéns.
Um soco no estômago , uma faça no coração . Imensamente triste , lida com as nossas maiores fragilidades e com os maiores medos, decrepitude , solidão, doença. É um filme da série " a vida não nos dá garantias", mas não precisava ser tão cruel...
Amor é um filme que tem um ar de tristeza do começo ao fim. É um filme muito melancólico e muito parado, o filme inteiro passa-se dentro do apartamento do casal de idosos porém,o filme tem uma história muito tocante e boas atuações. A indicação ao Oscar é merecida, mas não acho que mereça ganhar como melhor filme.
Já na primeira cena do filme, ele o diz o seu final. Logo, ele em todo momento priorizou o desenvolvimento do filme e a situação que o casal passou. É um filme pesado, em todos os sentidos, forçadamente lento (chegando a irritar em certos momentos), mas representa de uma forma realística passar por tal dificuldade.
Um filme inquietante e angustiante, tecnicamente perfeito, atuação, direção, direção de arte e fotografia. Há muitas cenas longas com intendo silêncio que perturbam um pouco o expectador.
Um filme difícil, mas bom! O amor é retratado de uma forma bastante peculiar em que mostra até que ponto o ser humano é capaz de amar e cuidar de quem ama de verdade. Assista só quando estiver bem!
Retrata a difícil realidade de adoecer e sentir-se frágil, falível. E desta perspectiva, tem o tom francês de ver as coisas: de forma objetiva e às vezes, cruel. Estar junto para compartilhar a vida é tarefa árdua em qualquer idade e em quaisquer circunstâncias e o filme exprime, com valentia, o quanto respeitar o outro é tão importante quanto respeitar o próprio limite. Amar, neste caso, vira sinônimo de cumplicidade e aí mora a beleza do filme. Porém, seu ritmo é lento e falha ao tentar convencer o telespectador a respeitar a opção dos personagens e, principalmente ao expor a deficiência como responsável pela incapacidade de ser feliz. Quando, na verdade, a construção do nosso estar no mundo ao longo da vida é sim, muito mais determinante.
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