Amor
Média
4,3
507 notas

71 Críticas do usuário

5
22 críticas
4
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Lia F.
Lia F.

2 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 30 de janeiro de 2013
Concordo com muitas das criticas feitas, só que para meu gosto, achei monótono e muito longo, não muda o cenário, os personagens ficam naquele apartamento e dali não saem, os atores são ótimos.
Douglas M.
Douglas M.

7 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 28 de abril de 2013
Chega a ser complicado escrever uma crítica para essa obra de arte que é esse filme Amor.
Porque esse filme e aquele tipo de filme que quando ele acaba você não tem palavras para descreve-lo.
Michael Haneke conseguiu mais uma vez impressionar seu público e mostrar um Amor que nem sempre e visto um Amor de verdade e assim repetindo o sucesso de A Fita Branca.
André L.
André L.

8 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 9 de junho de 2013
É um filme duro, e que como na realidade, nem sempre possui um final feliz. Destaque para a interpretação dos dois atores veteranos... perfeitas!! Enredo original e bem delineado, mostrando a evolução da doença com muita realidade. Ponto fraco é a monotonia das eternas e paradas cenas dos cuidados com a doente. Não gostei do desfecho, pois, excessivamente frio. De todo modo, vale muito a pena assistir e se surpreender com a frieza do filme.
anônimo
Um visitante
5,0
Enviada em 6 de maio de 2021
O fato do filme se chamar Amor e ser protagonizado por um casal de idosos faz com que se espere algo nostálgico e com lembranças felizes do passado. No entanto, não é isso que acontece. O sentimento amor é posto à prova de outra maneira, de uma forma dura. Logo no início o destino de Anne é mostrado.

George também tem suas limitações por conta da idade. Ele se recusa a receber ajuda de enfermeiros no início por conta da privacidade do casal. Mesmo que os dois se amem e tenham compartilhado uma vida inteira juntos, algumas situações são desconfortáveis e difíceis. A descoberta da doença e a adaptação, a perda da capacidade motora e intelectual e, pôr fim, a morte.

Eles decidem que os últimos momentos não seriam passados em um hospital. Anne sabe que dali em diante as coisas piorariam. Ela parece querer se poupar e poupar George daquilo e, por isso, não quer mais viver. George tenta dar conforto e prolongar a vida de Anne o máximo que é possível. O sentimento do amor é demonstrado de duas formas diferentes e as duas causariam algum sofrimento.


spoiler:

Sobre a cena da morte de Anne não consigo ter uma resposta para ela. George talvez tenha percebido que os dois estavam sofrendo e que aquele era o limite. Ela é inesperada e chocante. Aquilo foi bom ou ruim? Eu não consigo dizer.
Maria D.
Maria D.

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 14 de fevereiro de 2013
Eu que vivo fazendo minis "resenhas" de filmes que vejo, gosto e, por isso, indico, desta vez recomendo que não caiam no apelo de "melhor filme de Cannes"; "indicado ao Globo de Ouro" e "indicado ao Oscar" do filme AMOR.

Apesar de inegáveis qualidades cinematográficas e magníficas atuações, é um dos piores filmes que já vi na vida. Massacrante, desnecessário, pesado e angustiante. Para piorar, vivi TUDO que o filme retrata com o meu amado pai há 6 meses atrás e garanto que ninguém merece viver isso na vida real e muito menos em uma inocente hora de lazer.#Fuja!
Tamara M.
Tamara M.

1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 26 de fevereiro de 2013
"É caso para dizer que "Amour" é todo ele emocionalmente e intelectualmente cativante, mas convém salientar que não é um filme fácil e muito menos comercial"
Esse trecho exprime em poucas palavras a sensação ao assistir o singelo filme Amour. Fui surpreendida pelo enredo que não caiu em clichês em nenhum momento. A vida, a velhice e seus obstáculos e os sentimentos de amor e lealdade são tratados com extrema delicadeza e pureza. Vale a pena assistir e "sonhar" com um par companheiro como Jean-Louis Trintignant.
Zarastro
Zarastro

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 17 de outubro de 2013
Este é um legítimo "filme para adultos". Adolescentes de quaisquer idades não devem assistir este filme.

Não sei quantos aqui passaram pela experiência de acompanhar proximamente a decadência, a morte em vida de um ente querido. Não sei quantos aqui imaginam quão solitária pode ser a existência dos pais, após os filhos terem ido embora para cuidar da vida. Enfim, não sei quantos aqui têm consciência do significa o amor ao companheiro numa relação de décadas, num mundo tão marcado pelo imediatismo, pela exigência generalizada da perfeição (de corpo e de alma) e pelas aparências rasas. Michael Haneke nos faz questão de nos relembrar o significado dessas coisas num filme realista, chocante e profundamente emocional - já que a aparente frieza dos atores abre espaço para que sintamos o drama que escurece suas vidas. O filme é lento, sim. Mas isso é absolutamente necessário, para que tenhamos o tempo para nos possamos ficar imersos na nova realidade que se imporá ao casal.

Jean-Louis Trintignant e Emmanuelle Riva - que apareceram também em diferentes segmentos da "Trilogia das Cores", de Kieslowski - fazem aqui, provavelmente, as maiores interpretações de suas longas carreiras. Ele, como o marido que se devota integralmente à esposa, após ela ter sofrido um derrame cerebral; ela, a esposa que vai sendo aos poucos desconstruída pela doença, sem que pouco ou nada seu marido possa fazer, a não ser amá-la e cuidar dela até o fim.

Palmas também para Isabelle Huppert, que faz o papel da filha independente há tempos longe de casa, e que se sente absolutamente impotente para fazer o que for por conta de sua separação dos pais. Ela simplesmente não consegue entender a situação, porque ela é jovem demais para ter tido essa vivência. E seus pais - por amor - simplesmente não querem envolvê-la nesse turbilhão que desestrutura completamente suas vidas. spoiler: Inclusive, em um dos diálogos que ela tem com o pai, ele fala: "Suas preocupações não me ajudam em nada. Não me entenda mal, não é uma crítica. Não tenho tempo para suas preocupações."


O final do filme é chocante, embora não necessariamente surpreendente. E nos coloca a questão que volta e meia vem à tona: o que é preferível, uma vida indigna ou uma morte digna? A resposta fica em aberto, e depende tão somente de cada um de nós.
Ana F.
Ana F.

1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 15 de maio de 2014
O filme Amour mostra exatamente a verdade sobre a vida humana. As cenas são extremamente honestas, quem já teve algum contato com pessoas assim na família sabe o quanto é sincero o que abordam ali. A trilha sonora faz um pouco de falta, mas a emoção vem a tona sem nenhum tipo de ajuda, apenas o visual consegue alcançar a nota de um ótimo filme. Emanuelle Riva (Anne) devia ter ganhado o Oscar, com sua atuação incontestável e maravilhosa.
estephanini
estephanini

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 5 de setembro de 2015
O filme é um verdadeiro tratado filosófico. Trata de questões como a fragilidade do ser humano perante as adversidades da nossa existência, tais como a doença, a senilidade, e por fim, o conceito do amor, no seu sentido mais profundo. As cenas são secas, sem trilha sonora, nos remetendo cada vez mais fundo nas nossas reflexões, e ao observar aquele frágil casal, podemos mensurar a real dimensão do ser humano perante a finitude de nossa existência. A figura do pombo, teimando em adentrar naquele ambiente, conforme ví numa crítica, representa exatamente isso, a doença, a velhice, a sujidade, tudo o que o nosso mundo não deseja e quer esconder.
Maria Rita M.
Maria Rita M.

1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 4 de janeiro de 2016
Um relato impressionante sobre o amor real com todas as suas nuances. Doce, puro, cruel e acima de tudo muito real!
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