Amor
Média
4,3
507 notas

71 Críticas do usuário

5
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4
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andremagaphoto
andremagaphoto

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5,0
Enviada em 4 de dezembro de 2014
Um soco no meio da barriga com o diafragma aberto. Até Chuck Norris chorou.
Paula Biasi
Paula Biasi

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5,0
Enviada em 15 de janeiro de 2013
Intensidade que causa desconforto

Filmes que envolvem casais ou um determinado grupo de amigos da terceira idade são cada vez mais recorrentes na sétima arte. O mais recente deles, Amour, nos mostra a rotina de um casal e suas conversas corriqueiras após retornarem de um concerto musical. Tudo ganha mais dramaticidade à medida que uma adversidade toma conta da vida do casal. A mulher sofre dois derrames e começa uma longa jornada de dependência com relação ao marido. Gestos que anteriormente eram práticos, agora são demasiadamente desgastantes para Georges e Anne.

Michael Haneke nos mostra tudo de forma simples e objetiva mais com uma intensidade que choca o espectador. Em determinado momento o marido indaga a esposa se ela faria o mesmo por ele. Ela simplesmente responde: “Você não está nesta situação”. A maioria dos diálogos são cortantes e precisos, assim o espectador não consegue digerir facilmente o que está acontecendo. São sucessivos os momentos intercalados de amor e sofrimento dos protagonistas.

Por causa de uma promessa feita para a esposa, o marido não pode interná-la e uma casa de repouso está fora de cogitação, a melhor solução seria um revezamento de enfermeiras, mas o marido percebe que uma das profissionais não realiza o trabalho de forma satisfatória e francamente diz: “Eu realmente espero que você encontre alguém que lhe trate da mesma maneira que você trata os pacientes”. Fica nítida a brutalidade com que ela "cuida " da personagem.

Momentos em que o espectador por diversas vezes pensa: Eu já teria desistido há algum tempo. Como ele consegue presenciar e sentir tanto sofrimento? O Amour do título é refletido em diversas atitudes do marido, como em um ato de desespero, ele começa a contar histórias da juventude para acalmar a pessoa um simples toque em suas mãos, e assim, o espectador sente o mesmo alívio raro vivido pela protagonista.

O inevitável acontece, mas como em todos os filme de Michael Haneke o espectador é brutalmente imerso nos conflitos dos personagens! Amour merece ser intensamente contemplado!!!
Dulcimar A.
Dulcimar A.

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3,5
Enviada em 29 de janeiro de 2013
Retrata a difícil realidade de adoecer e sentir-se frágil, falível. E desta perspectiva, tem o tom francês de ver as coisas: de forma objetiva e às vezes, cruel. Estar junto para compartilhar a vida é tarefa árdua em qualquer idade e em quaisquer circunstâncias e o filme exprime, com valentia, o quanto respeitar o outro é tão importante quanto respeitar o próprio limite. Amar, neste caso, vira sinônimo de cumplicidade e aí mora a beleza do filme. Porém, seu ritmo é lento e falha ao tentar convencer o telespectador a respeitar a opção dos personagens e, principalmente ao expor a deficiência como responsável pela incapacidade de ser feliz. Quando, na verdade, a construção do nosso estar no mundo ao longo da vida é sim, muito mais determinante.
Aloisio N.
Aloisio N.

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2,5
Enviada em 3 de março de 2013
Acabei de assistir Amor. Difícil acreditar que esse filme tenha tomado o oscar de melhor estrangeiro de "A Royal Affair" e mesmo do francês "Intocáveis" que nem indicado foi!
Filme lento, esperava que ao menos fosse tocante(triste), mas sinceramente praticamente só há uma cena comovente, capaz de dar nó na garganta.
Chayane F.
Chayane F.

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5,0
Enviada em 23 de março de 2013
Um filme tão forte que ficarei anos absorvendo sua essência. Possui grandes surpresas e merece ser visto mais de uma vez. Não é de linguagem difícil ou lógica complexa, mas consegue nos fazer refletir sobre os limites de sanidade e saúde.
Merecia os prêmios de melhor atriz, melhor filme, melhor roteiro... Amei cada segundo! Recomendadíssimo.
AllBs
AllBs

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4,0
Enviada em 2 de maio de 2013
Requere paciência, principalmente porque já começa espantando qualquer esperança de que vá ser um filme feliz. Mas é maravilhoso, principalmente pelas atuações. E...foi só eu ou fiquei, apesar de tudo, surpreendido com o final?
Susana C.
Susana C.

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5,0
Enviada em 4 de fevereiro de 2013
Excelente filme. N é para todos! :) spoiler:
Lucca R.
Lucca R.

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2,5
Enviada em 26 de abril de 2013
Eu gosto de Michael Heneke, respeito muito a forma fria de como ele aborda seus temas, mas em "Amor"
eu pude notar uma falta de substancia em um roteiro exageradamente linear, que tornaram o filme em uma trama inconsistente, que se salvou pela excelente atuação de seus protagonistas.
Contradizendo a esmagadora maioria, eu não creio que uma moral bonita compense uma estória mal contada
Neuton Gama
Neuton Gama

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3,0
Enviada em 1 de maio de 2013
Confesso que "Amor" não me surpreendeu muito quanto ao enredo. Tudo que acontece no filme é a pura realidade vivida por milhões de pessoas, onde os obstáculos e limitações de uma doença passa a fazer parte da vida. Senti falta de algo novo no filme, tipo um segredo ou notícia que mudasse um pouco o desenrolar da trama cujo fim já era de se esperar. Não poderia deixar de citar que a brilhante atuação de Jean-Louis Trintignant e Emmanuelle Riva deram uma veracidade sem igual ao filme, a ambientação também não ficou atrás e formou um conjunto imbatível com as atuações dos protagonistas, acho que foram esses os pontos mais fortes do filme que o fez merecedor do Oscar de melhor filme estrangeiro.
Alberto C.
Alberto C.

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1,5
Enviada em 7 de março de 2013
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