Amor
Média
4,3
507 notas

71 Críticas do usuário

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Daniel W.
Daniel W.

52 seguidores 111 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 3 de julho de 2015
valei a pena sim assitir ester filme monstra ensina o que amor entre um casal um filme também bastande parado mais assitir ester filme você tem que entede a historia para depois critica o filme uma execlete atução de emmanule rival mereceu a indicação ao oscar de melhor atriz o melhor filme de michael hanke merecedor do oscar e do globo de ouro de melhor filme estrageiro.
danicarreis
danicarreis

46 seguidores 71 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 4 de março de 2013
Filme duríssimo, mas excelente! A atuação do casal protagonista é impecável! Emmanuelle Riva é primorosa como Anne! Assistir ao filme certificou o que eu já tinha ideia: foi uma injustiça irreparável não dar o Oscar de melhor atriz para a protagonista de "Amor"!
Pati Lima
Pati Lima

43 seguidores 84 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 19 de fevereiro de 2013
Um filme difícil. Muito difícil. Se for assistir, esteja preparado para vê-lo, pois tem cenas fortes. Admirei boa parte do filme, mas algumas achei muito pesadas, talvez desnecessárias, marcantes (até um pouco revoltantes). Ótimas atuações! Um filme que mexe demais com a gente, marcante mesmo, e até da medo de certas realidades da vida; filme sincero e em muitas cenas real, o que nos faz admirá-lo. Torço demais para Emmanuelle Riva ganha ro Oscar!!! Incrível maquiagem e atuação, parabéns.
Mateus F.
Mateus F.

40 seguidores 77 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 26 de setembro de 2013
O legítimo filme "para todos e para ninguém" hahahahaha. Porque é simplesmente um filme dificílimo de ser "engolido", é cruel, por vezes sádico e causa desconforto. Não é a toa que ganhou a Palma de Ouro e é um filme de Haneke rs. Não poderia ser diferente. Na verdade, depois de muito tempo que eu fui gostar dele, demorei a entender e a aceitá-lo. Só não achei justo o filme estar nos indicados ao Óscar de melhor filme junto com os americanos (e nem Emmanuelle Riva ter perdido para Jennifer Lawrence) e não apenas com os estrangeiros. Sabemos que o Óscar não daria os dois prêmios para o filme, e nem era necessário, mas quem sou eu não é mesmo? Atores que sabem o que fazem, e um dos melhores diretores da atualidade.
Matheus S.
Matheus S.

30 seguidores 62 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 22 de julho de 2013
Por melhor cinéfilo que eu sou, filmes de drama minimalistas no estilo de Amor nunca despertaram o meu interesse. Mas, como todo bom cinéfilo, sempre há exceções para mim. Mas nesse caso, Amor não é uma exceção, se mostrando pra mim um ótimo filme, mas em momento algum me passando alguma emoção.

O filme narra a vida de Anne (Emanuelle Riva) e do seu marido Georges (Jean-Louis Trintignant), um casal de idosos aposentados grandes admiradores de música clássica e ex-professores de música. Depois de um derrame da Anne ela fica impossibilitada de mexer o lado direito do corpo, precisando assim de alguém para ajuda-la todas as horas. Georges está decidido a não contratar ninguém para cuidar dela, e também não quer fazer como sua filha diz, coloca-la num asilo. Então ele passa a cuidar dela sozinho, apenas com a ajuda de uma cuidadora de idosos. Assim, eles passarão por diversos momentos difíceis, momentos esses que os mostrarão qual é o limite de seu amor.

Deu pra perceber a simplicidade do roteiro, né? Então, o filme é inteiramente assim, minimalista em todos os sentidos. Essa simplicidade vem por diversos motivos, uma direção boa (não excelente) do Michael Haneke, atuações normais e excelentes de todos os atores e um estilo visualmente normal, sem nada de mais.
A direção do Michael Haneke, famoso por dirigir diversos filmes brutais e desconcertantes, leva o filme cada vez mais para um nível mais tenso, com cenas terríveis (visualmente falando) e, é claro, sempre com o mesmo minimalismo. O Michael também consegue arrancar atuações primorosas de todo o elenco, mas o casal de idosos está fantástico. Jean-Louis Trintignant se sai muito bem na pele do Georges, misturando muito bem seu senso de paixão para com Anne com a sua revolta que ele sente por diversos personagens. Mas quem rouba a cena é a Emanuelle Riva, interpretando com maestria a Anne de uma forma fantástica! Os sofrimentos passados por Anne podem ser notados facilmente nas expressões faciais de Riva, e atuar na pele de um personagem com metade do corpo paralisado não é pra qualquer um, e se torna ainda mais difícil para uma atriz de 85 anos!

Resumindo tudo, Amor é um filme para poucos. Em momento algum fortes emoções são transmitidas na tela, mas há poucas cenas que causam sentimentos confusos na nossa psique. Mas se você for um bom apreciador de cinema você vai perceber a grande qualidade artística do filme, que muitas vezes fica ofuscada pelo tédio presente na maioria das longas 2 horas de reprodução.
Willian Lopes
Willian Lopes

27 seguidores 7 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 30 de janeiro de 2013
Uma densa historia sincera, sensível e angustiante sobre o amor. Em todas as conotações que ele assume.
Desde a 'Vida é Bela', é a primeira vez que um filme de língua não inglesa concorre a categorias tão importantes no Oscar.

‘Amour’, filme austríaco do diretor Michael Haneke, concorre aos prêmios de Melhor Filme, Melhor Direção, Melhor Roteiro Original, Melhor Filme Estrangeiro e Melhor Atriz no Oscar 2013.

Contando com um enredo aparentemente simples o filme nos leva as profundezas dos sentimentos humanos e nos brinda com um filme coeso, e tristemente belo.

George e Anne (Jean-Louis Trintignant e Emmanuelle Riva) são um casal de idosos, aposentados, que vivem tranquilamente num apartamento. Anne que quando mais jovem era professora de piano, vai com George prestigiar um de seus pupilos num concerto musical.
Alguns dias depois porem, Anne sofre um AVC, o que coloca sua vida e de seu marido num desafio continuo e diário para fortalecer o amor entre eles.

Logo de inicio, o filme nos mostra uma cena em que espectadores estão numa sala de concerto, voltados de frente para nós que assistimos ao filme, como se o espetáculo fossem nós e não eles. Isso revela bastante sobre a força de Amor sobre seu publico. Aliado a um roteiro bem estrutura onde os diálogos são essenciais para a trama, o filme constrói um arco dramático que em momento algum cai em clichês ou artifícios vazios e apelativos para mostrar o sofrimento do casal diante da atual situação deles. O sentimento de angustia e sensibilidade, surge a partir de experiências pessoais de quem assiste, identificando-se ali e refletindo sobre a vida a dois- seja de que forma for-.

Com segurança o diretor nos conduz ate uma questão mais seria e delicada de forma natural que é a eutanásia. Ate que ponto, devemos prolongar o sofrimento de alguém quando esse alguém decide partir?
O titulo apesar de parecer bem bobo, é totalmente condizente ao centro do filme. Pois tudo o que sustenta a película é justamente esse sentimento, demonstrado por silêncios dispersos, desenhos expostos na sala de estar da casa, ou mesmo no olhar de ambos.

A construção de personagens também é muito importante ao logo do filme, que recorre desde montagens sutis e edição lenta para compor com calma cada detalhe da direção de arte do filme que usa de artifícios repletos de metáforas e referencias que fazem um paralelo com os diálogos e lembranças das personagens, ate a trilha sonora quase inexistente, mas que quando atua produz no espectador um aperto na garganta entre a tristeza e a simpatia.

Um filme agridoce, que ao mesmo tempo que causa ternura pela relação ali exposta, também entristece e choca, pela crueza que é exposto a vitimização causada por um AVC.
E aqui a atuação brilhante e assustadoramente realista de Emmanuelle Riva (mais velha atriz a ser indicada a categoria de Melhor Atriz no Oscar) vem á tona. Num trabalho vocacional, corporal fantástico. Ela consegue compor a personagem e suas limitações cotidianas e sua melancolia e angustia por se tornar dependente do marido de uma maneira tal, que é impossível não aplaudir de pé seu desempenho ao final da projeção.

A fotografia apagada e escura- devido ao fato de que o filme se passa completamente em ambientes internos- ajudam a compor a sensação de que estamos visualizando realmente a vida intima de alguém. Muitas vezes nos sentimos intrusos de uma realidade ao qual não fomos convidados. E isso é soberbo.

Personagens como a Filha do casal ou mesmo o jovem pupilo apenas mencionado no inicio do filme e que faz uma pequena visita ao casal, servem apenas para construir e determinar a vida em que o casal esta inserido. E não é difícil imaginar- ou se identificar para aqueles que já vivem tal realidade- a forma que nossas relações vão adquirindo ao longo dos anos. Distanciamentos mas elos firmes.


Cenas memoráveis compõe o filme como a cena em que Anne é levada para tomar banho, a cena em que Anne e George conversam na cozinha, em que ele relembra um episódio de sua infância, e a cena em que uma pomba entra pela janela aberta do apartamento.
Metáforas tais como a da pomba tornam o filme uma pequena joia entre os lançamentos de 2012, que com certeza merece ser visto e sentido, chorado e refletido acerca de inúmeras questões sobre a vida.
Vide sequencia em que Anne folheia o antigo álbum de fotografias.

Mas é em seu clímax que esta uma resolução que coloca em xeque todo o enredo de acordo com a opinião pessoal de cada um que o assiste. Um clímax chocante, inesperado, mas estritamente necessário, que é o ponto final que torna o filme um pequeno deleite e obra prima. Ali o julgamento cabe ao espectador, igualmente ao seu entendimento do final da projeção.

Ao final, uma carta fecha como um signo, um símbolo mais que perfeito a toda a trama, encerrando Amor da maneira qual foi composto: com sinceridade, crueza e beleza.

Um filme Intrínseco que se justifica pelo silencio de um apartamento vazio, morto mas com rachaduras repleta de vidas.
Matheus A.
Matheus A.

25 seguidores 13 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 29 de janeiro de 2013
Filmes com a temática abordada de forma mais realista costumam me agradar, porém em "Amor" falta algo que faça com que o espectador se conecte com o sofrimento e a dor de seus protagonistas, pessoas ordinárias que tiveram uma excepcional e feliz vida juntos, repleta de conquistas no passado, e que agora passam por uma difícil fase da vida. O fato é que "Amor" é mais do que um filme: é realidade pura, não existem personagens interessantes, história, nem nada que prenda o interesse do espectador. Talvez "Amor" funcionasse como um curta ou até mesmo um longa de curta duração, mas as duas horas que possui são demasiadamente longas e torturantes e contam com um desfecho cruel, feliz, óbvio e inevitável que todo ser viverá um dia.
Tamyris B.
Tamyris B.

22 seguidores 4 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 13 de maio de 2013
O filme é incrível! Realmente é polêmico e provocador,e o título não mente. O filme fala principalmente do amor e do que fazemos em nome dele.
É compreensível o porquê desse filme ter sido impopular. Quando se pensa em romance,o que vem automaticamente a cabeça são dois jovens se apaixonando e lutando para viver seu amor, ou algo do gênero. Quem quer ver dois idosos que já estão casados há anos e que estão enfrentando dificuldades provenientes de complicações de saúde? O filme trata do casamento. Do casamento real. Aquele que enfrenta tribulações,aquele que caiu na comodidade e no marasmo. Na paixão que virou amor,cumplicidade e amizade.
É tocante e comovente ver a relação dos dois personagens principais. Que tem um ao outro somente,mas por opção. Não são sociáveis,não fazem questão de ter amigos. Não são muito próximos a única filha. Tudo o que eles têm são um ao outro e seu estilo de é interessante.
A atuação é da mais alta qualidade. O filme apenas ratificou minha opinião de que a vencedora do Oscar de Melhor Atriz deveria ter sido Emmanuelle Riva. Nada contra a Jennifer Lawrence,mas oque é mais desafiador? Interpretar uma jovem,que lida de forma cômica,com seus traumas e se apaixona por um cara que sofre dos meus traumas que ela ou interpretar uma senhora idosa que está sofrendo as sequelas de dois derrames,se degenerando gradualmente? Eu particularmente admiro muito atores que interpretam personagens deficientes. A interpretação limitada,pausada,silenciosa, sim é difícil! Atuar bem não significa ser expansivo. E disso Emmanuelle Riva entende bem,tanto que o fez com maestria.
Muito se falou de Emmanuelle,mas Jean-Louis Trintignant também está excelente no filme e merece muitos elogios por sua brilhante atuação.
"Amor" é um filme difícil,um tema complexo,mas absolutamente lindo e bem feito. Uma história muito bem contada para provocar e fazer refletir sobre o amor e as coisas que fazemos em nome dele.
Fernanda R.
Fernanda R.

22 seguidores 2 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 31 de janeiro de 2013
O filme é lindo. Através do casal de idosos que protagonizam o filme e os fatos que se passam com ele, podemos ver uma reflexão de como o amor e a intimidade podem crescer ao longo do tempo. O filme é muito sensível, mostra o drama familiar em torno de um parente com problemas de saúde.
Leonardo M.
Leonardo M.

19 seguidores 17 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 30 de maio de 2013
O filme não é nem belo, nem feio; é simples e profundamente realista. São a secura, a crueza e a dureza as características mais preponderantes de "Amor"; contudo, é justamente essa falta exacerbada e minuciosa de sentimentalismo, que traz à tona, no maior dos paradoxos, o sentimentalismo exorbitante que consagra o filme como uma grande obra. Isto, porque, nada mais, nada menos, "Amor" adere à forma do como a realidade cobre a nossa vida: o espaço e o tempo, por si só, desenrolam-se em uma formidável impassividade, mas adentro do ser humano, essa tamanha impassividade é ativa, ganha perspectivas, transborda, racha e vibra de sentimentos. O autor, aqui, prova a completude entre filme e telespectador, entre realidade e espectadores: se se exalta a objetividade e o caráter científico, impõe-se a subjetividade, a introspecção e a sensibilidade, se se exprime como realidade, transforma-se em inúmeras ficções no estalar dos segundos, se não há trilha sonora (como no filme), então nós mesmos criamos as mais diversas e exóticas melodias. Um filme sem dúvida claustrofóbico e envolvente, que, embora muito usual à condição humana, serve de despertador para muitos no que diz respeito à inevitabilidade das limitações, da incerteza e das oscilações de nossa existência.
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