Possessão
Média
3,8
751 notas

59 Críticas do usuário

5
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Mariano S.
Mariano S.

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3,0
Enviada em 10 de fevereiro de 2014
Filme Possessão, a caixa de Pandora e a sombra

Possessão é mais um filme inspirado no clássico “Exorcista’, apesar de guardar variações mais condizentes com nosso tempo, tendo a menina possuída pais separados e estando com seu pai. Também se encontra em pré-adolescência e agora encontra uma caixa judaica, espécie de caixa (ou arca) que guarda um Dibbuk, espírito que hospeda uma pessoa. Na verdade é um espírito de morto que possui a pessoa, um ogum, e um suicida, que negam entrada no inferno (ou Geena). É o que o povo chama de “encosto”. Também a menina em questão tem uma irmã e mora em local ermo, além da história se dizer baseada em fatos reais (a versão que vi não tinha os extras...). O título do filme: a escuridão vive dentro de você, já responde boa parte do que quer dizer o filme. Um filme bom porque não se concentra tanto em uma casa em questão, e porque ela não fica amarrada na cama. Do mais várias referências foram feitas ao clássico, como os exames médicos e atos estranhos da menina.
Novamente a paranormalidade explica grande parte dos fenômenos, combinado com a histeria. O fato de ela ser pré-adolescente nos leva a pensar em um íncubo, algo que era até comum na Idade Média, e que era também espécie de espírito que se hospedava e sugava energia da pessoa, às vezes até a morte. Sobre falar vozes o fenômeno é xenoglossia, e sobre saber de coisas além do comum, é a pantomnésia (memória de tudo), e no mais vemos a telecinese, mover objetos com poder da mente. O espírito é muitas vezes uma sub-personalidade da pessoa, que pode ser muito primitiva, presente no seu DNA (ou de vidas passadas...) e assim refletir um estágio evolutivo anterior, como um “homem da caverna”. Desse modo, a menina no filme come carne crua, agride com violência, abre as pernas, pula que nem macaco. Em vídeos de possessão na internet vemos rolar no chão e ter ataque epilético, o que denuncia a possibilidade de epilepcia envolvida. Isso sem falar em esquizofrenia e psicose, que estariam possivelmente presentes nos casos.
Jung, discípulo de Freud, falava em lado sombra nas pessoas, de sua personalidade. A mitologia fala na caixa de Pandora, que uma vez aberta liberaria todo o mal do mundo. Um grimório ou gramática de magia, fala em uma espécie de urna usada por Salomão para guardar demônios. Assim o filme tem alguma base teórica. O folclore judaico do Dibbuk mostra que certas linhas acreditavam na reencarnação e que há um espiritualismo judaico. Jesus ensinava a expulsar os espíritos impuros. Então o uso de um rabino para fazer o exorcismo foi muito interessante, uma vez que no geral vemos padres em tal labor espiritual. Mesmo que ao final do filme o espírito passou ao corpo do pai, e depois ainda voltou à caixa. Em magia se pode o dissolver ou colocar mesmo em uma caixa ou cristal. Vemos assim que apesar da ficção, mostra um ocultismo que é tanto comum ao judaísmo, como a culturas africanas e muitas outras, como a Egípcia. O filme é muito bom, apesar de que não se aproxima de outros da linha. Vale para somar aqueles que conhecemos, e um triller familiar, com classificação de apenas 14 anos. Vemos nele um diálogo intercultural e de algo que não é original do cristianismo. Mariano Soltys, autor de Filmes e Filosofia.
Rodrigo José S.
Rodrigo José S.

3 seguidores 3 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 1 de novembro de 2012
minha crítica saiu no yahoo. Confiram neste link: http://br.omg.yahoo.com/noticias/possess-o-horror-baseado-em-tradi-o-diferente-121600878.html
#NetoUlrich
#NetoUlrich

58 seguidores 93 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 1 de dezembro de 2015
Excelente filme... Apesar de ser "antigo" vale muito a pena assistir. #medo
Roni
Roni

30 seguidores 56 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 6 de janeiro de 2015
Depois de "O exorcista", filmes sobre domínio demoníaco resultaram numa contínua visão no mercado de filmagens do terror. No entanto, atrelar esse conceito a esta obra, mostra-se um equivoco de olhar para o tema. Isso, porque o longa reproduz de forma inusitada a possessão diante da influência de um objeto inofensivo que mantêm algo suspeito. Além do mais, são conferidos as etapas como esse tipo de relação se constrói com o indivíduo, até seu controle absoluto. Desta maneira, o filme apresenta excelentes interpretações das atrizes mirins Natasha Calis (Em) e Madison Davenport (Hanna), sendo acompanhado de um roteiro distinto de detalhes comuns e fatores surpresas que ocorrem até o seu desfecho final.
Sidney  M.
Sidney M.

29.816 seguidores 1.082 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 30 de dezembro de 2013
Poderia ser melhor se os fatos não demorassem para acontecer, e quando acontece nem da tanto medo. Esperava uma tensão maior, mas não aconteceu, merece ser visto pelos 10 minutos finais, só isso.
Carine J.
Carine J.

1 seguidor 5 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 29 de novembro de 2012
Gostei do filme, é uma mistura de "O Chamado" com "O Exorcista" que são dois filmes ótimos. Mostra de uma forma bem interessante até onde o amor de um pai por uma filha pode ir. Tem momentos que dá pra levar uns bons sustos tbm rsrs
Elielson M.
Elielson M.

8 seguidores 32 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 14 de outubro de 2017
Gostei bastante, começo é meio parado, mas depois melhora, é um exorcismo judaico, foge um pouco dos outros filmes, por isso se destaca, gostei!
cinetenisverde
cinetenisverde

29.473 seguidores 1.122 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 16 de janeiro de 2017
Houve um tempo em que os filmes de terror da década de 90/2000 quase sempre eram sinônimo de sustos fáceis e trilha sonora capenga e repetitiva. Exceto pelo fenômeno Bruxa de Blair e a "importação" dos terrores asiáticos, nada se fez de muito diferente na América que não lembrasse o clássico supremo de terror: O Exorcista. De fato, uma corrente não tão recente também despeja suas diversas adaptações de histórias — O Exorcismo de Emily Rose, O Último Exorcismo — muitas vezes inspiradas em "fatos", mas que nunca conseguiram entender a capacidade do terror psicológico do trabalho de William Friedkin.
Miguel A.
Miguel A.

3 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 16 de janeiro de 2016
O gênero de terror que exibe possessões e exorcismos mostram uma dura realidade, e um filme baseado em uma história real mais ainda. Muitas pessoas ainda não acreditam nessas "coisas", mas existem e são retratadas através de filmes.
Ester R.
Ester R.

8 seguidores 25 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 27 de janeiro de 2016
Muito bom esse filme apesar de eu não tomar susto, gostei muito da história e do final
Gostei do começo e do final!
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