O filme tem seus aspectos delicados em abordar o romance entre dois jovens de 12 anos que se conhecem em uma peça de teatro e se comunicar em cartas. Depois de se sentir isolados e perdidos em ralação a sua família e seus amigos, eles fogem para encontrar lugares melhores para ficarem juntos. Filme que tem um roteiro caprichado e digno de elogios e diálogos bem feitos na dose certa. vale a pena conferir. spoiler:
“Poemas nem sempre rimam. Precisam ser apenas criativos.”
De primeira, os ângulos exatos do diretor me chamaram a atenção negativamente: “- Que porcaria de filme amador é esse?”. Dias depois, percebi que a “porcaria era séria”.
Confesso que demorei 4 dias para assisti-lo. Minha falta de tempo e ânimo para quebrar as barreiras do sono me dificultaram muito. Mas, enfim, terminei ele - e já o coloquei como um dos melhores de 2013. Não contarei a história do filme, contarei a moral: o valor da inocência do primeiro amor. O tempo e a sociedade nos corrompe de uma dupla forma: nos ensina a perseguir tudo o que é vulgar, ao mesmo tempo que nos empurra ao vulgarismo.
O filme lança uma crítica quanto a isso. Tem uma poesia impecável em seu roteiro, um visual incrível, uma ironia e humor singular para os diretores de hoje.
Não assisti a outros filmes do diretor, mas confesso que já estou procurando meios de assisti-lo.
Enfim, resumo o filme em uma pequena frase: detalhadamente bem feito.
O filme é muito bem feito com cores e enquadramentos lindos como um bom filme de Wes Anderson, tudo muito bom, só um probleminha, os personagens não tem muita expressão da situação, talvez não por incompetência mas intencionalmente mesmo. mas vale a pena assistir!
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