Depois da Terra
Média
3,0
3136 notas

119 Críticas do usuário

5
20 críticas
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Raildon L.
Raildon L.

29 seguidores 22 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 18 de setembro de 2013
Eu bem que tentei dar uma chance a Depois da Terra. Quando as notícias de que o filme seria lançado, fruto da parceria entre o cineasta M. Night Shyalaman e o ator Will Smith, até que a curiosidade pintou. Afinal, Smith é carismático e segura um filme sozinho e o diretor indiano precisava de um bom filme para reerguer sua combalida carreira.

Pois bem, visto, a impressão, ou melhor, a certeza que se tem é que o filme não passa de um veículo para impulsionar a carreira de Jaden Smith, filho de Will. Ambos já tinham feito o bom filme A Procura da Felicidade (2006) e Jaden protagonizou o remake de Karatê Kid o que, pelo visto, não foi o bastante e é daí que chegamos a Depois da Terra.

No filme, a nave pilotada pelo capitão Cypher Raige (Will Smith) é atingida por asteroides e cai no planeta terra. Só ele e o filho (Jaden) sobrevivem. Cabe ao garoto percorrer aquela região hostil para encontrar o restante da nave e mandar um pedido de socorro. Nesse percurso, ele enfrentará muitas dificuldades. Curtinho assim. No final das contas, o tema de Depois da Terra é a aceitação. O filho precisa superar os seus medos e provar que pode ter o respeito do pai.

A história batida é embalada por criaturas digitais e apenas alguns pingos de suspense, afinal, por mais que pareçam ameaçadores os perigos que vão surgindo são pouco críém disso, Smith liga o piloto automático e deixa Jaden a vontade para comandar a missão.

Shyalaman tem pouco o que fazer por aqui. O diretor apenas conduz a narrativa que, provavelmente, já deve ter vindo pronta, igual receita de bolo instantâneo. Por mais que o diretor venha tropeçando nos seus últimos filmes, não era difícil identificar um filme que tivesse a sua assinatura. Em Depois da Terra as interferências "artísticas" limaram todo e qualquer resquício do DNA indiano que o filme pudesse vir a ter.

Fora esse jeitão de "nepotista", o filme poderia ganhar alguns pontos se fosse, pelo menos, entretenimento de qualidade. Mas, tudo parece tão monótono e sem graça que, assim que o filme termina cai rapidamente no esquecimento.

Com faturamento na casa dos 243 milhões de dólares a um custo de 130, Depois da Terra não foi o sucesso de bilheteria que se pensava, muito menos serviu para mostrar que Jaden tem cacife para se tornar um dos grandes astros de Hollywood. Will continua sendo "o cara", mesmo quando o seu único interesse é promover a família para dar continuidade ao seu legado.
Marcio A.
Marcio A.

165 seguidores 134 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 29 de julho de 2013
Com um clima que parece homenagear filmes como: Inimigo Meu e que se utiliza magistralmente do laço de parentesco entre os protagonistas desta ficção interessante - visto que em alguns momentos é impossível se esquecer do fato de que eles são pai e filho - , e que conta ainda com uma dedicada interpretação de Jaden Smith - que neste pique irá se tornar um ator tão bom quanto o pai- esta película dirigida com a simplicidade e objetividade de M. Night Shyamalan, não tem a pretensão de ser uma obra prima, mas se mostra como um entretenimento que de forma sutil se desenvolve com um argumento simples mas que funciona que é uma beleza. Diante deste caleidoscópio de relações que emergem no meio das correrias e fugas, e na descoberta da coragem através do conflito, o argumento se torna crescente e amadurece na mesma proporção que o filho que tenta de todas as formas resistir aos perigos de sua travessia; é exatamente esta busca do homem... do Ranger...num corpo adolescente que confere um tom de grandeza a este interessante filme, que merece ser visto.
Naiara Nogueira
Naiara Nogueira

3 seguidores 15 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 14 de julho de 2013
Já vi filmes bons mas igual esse... melhor ficção científica dos tempos! No começo tava meio sem fé, mas no desenrolar do filme fui me prendendo cada vez mais! Um toque de aventura e comédia! Ótimo pra assistir com a família! Recomendadíssimo!
Rafael B.
Rafael B.

17 seguidores 4 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 10 de julho de 2013
Esperava muito mais desse filme. Além do personagem do Will Smith sair voando e dando a entender que iria cair longe da nave/aviao.. ele simplesmente aparece/cai dentro de onde ele anteriormente estava. --' Erro de continuação muito visivel!
Alessandra d.
Alessandra d.

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5,0
Enviada em 8 de julho de 2013
Uma excelente producao, uma bistoria fantastica. O filme nao aborda diretamente uma questao ambiental, e mais superar um erro passado. uma questao de impontencia. essa e a verdadeira abordagem do filme voce encarar seu medo de frente e provar pra si que e capaz de doma-lo.
Leandro A.
Leandro A.

21 seguidores 65 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 6 de julho de 2013
O prólogo didático que abre Depois da Terra (After Earth) explica que, no futuro, a humanidade vive num outro planeta, caçada por uma raça alienígena bestial que fareja o medo dos terráqueos. O lendário general Cypher Raige (Will Smith) aprendeu a não ter medo - o que o torna invisível aos aliens - mas seu filho de 13 anos, Kitai (Jaden Smith), não tem o mesmo autocontrole.

Quando a nave dos dois cai na Terra, à mercê de mudanças climáticas extremas e espécies predadoras, cabe a Kitai aprender a dominar seu medo. Treinar a mente para se impor sobre o mundo físico é o preceito de frente da Cientologia - aquele que, por se confundir com a auto-ajuda, mais serve para atrair novos adeptos - e Depois da Terra transpira a religião do começo (a hierarquia em rankings, as "entrevistas" do pai com o filho) ao fim (o vulcão, que simboliza as tempestuosidades do mundo, era uma imagem cara ao criador da Cientologia, L. Ron Hubbard).

Mas com exceção de uma cena específica - o pai, inutilizado com as duas pernas quebradas, se recusa a tomar um analgésico, pois os efeitos colaterais o impediriam de guiar seu filho - que ecoa a perigosa oposição da Cientologia à farmacologia estabelecida do século 20, não há nada em Depois da Terra que seja acintosamente dogmático. Mesmo porque as duas premissas do filme - dominar o medo e alcançar o pai - estão aí se repetindo na ficção há séculos, muito antes de Hubbard ter nascido.

Em entrevistas, Will Smith, cientologista inconfesso, diz que fez Depois da Terra (seu primeiro crédito como argumentista no cinema) para ensinar seu filho Jaden a sobreviver sozinho em Hollywood. Cada um com suas egomanias... A questão é que o filme se ressente desse peso dado ao filho; Jaden tem lampejos de atuação, em alguns momentos convence mas em outros sua falta de treinamento de ator fica visível. Já Will Smith, que encontra um tom de interpretação ideal para o seu personagem, entre a frieza e a "quase emotividade", tem uma das melhores atuações de sua carreira - o que acaba evidenciando mais as deficiências do filho.

E então começa a ficar claro que há uma dissonância, nos filmes do diretor M. Night Shyamalan desde Fim dos Tempos, entre o que o cineasta propõe, em termos de experiência sensorial, e o que seus atores conseguem ver e transmitir. Com o tempo, os longas de Shyamalan não têm perdido apenas o senso de humor - eles têm jogado sobre os ombros dos atores, cada vez mais, o fardo de conduzir o espectador por universos ultrassensíveis (sentir o invisível no ar que mata em Fim dos Tempos, achar a paz do zenbudismo em O Último Mestre do Ar, dominar os sentidos em Depois da Terra). É um projeto ambicioso de cinema, embora não pareça, e que infelizmente resulta incompleto, filme após filme.

Desses três últimos longas, Depois da Terra (que ironicamente é o que tem mais o perfil de projeto de encomenda) talvez seja o mais satisfatório, porque as inseguranças de Jaden, ressaltadas pelos close-ups constantes, combinam com o arco do personagem. Além disso, as ameaças do mundo ultrassensível fluem melhor num contexto de suspense spielberguiano de um filme como Depois da Terra (Shyamalan sempre soube jogar bem com o nosso medo do que pode haver no extracampo, e desta vez, numa Terra selvagem, ameaças não faltam) do que numa aventura supostamente infantil como a adaptação de Avatar.

Agora, identificar o que torna esses filmes incompletos é o verdadeiro desafio. Sem dúvida, Shyamalan tem tateado um novo caminho, um tipo de cinema mais arrojado, que pode ser frustrante porque não aceita meios termos, "meios sucessos". Convencionou-se dizer na mídia que os filmes do cineasta deixaram de funcionar quando a fórmula da reviravolta final se esgotou. Talvez seja o caso de reexaminar nossos conceitos do que significa "funcionar". spoiler:
Rogério Gonçalves
Rogério Gonçalves

9 seguidores 40 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 3 de julho de 2013
Filme regular, não chega ser tão ruim assim como vi as criticas por aqui. Ja vi piores. Achei muitos furos no roteiro.
Diego M.
Diego M.

2 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 3 de julho de 2013
Esse Filme é Ótimo !!!!
Gostei Muito Dele.......
Vale Pena Assistir.
Diego S.
Diego S.

4 seguidores 1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 30 de junho de 2013
Um filme que tinha tudo para dar certo , com temas emocionantes sobre , as mudanças em nosso planeta , erros terríveis de continuação estória que não conta simples detalhes por que aquele inalador eu não entendi como assim mostro "ursa " , que decepção o público esperava um enredo emocionante e positivo , muito fraco lixo.
oscar  P.
oscar P.

1 seguidor 9 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 28 de junho de 2013
PÉSSIMO!!!
CHATO , SAI DO NADA VAI PRA LUGAR ! COM CLICHÊS ATÉ NA SOMBRA DE WILL SMITH E WILLZINHO PELO AMOR DE DEUS SE VC NÃO APRENDEU EM KARATÊ KIDD PARA AQUI POR FAVOR!
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