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Thaime D.
1 crítica
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4,0
Enviada em 30 de maio de 2018
Em geral as obras cinematografias de Peter Weir são sempre magnificas. Um dos meus filmes preferidos dirigidos por ele é a Sociedade de Poetas Mortos originado do livro Dead Poets Society publicado em 1988 pela autora N. H. Kleinbaum. O filme, como outras obras marcantes de Weir, é uma critica a nossa sociedade, onde somos forçados a ponderar nas infinitas possibilidades existentes em nossa sociedade, cogitando que em uma delas todos somos protagonistas vigiados a todo hora. A trajetória de Truman é uma jornada na qual, ele se deixa ir no embalo de sua vida protagonizada e acaba vencendo desafios para encontrar seu verdadeiro ser. Com o descobrimento do show, por meio de falas e ações dos autores ao ser redor, o protagonista procura o sentido real de sua e vida e como sua existência sempre programada afeta a sociedade como um todo. Na ultima cena do filme é impossível não parar e refletir sobre a essência de nossas vidas e como nossas ações são influenciadas tão facilmente.
Cara não tenho palavras pra descrever como tudo e bem feito eu acho que estenderam muito o filme perto dos 40 minutos já tinha se ligado oq tava acontecendo mas simplesmente criaram uma narrativa todo Tam bem planejado pra estender o máximo o filme isso foi incrível dou 5 e o minino que merece esse filme
O filme retrata a vida de uma pessoa diferente do que a gente consegue enxergar, percebi que muitas pessoas não entenderam as críticas e o assunto do filme em si, muitos se preocupam com a atuação do ator principal e passei a pensar se as pessoas considerariam um filme tão bom se o ator não fosse famoso, já que são poucas que entende a real mensagem do filme. Na minha opinião mostrou não apenas a questão do reality e sim como a nossa vida é manipulada pelos outros... Pode parecer um tanto quanto clichê ou até mesmo comentário de “revoltada” (como diria minha vó), mas a mensagem principal na minha opinião é como somos manipulados pela sociedade, nós vivemos no reflexo do que a sociedade faz e o que pensa de nós, e com isso acabamos vivendo para a sociedade e não para nós mesmos. Sempre nos importando com a opinião dos outros e dependendo um da vida do outro. Ele mostra que temos que acordar e parar com isso de viver em uma farça, viver a nossa vida real e não a que querem que nós vivamos.
Jim Carrey nesses papéis dramáticos sempre vai muito bem, o criador do programa toda vez que aparece tem um impacto absurdo no filme, um dos melhores roteiros originais
Eu conheci esse filme de uma musica do Papyrus da batata, ai resolvi assistir esse filme com a minha vó e olha que esse filme me surpreendeu se tornou um dos meus filmes favoritos do jim carrey. será que foi por isso que o big brother inspirou? nota 10/10
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