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Myn
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5,0
Enviada em 23 de agosto de 2022
Temos que ser sinceros, o filme ficou bom pra caralho e olha que nem sou aquele super fã da franquia não. O filme buscou recordações dos personagens dos outros filmes, isso ajudou a envolver o público e também deu liga na atual história já que o Bradley Bradshaw é o filho de Goose e se torna um dos principais no enredo da trama. Excelentes cenas de ação, ótimas atuações dos atores, atrizes e sem dúvida nenhuma, Tom Cruise é um ator diferenciado. Filmaço!!!!
Para os que como eu assistiram o filme na adolescência foi muito gostoso rever a continuação que superou minhas expectativas, com uma história envolvente amarrando pontos do original e com cenas áereas de tirar o folêgo, afinal da data da filmagem foram 33 anos de avanço tecnológio, vale a pena ver e também rever, mas assista ao menos uma vez no cinema.
Um dos raros casos onde a sequência é infinitamente superior ao original, Top Gun: Maverick, é uma excelente surpresa. Um filme que é adrenalina pura, muito emocionante, e que te coloca praticamente dentro dos caças com os atores. As atuações são muito boas, o roteiro não fica se escorando no material original, a história é simples e bem feita, e a trilha sonora aqui é sensacional. Excelente, um dos melhores filmes do ano.
O cérebro, um dos órgãos mais complexos do ser humano, é composto por dois hemisférios, sendo o pensamento racional atribuído ao lado esquerdo. Ao longo das duas horas e onze minutos deste filme o hemisfério esquerdo do cérebro do espectador permanecerá inerte. A totalidade das cenas que se sucedem neste filme são absolutamente previsíveis. Logo após os créditos iniciais já se sabe o que será mostrado até o final. Como Tom Cruise é piloto e todos os atores da equipe fizeram treinamento de voo, as cenas reais levam o espectador a sentir toda a adrenalina das pirotecnias aéreas. E só. A máxima "Não pense: faça" proferida por Maverick e repetida por Rooster torna-o perfeito para ser projetado em muros de quartéis tupiniquins para o deleite dos patriotas acéfalos. Destaque-se: Maverick também pilota moto em alta velocidade sem usar capacete.
Enredo e história muito fracas. Não é um filme que nos prende. Cruise não está em seu melhor momento como ator, muito estático. Infelizmente a adaptação trás mais boas memórias daquilo que já tivemos em Top Gun
CUMPRE AO QUE SE PROPÕE Se abstraia do inverossímil, relativize o que não é crível, não se sinta subestimado... Puxe o sofá, pegue o balde de pipocas, aumente o som e simplesmente curta essa clássica fábula do típico cinema pop americano. Ao terminar de assistir, você sentirá aquela vontade ser um imbatível piloto americano!
Confesso que quando soube que seria realizado a continuação de TOP GUN de 1986, a primeira coisa que me veio a cabeça foi "PORQUÊ?". São 36 anos após o primeiro filme, e uma continuação não seria nada boa sem uma dose especial de nostalgia, o que felizmente vemos de sobra. A sequência inicial do porta-aviões ao som de “Danger Zone” é uma releitura extremamente semelhante a original e uma homenagem ao legado do saudoso Tony Scott. A aparição de Rooster que seguiu os passos do pai Goose, e se essas menções a Goose já são deveras emocionantes, a volta de Val Kilmer como Iceman já vale o filme todo. O ator que atualmente enfrenta um câncer que o impossibilita de falar, teve suas falar criadas através de inteligência artificial, em uma curta, mas emocionante participação. Se Top Gun: Maverick faz algo melhor que o original é elaborar uma história interessante. Enquanto o primeiro longa em certo ponto deixa a história em segundo plano em meio as tomadas aéreas, sua continuação não se perde no meio do caminho. As cenas de ação são um espetáculo a parte e a nostalgia pode até levar o telespectador para o cinema, mas a história vale a pena ser contada. Uma pequena OBRA-PRIMA de 2022, para ser aplaudido de pé.
F-O-D-A! Não tem como definir com uma expressão menor que essa. Cruise se superou completamente, realizando um filme de ação onde a base é totalmente sentimental. As duas horas passam sem sentir e nossos olhos se enchem de lágrimas a cada grande momento. Tem tudo pra ser apenas mais um grande clichê, até porque sabemos o desfecho desde o início, mas é tão bem produzido e dirigido, que quando chegamos no auge, não precisa, pois toda a produção tem grandes ápices. Vale cada detalhe, a questão de produzir, o elenco, a trilha sonora com Gaga... foi feito pra dar certo, repetir o sucesso que nem mesmo o primeiro previu. Acançado com êxito total.
É um “Top Gun 2” com o retorno de Tom Cruise como Maverick e a lembrança de várias cenas do primeiro filme. 37 anos depois a técnica é melhor mas a história não empolga tanto.
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