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Tiffany L.
2 críticas
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0,5
Enviada em 12 de agosto de 2017
Que filme bobo! Eu não tive paciência pra ver se depois de 10 minutos melhorava, porque o começo é tão tosco que não é possível que algo bom comece tão ruim! Parece feito por um adolescente - tosco, nojento e sem graça.
Adoro o filme, scarlett fez um papel muito bom do começo ao fim. É um filme muito interessante com um tema diferente do que estamos acostumados a ver (pelo menos eu kk). Recomendo a todos
Parece promissor até o meio, depois fica insano e sem enredo e roteiro inteligente com um final patético e feito às pressas...A "viagem no tempo" e regressão dela até reencontrar a ancestral Lucy é simplória e o final, bem, sem comentários. Podia ser um filme extraordinário pela temática, pelo elenco ( Morgan !!!!!! Scarlet !!!), até mesmo pelo Luc , mas....Achei regular, sendo legal :)
spoiler: É um filme feito com criatividade e com uma história bem construída.Ele já começa em suas primeiras cenas de um forma bem tensa,e acabei ficando meio perturbado com o estado de Lucy,de não saber do que estava acontecendo com ela naquele momento.O filme continua num ritmo bom,com cenas de ação não exageradas,e com bons efeitos especias,mas algumas cenas do filme achei bem desnecessárias como a cena que Lucy começa a se desintegrar quando suas células se desestabilizam depois de um simples gole de champanhe dentro de um avião.Nas ultimas cenas do filme tive um grande nó no celebro,na cena em que Lucy consegue os 100% de sua capacidade cerebral.Nas cenas em diante aconteciam algumas coisas muito bizarras na minha opinião.
Um misto de ficção científica e ação policial. Lucy (Scarlett Johansson) começa como vítima de circustâncias que a levam a se tornar prisioneira de uma máfia chinesa e burro de carga de uma nova droga desenvolvida que aumenta consideravelmente o uso do cérebro. Concomitantemente somos apresentados ao professor Normal (Morgan Freeman), que possui uma teoria de que se isso fosse possível poderíamos controlar completamente nosso corpo e até o corpo de outras pessoas (e sabe-se-lá mais o quê).
A ideia do filme é apresentar ao publico o quanto cérebro o humano podemos usar e realmente conforme fala no filme, geralmente usamos 11% apenas de sua capacidade.
O Final....
spoiler: Foi muito interessante, pois ela já estava acima de todos usando seus 30% e cada vez mais subindo o que poderia acontecer, o lógico é claro. em minha opinião.... Ela se tornou um deus, uni presente onipotente, Deus não tem uma forma física, Deus é energia.
O filme é uma mistura de ficção-cientifica e ação com uma temática muito interessante, a mente humana. Essa que é um mistério e cheio de suposições, no entanto é de regra geral que os humanos usam até 10% de sua capacidade total. O início é bastante embaraçoso e vital, essa coisa psicodélica de ser de filmes de ficção. Lucy, a personagem principal, é compelida a ser mula e levar uma nova droga sintética em seu corpo, no entanto a embalagem que acondiciona a droga se rompe, fazendo com que a substância percorra seu corpo em níveis exagerados. Ao mesmo tempo, o filme faz um comparativo com uma palestra de um professor especialista no assunto da mente humana. Lucy se ver diferente e uma capacidade que só vai aumentando. Há cenas de ação e efeitos especiais que nos prendem a atenção, agregando valor ao filme. Em sua essência demonstra um "Q" de filosofia. Ótimo filme para se assistir em uma sala de estar.
Eu gostei da ideia do filme mas, eu acho, que toda suposta "viagem" de Lucy no filme não foi muito bem executada e sem falar de certas partes que são bem despensaveis, e eu achei que o final deixou a desejar.
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