Lucy
Média
4,0
6175 notas

328 Críticas do usuário

5
84 críticas
4
71 críticas
3
85 críticas
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49 críticas
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Alexandre S.
Alexandre S.

153 seguidores 116 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 31 de agosto de 2014
Você assiste o trailer e pensa: "Wow!! Ficção científica frenética!!" ou "Mais um filme de super-heróis!!!" Pois é, não é muito isso não. Imagine um filme de ação (afinal, Luc Besson sabe fazer) e de repente, com uma filosofia de "boteco", transforma um filme de ação em uma "explicação" para a evolução do homem e até que ponto podemos evoluir sem se destruir. Interessante pensamento e com interpretações convincentes ( alguns até pouco conhecidos ao público brasileiro e como sempre Luc Besson sabe escolher elenco) é uma boa pedida para se distrair. Acho que no ato final do filme fica faltando algo, parece que o filme não se completa, mas vale uma conferida.
Juarez Vilaca
Juarez Vilaca

2.918 seguidores 393 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 31 de agosto de 2014
Um bom filme, embora muito confuso. Muita ação de violência e clichês de filmes da espécie. Existe um fundo espiritual e filosófico que ficou pouco evidenciado. Scarlett Johansson, como Lucy, não convenceu, embora seja uma atriz de primeira grandeza. Talvez Mila Jovovich desse conta do papel com mais qualidade. Esperava mais, mas, vale a pena.
Andreia R.
Andreia R.

2 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 31 de agosto de 2014
Sabe aquela sensação de que ficou faltando algo, explicações e entendimento, pois é, sai da sessão com aquele ar de "acabou?? foi isso??". Não vou enterrar o filme tachando o de ruim, vou dar outra chance e deixar pra decidir ao assistir novamente.
Rosangela S.
Rosangela S.

2 seguidores 2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 31 de agosto de 2014
Excelente!! Bem filosó reflexão sobre a existência como, sobre Deus. A quem pertence o controle de tudo? O que estamos fazendo aqui.. para onde vamos?Seremos capaz de absorver e controlar o que sabemos? A tecnologia e o conhecimento quem o tiver domina o a pena assistir.
Eduardo Santos
Eduardo Santos

340 seguidores 183 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 30 de agosto de 2014
O roteirista/cineasta francês Luc Besson andava sumido dos holofotes. Já fazia alguns anos que seus filmes passavam despercebidos pelo grande público e a crítica andava meio descrente de suas habilidades de contar boas histórias como outrora. Pois bem. O estiloso e conceitual diretor voltou aos holofotes com o que parecia ser um grande retorno. Chamou a Scarlett Johansson para protagonizar seu filme de ação estilizado e criou uma atmosfera bem interessante para o longa. Uma mulher que é forçada a participar de um experimento controverso como cobaia de uma droga sintética que maximiza o uso potencial do cérebro. Tendo como base a tese de que os seres humanos utilizam uma porcentagem irrisória de sua capacidade cerebral, o que poderia acontecer com uma mulher que pode alcançar 100% de sua eficiência mental? Poderes sobre humanos ficam a sua disposição. Coisas nunca antes vivenciadas passam a permear a sua vida. Desta inteligente, instigante e interessantíssima premissa, o filme começa muito bem, com cenas muito bem pensadas e executadas. Há um ótimo ritmo e agilidade. O filme tem várias sacadas inteligentes e cenas marcantes. Na verdade, o filme funciona muito bem até que o seu terço final entra em cena. Aí, meus caros amigos, parece que passamos a assistir a outro filme. Para tentar explicar tantas situações exageradas e inverossímeis, Besson começa a filosofar de tal maneira que perde completamente o fio da meada. Dizer que ele viajou na maionese chega a ser pouco. O que acontece é que ele perde a mão feio em meio a explicações sem sentido, nada palatáveis, extremamente presunçosas e superficiais. Algumas cenas são tão constrangedoras na sua parte final, que dá até mesmo para sentir pena do Morgan Freeman e da própria Johansson por diálogos risíveis e sem cabimento. Um desfecho pseudo intelectual, pretensamente filosófico e ideológico, contudo amplamente raso e mal contado. Por fim, as pessoas na sala riam de tamanha baboseira. Algumas pessoas demostravam ao fim da exibição não terem entendido nada, e outras simplesmente tiveram a mesma reação que eu: um abano de cabeça demostrando descontentamento e incredulidade devido ao desperdício de potencial que o filme provoca. A impressão que dá, é que se trata de um festival de asneiras para explicar uma visão controversa e desconexa de uma filosofia barata de criacionismo. Mas como dois terços do filme são bons, minha nota não pode ser tão ruim para condizer com o desfecho que busca uma mirabolante e gritante revolução vazia dos anseios da humanidade e só consegue causar risos involuntários de desapontamento.
Gino d.
Gino d.

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

2,5
Enviada em 30 de agosto de 2014
Eu já havia lido algumas críticas a respeito do filme e vi o trailer, fui assistir hoje, sinceramente esperava mais, deixou a desejar spoiler:
Sandra Maria Pereira B
Sandra Maria Pereira B

2 seguidores 3 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 30 de agosto de 2014
Filme muito bom. A atriz Scarlett Johansson, está excelente! A trilha sonora tá bem diversificada, vai do rock-in-roll à música clássica. Os efeitos especiais são perfeitos. E sempre é bom visitar a cidade francesa, mesmo em filmes. Vale a pena conferir!
José Henrique V.
José Henrique V.

3 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 30 de agosto de 2014
Excelente do início ao fim. Ação, mas entra pela filosofia, teologia (cena do encontro de Lucy atual com a primeira Lucy), onde Scarlat J se põem no "lugar" de Deus. Bem, tem que assistir para entender. Atenção aos diálogos.
daniloalegre
daniloalegre

23 seguidores 23 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 30 de agosto de 2014
Bom! O filme se trata de uma ficção científica bastante interessante. Não gostei do final em que ela praticamente vira Deus e passa os conhecimentos pra macaca Lucy que no início aparece empalada no museu. Enfim, Lucy vira um pen drive! Vale a pena assistir.
Sidnei C.
Sidnei C.

127 seguidores 101 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 29 de agosto de 2014
Lucy é um filme que abre um leque de possibilidades para análises. Tem seu início e fim extremamente filosóficos e, no meio, um desencadear de situações onde mostra toda a problemática herdada pelas más escolhas feitas por Lucy. Mas, dentre todas essas possibilidades de análise, selecionei dois temas muito atuais e, ao mesmo tempo, tão antagônicos: a violência e a expansão da consciência. A violência que vem acompanhada com todo tipo de caos gerado a partir dela, presente nas grandes metrópoles e, opostamente, o lado positivo, representado pela expansão da consciência, que seria uma esperança para nós, humanos limitados, de que um dia seremos capazes de muito além do que hoje pensamos possível no tocante ao ser e poder. Ou, que na verdade julgamos impossível. Este impossível a que me refiro seria a expansão de nossa capacidade física e mental, mostrado no filme como uma capacidade nata, que se encontra em repouso, aguardando a hora de despertar para podermos viver plenamente nossa aventura num planeta de terceira dimensão.
Por acidente, Lucy vai despertando seus 100% de capacidade mental, assimilando bilhões de informações que lhe deixam no início confusa e contrariada. Mas no decorrer da história, sua dinâmica de aprendizado se adapta às situações práticas que está vivenciando e é aí que está o "barato" da lenda Lucy: ela mostra que estamos mesmo adormecidos e bloqueados para o universo pulsante. Na verdade, nossos limites é que nos incapacitam para a vida. Com o conhecimento e sem a resistência advinda do medo ou qualquer desconforto gerado pelos dogmas humanos, nossas verdades se abrem e nós passamos de meros expectadores a intrépidos protagonistas de nossa própria vida. Além disso, o filme também chama a atenção para o fato do conhecimento ser uma arma de poder. Enquanto o conhecimento estiver guardado e sob o domínio de poucos, consequentemente, estes governarão os ignorantes e o restante do mundo. Mas com o despertar da nossa consciência, essa situação poderá se inverter. A partir do momento que sentirmos o verdadeiro poder que temos, as coisas mudam e mudam para valer!
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