Lucy
Média
4,0
6160 notas

328 Críticas do usuário

5
84 críticas
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Amanda C.
Amanda C.

1 seguidor 2 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 27 de janeiro de 2015
Esse filme é otimo recomendo vale apena ver principalmente pra quem gosta de ciências e pra quem não gosta também, faz a gente refletir o que nós somos capazes de fazer.
Angelita P.
Angelita P.

4 seguidores 2 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 24 de janeiro de 2015
Adorei... principalmente a parte que diz que o tempo é o sentido da existência...meio filosófico, mas com cenas de ação e ficção bem elaborados. Indico para todos meus amigos e familiares.
Daiana D.
Daiana D.

1 seguidor 3 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 22 de janeiro de 2015
O que acontece quando ela usa 100% de seu cérebro? Resposta: ela desaparece, desintegra, vira pó. Ah, faça-me o favor, que filminho tosco.
Vítor A.
Vítor A.

2 seguidores 10 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 22 de janeiro de 2015
Na minha opinião, havia história para 5 horas de filme. Falhou um pouco nisso. Papel principal bem concebido a Scarlett Johansson com Morgan Freeman também em destaque. Aconselho :-)
Fernando M.
Fernando M.

33 seguidores 51 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 20 de janeiro de 2015
Em 1973, na conhecida canção “Ouro de Tolo”, Raul Seixas cantava: “É você olhar no espelho / Se sentir um gradessíssimo idiota / Saber que é humano, ridículo, limitado / Que só usa dez por cento de sua / Cabeça animal (...)”.

Não se sabe ao certo quem e quando começou essa lenda dos 10%, mas hoje está comprovado cientificamente que utilizamos sim todo o cérebro.

A melhor hipótese, segundo matéria da Superinteressante, é que esse mito foi criado pelos defensores da paranormalidade. Para eles, utilizar 100% do cérebro é exclusividade de quem levita, lê mentes e entorta garfos à distância, enquanto atividades do dia-a-dia limitam o resto de nós a apenas um décimo da “força do pensamento”.

É essa a premissa básica do filme de Luc Besson, realizador francês famoso por trabalhos como “O Profissional” (1994) e “O Quinto Elemento” (1997).

O filme conta a história de Lucy (Scarlett Johansson), uma moça que, forçada pelo carinha com quem ela estava ficando, vai entregar uma mala a um misterioso Sr. Jang (Min Sik Choi). No entanto, ela acaba caindo nas mãos de uma poderosa máfia que está testando, naquela altura de campeonato, uma nova droga potente.

Lucy acaba se tornando “mula” desses criminosos, pois eles inserem um pacote com a droga no estômago da garota. Mas um chute que ela leva é capaz de estourar o pacote, e parte da substância é absorvida pelo organismo de Lucy. A droga tem o poder de aumentar a capacidade cerebral, e vemos então Lucy aumentar incrivelmente suas proezas e habilidades.

Scarlett Johansson está perfeitíssima para o papel, que é xérox de sua mesma Natasha Romanoff / Viúva Negra de “Os Vingadores” (2012), ou seja, a mulher forte, a gostosa que bate em todo mundo. Com o passar do longa, Lucy vai se desumanizando, se tornando fria e robotizada, cheia das frases solenes.

A reviravolta da história acontece quando Lucy resolve se vingar dos mafiosos, caçando um a um implacavelmente. É aí que o filme enche de sangue, tiros e perseguição de carros. Em paralelo, Lucy resolve abdicar-se da normalidade, utilizando doses cada vez maiores da droga, como um experimento ambulante para as teorias do famoso neurologista, Prof. Norman (Morgan Freeman).

O roteiro é ágil e dinâmico. A trilha é atmosférica e está costurada. O filme procura o ponto de equilíbrio entre a ficção científica e o cinema de ação, pontuado com cenas de humor e drama.

O filme procura o tom filosófico, como nos já consagrados “Trilogia Matrix” (Irmãos Wachowski, 1999-2003), “A Viagem” (Tykwer & Irmãos Wachowski, 2012) e “A Origem” (Nolan, 2010), ficando muito aquém. O filme também busca um acabamento que lembra universo de histórias em quadrinhos, na política de mais entreter do que fazer pensar.

Mas “Lucy” peca pelos exageros, há excessos demais. Em várias cenas, a história joga a verossimilhança na lata do lixo, bem como há cenas aleatórias, não-explicadas, que brotam do nada. A fantasia é quem dita as regras, chegando a ser mero surrealismo em determinados momentos.

É certo que tanto nos filmes de ficção científica (como é o caso aqui) como nos filmes de terror, a fantasia se mostra em um estado mais puro que em um drama ou em uma comédia, por exemplo. No entanto, Luc Besson nos apresenta um exercício de fantasia pela fantasia simplesmente. É realmente exagerado supor que uma droga poderosa consiga deixar o ser humano hábil em técnicas que ele nunca aprendeu, e capaz de vencer a morte, o espaço e o tempo.

Luc Besson mostra-se um hábil contador de histórias pop fora do mundo hollywoodiano, embora seus filmes bebam dessas águas. “Lucy” nasceu com pretensões artísticas e comerciais, mas tornou-se um filme B elegante e caro, como se pode ver em seu deplorável final.
anônimo
Um visitante
3,5
Enviada em 20 de janeiro de 2015
Luc Besson é um diretor bastante experiente no gênero ação.Tando sendo produtor,roteirista ou até mesmo na direção.Na direção ele sempre tenta arriscar em outras áreas.Assim como mostrou na animação de três filmes de Arthur e suas vinganças.Em Lucy,ele resgata uma forma especial de fazer ação.Trazendo a frente uma personagem feminina.Que fica inteiramente a cargo de Scarlett Johansson.No começo a sua personagem Lucy é controlada,e entra em uma situação não muito amigável.Pois se envolve com uma máfia,e é obrigada a transportar drogas em seu corpo,Mais algo inesperado acontece,e Lucy então desenvolve poderes fora do normal.Sendo única e exclusivamente só dela.Os poderes são tanto quanto interessantes.Pois ela tem capacidade de praticamente tudo ao seu redor,de acordo com que a porcentagem de seu cérebro vai aumentando.E essa porcentagem agente acompanha passo a passo,até a conclusão final,que é uma das mais interessantes de todo o filme.Embarcamos juntos com Lucy em uma viagem bem interessante,e que supostamente não tem volta.Morgan Freeman completa o elenco,apenas como um professor Norman,que não soma nada a trama,mais somente a presença dele já nos faz feliz.
Maiko D
Maiko D

1.659 seguidores 303 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 18 de janeiro de 2015
O filme começa bem, mas termina numa viagem sem parâmetros. Até passa uma mensagem interessante. Particularmente, gosto do tema. Entretanto, ficou surreal demais. Não o recomendaria a alguém.
Igor V.
Igor V.

8 seguidores 11 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 18 de janeiro de 2015
Gostei muito do filme. Ficção falando sobre poderes que podemos ter ao usar mais o cérebro, uma boa dose de ação e um enredo que fala sobre qual a nossa missão na terra. Muito interessante.
Alinne S.
Alinne S.

6 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 12 de janeiro de 2015
Ante de assistir ao filme lir varias criticas e diante de comentários negativos em relação ao final do filme, fiquei com perspectiva baixa. Porem o filme é incrível e a todo momento o que acontece com Lucy é parelelo a pesquisa mostrada no inicio do filme. O final é proporcional ao que havia sido dito no inicio do filme quando se fala em reprodução ou imortalidade, além do que, o final refere-se a questão do tempo. Quem não entendeu o filme é simplesmente burro.
Carlos F.
Carlos F.

1 seguidor 13 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 9 de janeiro de 2015
Um filme com vários pontos negativos e positivos, fica na média. É interessante, apesar de conter fatos mal interpretados, como a utilização do cérebro, uma teoria atualmente já desmentida. Os personagens carecem de uma condução melhor, e a bela Scarlett parece totalmente deslocada nesta produção que é caprichada, tem boas cenas, boa CG e efeitos especiais, mas peca na mão, com situações sem pe nem cabeça, como viagem no tempo e várias pontas soltas. O bom ator Morgan Freeman é outro que se perde na trama, parece ter saido da apresentação de Cosmos. Uma pena. Mas dá para assistir o filme tranquilo, apesar de tantos problemas.
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