...Melhor filme de guerra que ja foi produzido. . ...Atuação marcante de Tom Hanks. Apesar de um pouco longo, o filme não se torna monótono em nenhum instante, pois as cenas de tiroteio e apreensão acompanham todo o filme. . Recomendo
Mais uma grande produção do melhor diretor do cinema, pelo menos para mim. É uma história emocionante. A única coisa que nunca irá me agradar é sempre colocar o EUA como o grande herói da guerra, mas sabemos que não é totalmente verdade.
Filme espetacular! Cenas chocantes, bem feitas e que retratam bem o que foi a guerra: Mães vendo seus filhos, muitas vezes apenas jovens, indo para a guerra e sem saber se voltam para casa. História incrível com muita ação, drama e emoção.
A sequência de abertura, que retrata o desembarque das tropas aliadas na Normandia no Dia D, é um dos momentos mais impactantes da história do cinema. Spielberg utiliza câmeras de mão tremidas, som abafado e uma edição crua para colocar o espectador no caos do campo de batalha. O resultado é uma experiência visceral e angustiante, onde cada tiro e explosão ressoam com intensidade realista.
A violência gráfica, longe de ser gratuita, serve para ilustrar o horror da guerra. Diferente de produções mais romantizadas, Spielberg opta por um retrato cruel e desglamourizado do conflito, destacando o impacto psicológico nos soldados.
O melhor filme do gênero até a dupla Spielberg/Hanks decidir fazer duas minisséries sobre a segunda guerra mundial(Band of Brothers e The Pacific). A cena que retrata o desembarque norte-americano em Omaha Beach no dia D é de tirar o fôlego. Elenco, figurino, fotografia e direção impecáveis. Imperdível.
Poucos filmes do gênero conseguem mostrar os horrores da guerra de forma tão crua, visceral; no que se refere não somente ao visual, mas também aos personagens. E para uma produção acusada de “patriotada” pela crítica não-americana, há até uma certa imparcialidade aqui. E sejamos sinceros: quem pode culpar os americanos de “patriotadas” no que diz respeito às operações do Dia D? Ninguém nega que eles estavam do lado ‘menos errado’ da guerra (pena que seja um exemplo raro; nada justifica a bomba atômica ou as operações no Iraque).
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade