Bohemian Rhapsody
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4,5
2860 notas

269 Críticas do usuário

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JRusso
JRusso

69 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 10 de dezembro de 2025
Filme chapa branca, atuações deprimentes (inclusive do ganhador do Oscar) e maquiagem tosca. Freddie teve uma vida muito interessante e mereceria não só um filme a sua altura, mas uma série poderia ser mais fiel a esse personagem do rock. Bohemian Rhapsody é um mero rascunho que jamais deveria ter sido lançado.
Murilo Dias
Murilo Dias

4 seguidores 43 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 5 de maio de 2019
O filme nada mais é do que uma obra que respeita a imagem de Freddie Mercury, não mostra os vícios ou os momentos mais difíceis da vida do cantor, o que de certa forma é bom.
willnygma
willnygma

36 seguidores 37 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 1 de novembro de 2018
SEM SPOILERS - Sabe qdo vc sai em êxtase de um show, onde os membros te empolgam tanto com a energia deles q passa pra vc, onde a gente canta e sai com vontade de cantar mais e mais? Então, é essa a sensação que eu senti ao sair de uma sala de cinema ao ver a cinebiografia de uma das bandas mais viscerais e empolgantes que já existiu na face da terra. O #Queen, batizada por #FreddieMercury ñ foi apenas uma grande (se ñ a maior) banda de rock de todos os tempos, criadores de hits que embalaram toda uma geração, mas q vai perdurar pela eternidade por sua essência, criatividade, originalidade e sagacidade, principalmente depois deste filme. Com um roteiro q foge totalmente do banal e do conformismo de outras produções do gênero, a canção Bohemian Rhapsody que batiza o filme, ñ só esta atrelado a muitas entrelinhas e poesias que o filme ñ entrega o jogo, deixando o expectador se emocionar e captar cada um a sua idéia do q pode ou ñ ser e dai q esta o grande barato da arte, empolgar, abrir frestas, ñ deixar o assunto fechado. E neste ponto o filme ñ só cumpre com a parte artística do q foi essa grande banda e a personalidade de cada integrante, como desmistifica um pouco do estigma do Freddie e o mostra como um ser humano, cheio de defeitos como qualquer um.
Os atores (escolhidos a dedo) fazem jus aos integrantes e até o elenco de apoio é impecável, mas a interpretação de #RamiMalek é arrepiante e sublime que não conseguimos imaginar outro no lugar do inimitável Fred, mas ele empolgou de tal forma q esquecemos q ñ é ele ali. Pontuado muito bem em sua perplexidade e bom humor.
Mas o melhor do filme, são as referências, q o filme pontua. A principal dela é a participação mais do que especial e irreconhecível do ator #MikeMyers (o eterno Austin Powers e verdadeira voz do Shrek) q interpreta (maravilhosamente) o executivo da gravadora EMI Ray Foster. Para quem ñ sabe ou ñ se lembra, Mike Myers nos anos 90 ficou famoso por seu personagem do filme "Quanto Mais Idiota Melhor", baseado no quadro "Wayne'sWorld" do Saturday Night Live, onde ao lado do comediante #DanaCarvey e seus amigos dublavam em alto e bom som a canção q dá título a este filme, "Bohemian Rhapsody" dentro de um carro e q influenciou toda uma geração. Claro q em se tratando de Mike Myers isso acaba virando piada no filme também em cenas bem descontraídas onde mostra muito bem as qualidades de persuasão e comunhão dos membros da banda. O roteiro do filme pode ñ mostrar todas as músicas e grandes álbuns que a banda criou ao longo dos anos, nem mostrado as participações com #DavidBowie entre outros, mas se concentra no essencial e contam o que é relevante ao título, mesmo q cheio de entrelinhas pra quem conhece a banda e quem só conhece a música entende a complexidade por trás do mito. Então ao invés de mostrar o que todo mundo já sabe ou viu em milhares de clipes e filmagens de shows q o Queen era uma das bandas que mais sabiam se apresentar ao vivo, o roteiro se concentra em mostrar o lado q poucos conheciam, o lado humano dos personagens e obviamente (e principalmente) de sua maior lenda, o enigmático ícone Freddie Mercury, e isso já bastou mais de 2 horas de filme. O filme mostra o q precisava ser mostrado e deixa um enorme gosto de quero mais. Pode ser que depois lancem uma versão estendida em blu-Ray mas é fato q este filme merecia uma bela de uma continuação ou até mesmo uma trilogia, pois a obra da banda é tão vasta q da pra fazer até um seriado e ainda assim faltaria alguma coisa. Mas a dimensão do trabalho na singularidade dos membros e de um roteiro afiado da um orgasmo na platéia q ao subir a primeira letrinha da uma vontade de ver muito mais, mas estamos tão empolgados com aquele final que saímos da sala convictos de que vimos uma grande obra.
Mauro A
Mauro A

4 seguidores 32 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 2 de janeiro de 2019
Quem pensa que vai ver uma biografia do Fred Mercury vai se decepcionar. O roteiro vem se desenvolvendo como biografia, ainda assim, falha em muitos pontos, a partir de um determinado momento o que se vê apenas são os shows da banda, mas nada que se aprofunde na história do mito que pode ser considerado como um Elvis Presley II.
Cássia Adriane L
Cássia Adriane L

13 seguidores 31 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 4 de novembro de 2018
Em Bohemian Rhapsody conhecemos não só a jornada de sucesso da banda Queen, mas toda a trajetória do grupo. O filme nos retrata cada detalhe, a formação da banda, a composição das músicas mais famosas, as gravações de discos, e claro, os altos e baixos do grupo, principalmente do vocalista, Freddie Mercury.

Contar a história de uma banda que foi tão importante para o cenário mundial da música não é uma tarefa fácil, o diretor Bryan Singer conseguiu construir uma narrativa que envolve e emociona os fãs da banda que assistem ao filme.

Além do filme como um todo ser excepcional, é preciso destacar a atuação de Rami Malek como Freddie Mercury, o ator se entregou completamente ao papel, sendo o verdadeiro destaque da história, assim como previsto, já que estava no papel de vocalista da banda.

Apesar de "longo" (2h 15min), o filme não se torna cansativo em nenhum momento, você se envolve em cada segundo da narrativa, conhecer de perto e por outros ângulos a história do Queen foi uma experiência única e emocionante.
Salomão M.
Salomão M.

6 seguidores 31 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 19 de novembro de 2019
Eu não conhecia a história da banda e ela por si só já é uma história incrível. Muito bom o filme, porém acredito que a parte do sucesso que a banda obteve ao longo dos anos poderia ser mais explorada e consequentemente quem não conheceu a banda teria uma visão melhor da amplitude de quem foram seus integrantes e as grandes músicas que até hoje são tocadas.
Lu Abilio Osboune
Lu Abilio Osboune

5 seguidores 30 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 23 de setembro de 2021
Decepcionante. Extremamente artificial.
Péssimo elenco.
Assisti uma vez e não verei nunca mais .
Do jeito que falavam desse filme , pensei que fosse uma obra prima.
É quase uma sátira da banda d tão ruim.
Lilia Fitipaldi
Lilia Fitipaldi

10 seguidores 30 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 3 de novembro de 2018
O filme conta a história da formação do Queen sem se aprofundar, mostrando o início de tudo até pouco antes do fim.
O roteiro apesar de destacar a vida pessoal do cantor, não se preocupa em detalhar a fundo todos seus relacionamentos amorosos, ele deixa claro desde o começo sua sexualidade, sem em levantar bandeira alguma. (fazendo jus a como Freddie tratou a questão em vida.)
O que mais é mostrado no filme é sua relação com Mary Austin, musa responsável por lhe dar inspiração para o grande hino Love of My Life, e com os outros membros do Queen em si.
Bohemian Rhapsody deixa claro que a existência de Freddie Mercury e da Queen dependiam uma da outra, a banda não existiria sem ele, assim como também não existiria sem Bryan May, Roger Taylor e John Deacon. Cada um foi fundamental para a banda ter o sucesso que teve. Se uma mesa tem quatro pernas, e uma de suas pernas é arrancada, é provável que essa mesa caía ou tenda a cair para um lado. Assim era o Queen, uma combinação completamente única e insubstituível.
Rami Malek, tirou de letra a difícil missão de
encarnar Mercury, ele transmitiu bem a enigmática, porém excêntrica persona que Freddie tinha, o ator é tão expressivo que sua atuação consegue transmitir diversos sentimentos com um simples olhar.
O carisma de Rami só perde para sua incrível presença de palco, apesar de optado por dublar as canções (por motivos claramente óbvios). Sua interpretação vai muito além da aparência (que foi levemente alterada para se assemelhar com a de Freddie), todos os trejeitos do cantor foram replicados, assim como toda a dominância que ele tinha no palco. É simplesmente lindo ver o brilho em seu olhar durante uma cena de show, ou produzindo os álbuns em estúdio de gravação ou até mesmo escrevendo as músicas.
Apesar de Rami Malek se destacar, seus colegas de elenco também não ficam para trás Gwilym Lee também fez um excelente trabalho como Bryan May, ele foi capaz passar toda a vibe tranquila que May tem, Bem Hardy que interpreta Roger Taylor nos mostra um lado mais rebelde e atrevido de Taylor e Joseph Mazzello encarna John Deacon de um modo bem ardiloso.
A história nos mostra um pouco da busca incessante de Freddie por alguém para amar, e como a vida de celebridade pode muitas vezes ser solitária e sedutora. Nos mostra como ter todo o mundo aos seus pés não é suficiente, como sempre vai existir um vazio cuja a necessidade humana sempre nos fará tentar preenchê-lo de alguma forma.
As cenas de apresentações da banda são arrasadoras tanto da perspectiva do público como da banda.
Bohemian Rhapsody emociona de uma forma como só Freddie Mercury foi capaz de emocionar, com sinceridade, amor e sofrimento. Ele colocar em poesia a mistura louca e emocional que foi o Queen, e nos faz entender o que tornou a banda um fenômeno. O que os diferenciava era o fato deles serem, parafraseando o próprio Mercury: "Quatro desajustados que não pertencem juntos, tocando para outros desajustados, para os exilados bem no fundo da sala, que têm certeza de que eles não pertencem também."
Mostrando uma história de uma família, que assim como todas tinha seus atritos, seus altos e baixos, mas que foi unida por algo maior: um amor a música e ao público.
Jerffson C.
Jerffson C.

6 seguidores 29 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 5 de fevereiro de 2019
Filme Muito Bom...Não se trata de uma biografia completa (da infância a morte), e sim do início de carreira do Mercury até o memorável show beneficente do Live Id. No meu ponto de vista, acho que faltou explorar o tempo integral do filme com outras situações da história de vida do Mercury, pois utilizaram Grande parte do tempo para a atuação da banda no referido show, que por sinal neste aspecto, foi explorada de forma excepcional. Em resumo, vale a pena assistir, filme Muito Bom..
Lucas G
Lucas G

3 seguidores 27 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 17 de dezembro de 2018
Remi Malek acredito eu possa vir a ser uma grande aposta de Hollywood pela performance impecável e interpretação de tirar o fôlego.

Lógico que não poderia deixar de falar a respeito da fotografia que me cativou enormemente.

A cada take me emocionei de forma assustadora como se já tivesse vivido tal época. É o que podemos chamar de diegêse.
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