Bohemian Rhapsody
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4,5
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269 Críticas do usuário

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Kamila A.
Kamila A.

7.941 seguidores 816 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 6 de novembro de 2018
Bohemian Rhapsody não é só o título da cinebiografia do cantor Freddie Mercury, dirigida por Bryan Singer. Também é o nome de uma das canções mais clássicas da banda Queen. Originalmente encartada no disco A Night at the Opera, de 1975, cuja pré-produção está retratada no filme, “Bohemian Rhapsody” é um dos maiores sucessos do grupo. Com 5 minutos e 50 segundos de duração, é uma música de estrutura bastante inovadora, sem refrão e contendo uma mistura de rock, hard rock e ópera.

Podemos considerar Bohemian Rhapsody como uma cinebiografia de livre inspiração na história de Freddie Mercury. O roteiro escrito por Anthony McCarten toma certas liberdades, especialmente no que diz respeito à natureza do relacionamento entre Freddie e sua família. O filme deixa subentendido que os pais não aceitavam a opção sexual do seu filho, nem sua carreira, muito menos o fato de que Freddie negou muito as suas origens como descendente de parsis zoroastrianos. No entanto, a realidade é que Freddie sempre foi muito próximo à sua família e os pais acompanharam de perto a sua trajetória pessoal e profissional.

Liberdades à parte, Bohemian Rhapsody tem como eixo principal, na realidade, a transformação de Farrokh Bulsara em Freddie Mercury e o quanto a sua persona pública intensa, criativa, que buscava sempre fazer algo novo e inimaginável, foi consumindo-o ao ponto de ele ter perdido o contato com tudo aquilo que ele verdadeiramente era. Bohemian Rhapsody mostra que Freddie Mercury era um cantor e artista extraordinários, mas que ele era muito melhor quando acompanhado de Brian May, Roger Taylor e John Deacon, seus companheiros do Queen.

Por isso mesmo, Bohemian Rhapsody encontra seus melhores momentos quando a vibração e a ousadia do Queen estão em tela. Apesar da linha temporal bastante confusa e da produção tempestuosa (o diretor Bryan Singer foi demitido semanas antes do fim da produção, após desavenças com a equipe, em especial com seu ator principal), o filme termina de forma muito corajosa, spoiler: com a sequência inteira dos 20 minutos de show do Queen no Live Aid, em 1985
. Nesse ato final, estão potencializados tudo aquilo que fazem de Bohemian Rhapsody um bom filme, em especial: a reconstituição da época, a caracterização perfeita dos integrantes do Queen e a atuação maravilhosa de Rami Malek, que incorpora sua personagem de uma maneira visceral.
Daniel Novaes
Daniel Novaes

7.774 seguidores 873 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 31 de janeiro de 2019
A música e o dom de Freedy eram e sempre serão mágicos. A história e a saga infelizmente dentro de um perdido padrão solitário e - na maioria das vezes - vazio.
Rodrigo Gomes
Rodrigo Gomes

6.171 seguidores 973 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 6 de novembro de 2018
Não era, mas me tornei completamente fã. Surpreendido por um artista incrível e único, que mesmo com todos os seus defeitos foi um dos maiores ícones que o mundo já teve o privilégio de assistir. Freddie era um ser humano como outro qualquer, se não fosse seu grande dom do entretenimento. Chorei da primeira à última cena e ainda sai chorando do cinema. É um filme perfeito, toda a emoção e realidade passada pelo protagonista... estão no nível máximo. A quantidade de músicas que eu conhecia mas nem imaginava que eram deles...fiquei alucinado, quero baixar todas as músicas, comprar CDs e assistir todos os shows, quiçá tatuar Queen em mim. Na minha vida nasceu uma das maiores estrelas, que já conhecia de nome, mas não fazia idéia de toda sua proporção, de tudo que existiu por trás, de sua grandiosidade. Ver toda uma platéia comovida, é realmente chocante.
Vitor Araujo
Vitor Araujo

3.873 seguidores 618 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 11 de fevereiro de 2019
Homenagem. Biografica. Freddie. Fãs. Musical. Apressado. Meio falso. Dentadura. Empolgante. Legal. Eeeooo.
Crismika
Crismika

1.192 seguidores 510 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 23 de outubro de 2019
Gostei muito do filme que conta de forma simples a complicada vida do astro Fredy Mercury. O ator vencedor do Oscar interpreta de forma impecável a vida do astro. Até eu que não era um super fã da banda Queen me rendi e passei a ver e curti-los com outros olhos. ADOREI...
Elvira A.
Elvira A.

937 seguidores 266 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 5 de março de 2019
"Um menino paquistanês que tinha medo da solidão". Essa definição, dada por um amigo a Freddie Mercury, cabe como uma luva ao excêntrico, mas também genial cantor. O filme aborda sua carreira desde o início, com o grupo inglês Queen, que, durante anos, encantou milhares de fãs mundo afora. O que mais me emocionou foi a amizade-amor entre Freddie e Mary Austin, sua primeira namorada, que, mesmo após constatar sua bissexualidade, manteve um carinho muito grande por ele, e vice-versa, amizade essa que continuou mesmo depois dela casada e grávida. Freddie acabou se deslumbrando com a fama e maltratando quem estivesse ao redor, inclusive os membros da sua banda e os empresários. Outro ponto tocante foi a reconciliação com sua família, ele já sabendo que era portador do vírus da Aids. Ele quase se autodestruiu, cercando-se de falsos amigos. Foi uma ótima ideia do diretor terminar o filme com o famoso concerto beneficente Live Aid, em prol das vítimas da fome na África, em 1985. Também gostei das cenas em que o grupo se apresentou no Rock In Rio, no mesmo ano. Para fãs do grupo, inclusive eu, foi ótimo ouvir praticamente todos os grandes sucessos do Queen. Recomendo com entusiasmo o filme. Merecido o Oscar de ator para Rami Malek.
Lucas S.
Lucas S.

293 seguidores 204 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 18 de março de 2019
Não sou nenhum conhecedor aprofundado do Queen e do Freddy, mas o filme foi bem interpretado, bastante musical, que por sinal só tem música boa.
Aborda o seu surgimento e sua evolução, incluindo um enfoque maior no vocalista e sua vida pessoal. Relatando seus maiores problemas pessoais. Interessante se conhecer como funcionou a indústria da música da época, além de apresentar o processo de criação de algumas músicas marcantes.
Carlos P.
Carlos P.

266 seguidores 431 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 1 de janeiro de 2020
A história é cativante e nos conecta com a vida de Freddie Mercury. Poderia ser um dos grandes filmes do ano, mas as confusões na linha temporal machucam a história e descredibilizam um pouco o roteiro.De qualquer forma continua sendo uma bela homenagem a Freddie Mercury.
William
William

160 seguidores 173 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 25 de fevereiro de 2019
O filme é bom, mas poderia ser melhor se não atropelasse tanto a história e se não alterasse a ordem cronológica de alguns momentos. Já não achei a atuação do tão boa assim, a caracterização, bem como a sua atuação do rapaz ficaram um pouco exagerados, dá pra perceber que ele força pra esconder os dentes e faz bico ao cantar, mas não dar pra negar que a performance ficou muito parecida. É um filme que diverte e emociona, nada mais!
Ric Brandes
Ric Brandes

123 seguidores 102 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 7 de novembro de 2018
“We are the champions, my friends... And we'll keep on fighting 'til the end...” Chega aos cinemas o tão aguardado filme Bohemian Rhapsody, que traz a trajetória da banda Queen e de seu vocalista, Freddie Mercury.
Dono de uma voz poderosa e marcante, Freddie teve uma vida intensa e repleta de fortes emoções, dignos de figurar nos cinemas. E para interpretar o ídolo, ninguém melhor que o talentoso ator egípcio Rami Malek (Mr Robot). Sua atuação é tão brilhante e convincente, que pode facilmente receber uma indicação ao Oscar.
Mas nem tudo são flores no caminho do filme: após atrasos e contratempos, (com a demissão do diretor na fase final do projeto), Bohemian Rhapsody tem problemas de roteiro e produção, mas é sim um filme marcante, muito pela atuação do seu protagonista e a história pessoal de Freddie Mercury, que encantou o mundo cantando seu grandes sucessos com a banda Queen.
Os temas de família, amizade e carreira estão presentes no longa, mas são abordados de forma superficial. Momentos de muita energia, drama e humor se intercalam, até o terço final da produção (spoiler!) que se concentra nos últimos momentos da banda, em sequência a primeira cena do filme, no Live AID, uma das maiores e mais marcantes cenas do Rock mundial.
Uma das questões mais interessantes do filme, tratando-se de uma biografia musical, talvez seja o processo de criação de cada música, onde a inspiração e o momento ajudaram a compor hits atemporais, que seguem até hoje fazendo muito sucesso. O trabalho pessoal de cada membro da banda e suas influências, o meio (a cidade, a fazenda ou a sala de uma casa vazia), ou mesmo a situação pessoal de Freddie Mercury, com seus dramas pessoais e dilemas, são demonstrados de forma interessante dentro do filme.
Por fim, o filme mostra que, acima de todo o sucesso, fama e dinheiro, sempre é importante ter amigos e uma família a quem amar. E que, no caso do Queen, o sucesso, energia e paixão de suas músicas podem sim viverem para sempre... no coração dos fãs!

“And we can have forever
And we can love forever
Forever is our today
Who wants to live forever?”

Por RicBrandes
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