Média
3,2
241 notas
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3 críticas
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8 críticas
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O filme é uma BOSTA, mas uma bosta de vaca, que apesar de repugnante serve como esterco, o roteiro é bom, bons atores e interpretações impecáveis, fora isso da nojo, cenas de pedofilia foram muito chocantes, o final é extremamente rídiculo, fica a pergunta no ar, qual a finalidade de se fazer um filme tão podre, em fim, BOSTA DE VACA PURA...
O mais impressionante foi a nota 4 que ganhou do site....
O mais impressionante foi a nota 4 que ganhou do site....
Que bosta de filme. Histórica fraca e final confuso.
Perdi 2 horas do meu dia. Não recomendo !!!
O Filme não tem ação, não tem suspense, não tem drama.
Só cenas de violência gratuitas, algumas de sexo e o resto são cenas bizarras sem sentido.
Perdi 2 horas do meu dia. Não recomendo !!!
O Filme não tem ação, não tem suspense, não tem drama.
Só cenas de violência gratuitas, algumas de sexo e o resto são cenas bizarras sem sentido.
Um filme em que o indigesto excede a razoabilidade e acaba por deturpar toda a história e ofuscar o brilho do elenco.
Ao ler a crítica do Adoro Cinema fui, quase que de imediato, locar o filme e assisti-lo. Sinceramente? Não entendi como este filme conseguiu uma nota tão alta no site.
As doses de agressividade, sadismo e crueldade ultrapassam qualquer limite e linha racional do filme e acabamos com uma história com cenas dispensáveis e um final muito ruim.
Destaque para a atuação do próprio "Killer Joe", brilhantemente interpretado por Matthew McConaughey.
No mais a mais, trata-se de um filme forte na história e nas cenas e fraco na apresentação.
Definitivamente, esperava muito mais.
Ao ler a crítica do Adoro Cinema fui, quase que de imediato, locar o filme e assisti-lo. Sinceramente? Não entendi como este filme conseguiu uma nota tão alta no site.
As doses de agressividade, sadismo e crueldade ultrapassam qualquer limite e linha racional do filme e acabamos com uma história com cenas dispensáveis e um final muito ruim.
Destaque para a atuação do próprio "Killer Joe", brilhantemente interpretado por Matthew McConaughey.
No mais a mais, trata-se de um filme forte na história e nas cenas e fraco na apresentação.
Definitivamente, esperava muito mais.
Filme horrível, sem pé nem cabeça. Atuações fraquíssimas, totalmente parado. Horrível.
Insano!!! Faltou um pouco de coerencia no final, mas eh um bom filme, com boas interpretacoes...enredo perturbador, com doses cavalares de violencia fisica e principalmente psicologicas. Me surpreendeu.
Quem vence o duelo?
Interessante perceber que em um universo repleto de remakes, um filme estreia com tamanha intensidade e consegue proporcionar certo alívio para o espectador. Alívio em termos, pois Killer Joe não é um filme fácil de assistir. William Fredkin mostra ao público algo raro na sétima arte, não há possibilidades de ficarmos indiferente ao que é projetado na tela, independente da experiência positiva ou negativa, o espectador sai da sala de cinema com um turbilhão de sensações .
A história gira em torno de uma família completamente desestruturada, até que o filho mais velho decide contratar um matador de aluguel para matar sua mãe e assim dividir o dinheiro do seguro com os demais parentes.
Nada de inovador se não fosse pelo roteiro extremamente intenso e que não poupa nenhum dos personagens. Todos são imersos em um mundo intensamente caótico e logo no começo percebemos que a experiência não será fácil. A sensação que fica é de que o diretor trava um verdadeiro duelo com o público, onde nos questionamos: Será que consigo assistir até o final? Certos momentos o espectador acredita que vence o combate, um sorriso desconcertante surge, tudo graças à interpretação de Thomas Haden Church, perfeito no papel do pai “dotado de pouca inteligência”, mas são raros esses momentos e logo o diretor volta a duelar com o público .
O filme vale pela experiência de sensações que proporciona, uma catarse constante para o espectador, tudo é extremamente cruel e nada é camuflado. Todos os personagens estão expostos e vivendo ao extremo o caos da situação. Quem ganha o duelo? Ambos, pois William Fredkin, com 77 anos, consegue mostrar que existe vida independente no cenário hollywoodiano e o espectador ganha um choque desconcertante e altamente reflexivo sobre a vulnerabilidade do ser humano.
Interessante perceber que em um universo repleto de remakes, um filme estreia com tamanha intensidade e consegue proporcionar certo alívio para o espectador. Alívio em termos, pois Killer Joe não é um filme fácil de assistir. William Fredkin mostra ao público algo raro na sétima arte, não há possibilidades de ficarmos indiferente ao que é projetado na tela, independente da experiência positiva ou negativa, o espectador sai da sala de cinema com um turbilhão de sensações .
A história gira em torno de uma família completamente desestruturada, até que o filho mais velho decide contratar um matador de aluguel para matar sua mãe e assim dividir o dinheiro do seguro com os demais parentes.
Nada de inovador se não fosse pelo roteiro extremamente intenso e que não poupa nenhum dos personagens. Todos são imersos em um mundo intensamente caótico e logo no começo percebemos que a experiência não será fácil. A sensação que fica é de que o diretor trava um verdadeiro duelo com o público, onde nos questionamos: Será que consigo assistir até o final? Certos momentos o espectador acredita que vence o combate, um sorriso desconcertante surge, tudo graças à interpretação de Thomas Haden Church, perfeito no papel do pai “dotado de pouca inteligência”, mas são raros esses momentos e logo o diretor volta a duelar com o público .
O filme vale pela experiência de sensações que proporciona, uma catarse constante para o espectador, tudo é extremamente cruel e nada é camuflado. Todos os personagens estão expostos e vivendo ao extremo o caos da situação. Quem ganha o duelo? Ambos, pois William Fredkin, com 77 anos, consegue mostrar que existe vida independente no cenário hollywoodiano e o espectador ganha um choque desconcertante e altamente reflexivo sobre a vulnerabilidade do ser humano.
Um filme para quem gosta de humor-negro, com nudez e violência gratuita, com um final sem pé nem cabeça, porém é agitado do começo ao fim, conseguindo divertir e entreter o telespectador,bom para uma tarde ociosa. Sou fã de Matthew McConaughey e deu pena de ver seu talento desperdiçado nesse filme escroto.
Eu chamaria o filme de diferente, nem ruim nem bom. No primeiro momento me senti assistindo aqueles filmes que até a sessão da tarde desistiu de reproduzir. Todavia, pelas cenas de corpo desnudo, o horário não permitiria. Então, o filme começa lento mas com uma cena fugaz, recupera a atenção de todos e você não consegue mais desgrudar. Os momentos finais são tensos...As atuações estão ótimas mas Matthew McConaughey roubou o filme. Recomendo ?! Tem outro para ver, senão ok.
Nossa achei horrível, personagens desprezíveis cenas bizarras, esse diretor parece que virou um tarantino do paraguai não recomento.
Um bom filme. Bem dirigido e com excelentes interpretações. É uma comédia de humor negro, muito forte mas coerente. A história fala da vida de cinco personagens que vivem à margem da sociedade, todos problemáticos e perturbados. Mostra um pouco o lado ruim da sociedade americana, onde pessoas apartadas lidam com o alcoolismo e com o vício e o tráfico de drogas. Consideram normal tratar da morte de outras para resolver seus problemas financeiros. As cenas de violência e sexo não são abusivas, estão bem balanceadas. Vale a pena assistir.
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