Média
3,5
457 notas
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2 críticas
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9 críticas
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Filme bem mediano, extremamente fraco, não nos faz pensar em absolutamente nada, até o meio nos prende pois não temos nada em mente do que podia ocorrer. O desenvolvimento do personagem principal é fraco, o enredo é ruim e o final, completa a cereja do bolo.
Filme que analisando friamente não tem nada demais, porém quando você começa a assistir, você vai se envolvendo, se prendendo ao filme e acaba gostando demais. Destaque para o elenco principal, muito talentoso. Filme que mistura desde poderes, mas que também trabalha forte a violência social e quanto ela pode custar. E sinceramente, você acaba entendendo o personagem principal, afinal alguém que sofre desde criança, o que pode fazer quando ganha poderes sem limites.
Quem discordar que a obra é intrigante, curiosa, despertando sentimentos de comoção devido ao suspense é tudo pauh na kuh!
O filme em si mostra certas pessoas iriam reagir com poderes, de primeira iriam se divertir e depois iriam para coisas mais sérias
O que aconteceria se adolescentes, com todos os seus problemas fossem agraciados com poderes como uma força capaz de levantar um carro com as próprias mãos, telecinese capaz de levantar caminhões, capacidade de voo e resistência física que poderia suportar até o contato com relâmpagos?
São os questionamento propostos por Josh Trank, nesse filme excepcionalmente bem dirigido e roteirizado a galgar a vaga como diretor no reboot do desastroso Quarteto Fantástico de 2015. Neste filme o diretor demonstra a capacidade tanto atrás das câmeras, quanto na condução dos atores em cenas, demonstrando as peculiaridades de cada um dos três personagens principais da trama.
O filme trabalha bem as peculiaridades de cada um dos personagens, com Andrew sendo um garoto que adora filmagens e pretende trabalhar com isso, com Matt desejando sair daquela cidade e não vendo um futuro para si naquele ambiente e Steve que não se acha a melhor pessoa do mundo, por ser adorado por todos. Após o incidente que os três ganham seus poderes, eles começam a construir uma amizade onde se tornam os companheiros e melhores amigos um do outro, algo que todos ali precisavam.
spoiler: Contudo nem tudo são flores, após uma tragédia pessoal onde Andrew perde a mãe, ele começa a tomar atitudes descontroladas com os poderes que recebeu, isso começa a dar uma preocupação em seus amigos que concordaram e decidiram não utilizar seus poderes em outras pessoas. Em um acesso de raiva e sem controle de seus poderes Andrew acaba matando Steve. Após isso, Andrew começa a piorar e Matt descobre isso e tenta falar com o primo e conter a raiva que ele sente. Contudo após ter o corpo queimado, Andrew tem um acesso de raiva no hospital e começa a destruir tudo e só não mata o pai porque Matt intervém, a partir desse momento começa o embate pela cidade entre os dois, com Matt tendo de tomar a decisão de matar o primo e depois sumir.
Nesse filme Josh Trank demonstra a sua habilidade na condução de atores e de cenas, além disso o roteiro se mostra enxuto e toca na questão sobre qual é o ponto de quebra de uma pessoa, sobre as condições que somos submetidos ao longo da vida e as consequências que trazemos para nós e para os outros.
São os questionamento propostos por Josh Trank, nesse filme excepcionalmente bem dirigido e roteirizado a galgar a vaga como diretor no reboot do desastroso Quarteto Fantástico de 2015. Neste filme o diretor demonstra a capacidade tanto atrás das câmeras, quanto na condução dos atores em cenas, demonstrando as peculiaridades de cada um dos três personagens principais da trama.
O filme trabalha bem as peculiaridades de cada um dos personagens, com Andrew sendo um garoto que adora filmagens e pretende trabalhar com isso, com Matt desejando sair daquela cidade e não vendo um futuro para si naquele ambiente e Steve que não se acha a melhor pessoa do mundo, por ser adorado por todos. Após o incidente que os três ganham seus poderes, eles começam a construir uma amizade onde se tornam os companheiros e melhores amigos um do outro, algo que todos ali precisavam.
spoiler: Contudo nem tudo são flores, após uma tragédia pessoal onde Andrew perde a mãe, ele começa a tomar atitudes descontroladas com os poderes que recebeu, isso começa a dar uma preocupação em seus amigos que concordaram e decidiram não utilizar seus poderes em outras pessoas. Em um acesso de raiva e sem controle de seus poderes Andrew acaba matando Steve. Após isso, Andrew começa a piorar e Matt descobre isso e tenta falar com o primo e conter a raiva que ele sente. Contudo após ter o corpo queimado, Andrew tem um acesso de raiva no hospital e começa a destruir tudo e só não mata o pai porque Matt intervém, a partir desse momento começa o embate pela cidade entre os dois, com Matt tendo de tomar a decisão de matar o primo e depois sumir.
Nesse filme Josh Trank demonstra a sua habilidade na condução de atores e de cenas, além disso o roteiro se mostra enxuto e toca na questão sobre qual é o ponto de quebra de uma pessoa, sobre as condições que somos submetidos ao longo da vida e as consequências que trazemos para nós e para os outros.
Demorei muito para ver Poder Sem Limite, acredito q o hiper super herói me levou até esse filme. Q posso dizer a o roteiro é bem simples, porém funciona. Se trata de um filme rápido literalmente pois são apenas 1h20 e ótimo passatempo. Um breve sinopse do filme.
"Quer conhecer o caráter de uma pessoa? Dê a ela o poder!" Abraham Lincoln.
“Sessão da Tarde” vale ver? Sim, vale principal depois de um dia na escola.
"Quer conhecer o caráter de uma pessoa? Dê a ela o poder!" Abraham Lincoln.
“Sessão da Tarde” vale ver? Sim, vale principal depois de um dia na escola.
Nota zero... Roteiro ridículo sem pé nem cabeça, horrível o esquema de transmissão da filmagem através das câmeras como se fosse em Bruxa de Blair... péssimo... perdi 1:30h da minha vida vendo esse filme
O lado escuro de superpoderes numa realidade sem maquiagens.
Como se fosse um misto de documentário, o filme começa como um retrato cotidiano de um adolescente e dois amigos que sem querer adquirem poderes após entrarem em contato com uma pedra misteriosa, encontrada dentro de um buraco próximo de uma rave. O que começa como brincadeira, diversão entre eles, mostra-se perigoso quando eles vão ficando mais fortes.
O diretor não se preocupa em dar grandes explicações (o que é ótimo), focando apenas no que poderes especiais nas mãos de humanos normais podem trazer de consequências para eles e para as pessoas próximas. A premissa até lembra um famoso aracnídeo, mas a opção de ser filmado como se fosse mesmo pela perspectiva de um dos personagens deixa a história mais verossímil. Foi uma escolha muito acertada, de outra forma poderia passar batido.
Os efeitos até surpreendem, considerando o modesto orçamento de 12 milhões. Tem boas surpresas, uma delas achei sofrida, e a cena final é demais. Um ápice ininterrupto de puro caos nas ruas de Seattle.
Curiosidade. Não lembrava muito desse filme, decidi ver porque este é o primeiro filme do diretor Josh Trank do novo Quarteto Fantástico, que todos dizem ser uma bomba, e que mandou um twitter dizendo que o filme só é ruim assim porque ele não pôde fazer o que pensou.
Nota do público: 7.1 (IMDB)
Nota dos críticos: 85% (Rotten Tomatoes
Bilheterias
USA – $64milhões
Mundo – $126 milhões
Acesse o blog 365filmesem365dias.com.br para ler sobre outros filmes.
Como se fosse um misto de documentário, o filme começa como um retrato cotidiano de um adolescente e dois amigos que sem querer adquirem poderes após entrarem em contato com uma pedra misteriosa, encontrada dentro de um buraco próximo de uma rave. O que começa como brincadeira, diversão entre eles, mostra-se perigoso quando eles vão ficando mais fortes.
O diretor não se preocupa em dar grandes explicações (o que é ótimo), focando apenas no que poderes especiais nas mãos de humanos normais podem trazer de consequências para eles e para as pessoas próximas. A premissa até lembra um famoso aracnídeo, mas a opção de ser filmado como se fosse mesmo pela perspectiva de um dos personagens deixa a história mais verossímil. Foi uma escolha muito acertada, de outra forma poderia passar batido.
Os efeitos até surpreendem, considerando o modesto orçamento de 12 milhões. Tem boas surpresas, uma delas achei sofrida, e a cena final é demais. Um ápice ininterrupto de puro caos nas ruas de Seattle.
Curiosidade. Não lembrava muito desse filme, decidi ver porque este é o primeiro filme do diretor Josh Trank do novo Quarteto Fantástico, que todos dizem ser uma bomba, e que mandou um twitter dizendo que o filme só é ruim assim porque ele não pôde fazer o que pensou.
Nota do público: 7.1 (IMDB)
Nota dos críticos: 85% (Rotten Tomatoes
Bilheterias
USA – $64milhões
Mundo – $126 milhões
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Filme bem legal de se assistir, bem reflexivo também pensando da vertente de quando o homem tem poder, o que o poder pode fazer é mexer conosco, com nosso ser.
continuação...por favor e muito bom... quero ver outro.
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