Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
Um visitante
3,0
Enviada em 13 de dezembro de 2013
Fernando Meirelles é um diretor ú o simples muitos personagens,em uma única histó como ele apresentou em Ensaio Sobre A Cegueira,e não fugindo muito,trouxe também Cidade de fica bem visível como é seu modo de trabalhar atrás das câ 360,ele dá uma volta completa no elenco,aproveitando a história de cada nem todas as histórias aqui contadas,significaram bons s bem interessantes,outras bem chatas.O que fez com que o filme,ficasse bem nivelado.O que mas chama atenção mesmo,são o elenco,bem preparado e escolhido,misturando artistas dos países em que realmente estão relacionados na trama....
Depois de três filmaços, Meireles fez um filme apenas ok. Nem todas as histórias são interessantes e o ritmo do filme é prejudicado, apesar das boas interpretações de todo elenco. Também me questiono: se não houvessem elementos do Brasil envolvidos, o filme seria menos interessante? Ou o elenco, a música e o próprio diretor foram um atrativo extra?
Bom filme. Não sei por que passou tão despercebido por mim, pois tem ótimos atores que estão atuando bem, tem uma história boa e bastante intricada. Pena que filmes no qual as pessoas necessitem lembrar do que aconteceu a mais de 30 minutos sejam tão colocados para baixo como filme maluco e tal. Recomendo.
Delicado, este filme de Fernando Meirelles é simples porém com um tema complexo, as histórias são bem encaixadas e contadas ( ao contrário que outras criticas disseras em ser um filme vazio ), a questão é que todos têm uma escolha e suas escolhas intereferem na vida de outra pessoa, mesmo não querendo, ninguem está sozinho e não dá para viver só, assim como um circulo em algum momento você terá que encontrar alguem. Diferente de outras opiniões eu acredito que o destaque do filme vai para os atores russos e eslovacos, pois é dali de onde surge toda trama e é pra lá para onde tudo " termina ". Já Maria Flor está bela em sua atuação junto a Ben Foster e Anthony Hopkins, e Juliano Cazarré sensualiza ao lado de Rachel Weisz. Não é muito complicado entender como a vida funciona, mas é dificil entender as pessoas e são elas que fazem o mundo dar voltas como um circulo, como 360.
O filme 360 é assim mesmo: Destinos que se moldam incontroláveis nascidos das histórias cotidianas e das atitudes comuns. No filme, nenhuma história é grandiosa demais para provocar penosos desafios - um pai em busca de conciliação com a filha; traições insossas; constrição religiosa entre o amor e o pecado e uma pitada clichê de ambição, sexo e liberdade. A ideia de ser elemento banal e prosaico o fio condutor que conduz toda existência às bifurcações da estrada, (ideia central do filme), faz remeter um pensamento muito ordinário, de que quando o destino parece ser traçado em um círculo de 360 graus, cada escolha influencia outras pessoas. Assim, nenhuma história é insignificante a ponto de se esgotar em si mesma. Mas isto Carlos Drummond já sabia quando escreveu "Quadrilha".
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade