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Um visitante
3,0
Enviada em 13 de dezembro de 2013
Fernando Meirelles é um diretor ú o simples muitos personagens,em uma única histó como ele apresentou em Ensaio Sobre A Cegueira,e não fugindo muito,trouxe também Cidade de fica bem visível como é seu modo de trabalhar atrás das câ 360,ele dá uma volta completa no elenco,aproveitando a história de cada nem todas as histórias aqui contadas,significaram bons s bem interessantes,outras bem chatas.O que fez com que o filme,ficasse bem nivelado.O que mas chama atenção mesmo,são o elenco,bem preparado e escolhido,misturando artistas dos países em que realmente estão relacionados na trama....
Com Jude Law e Anthony Hopkins a frente do elenco, o diretor brasileiro, Fernando Meireles, comanda com competência um novo elenco estelar de Hollywood nesse drama romântico. O filme 360 é a sua terceira produção estrangeira e, diferente de seus trabalhos anteriores nos EUA, ao que tudo indica, nesta produção, recebeu ordens dos estúdios para mudar ou fazer algo, ficando livre para dirigir da sua melhor maneira. A história do filme baseado na peça do austríaco Arthur Schnitzler, que causou polêmica e escândalo em 1900, apresenta vários personagens e as suas relações sexuais com pessoas de classes sociais díspares da sua (motivo pelo qual é falado em línguas diferentes). Por exemplo, o renomado empresário se envolvendo com uma simples empregada do subúrbio americano. O diretor soube bem escalar seus atores, e nomes como Rachel Weisz, Ben Foster, Peter Morgan e Mark Ivanir, correspondem ao selo de qualidade. Os atores brasileiros, Maria Flor e Juliano Cazarré, também integram o elenco. Em 2011, 360 abriu o Festival de Cinema de Londres, e, em 2012, o de Gramado, também participou dos festivais de Toronto e de Munique. Recomendo.
360 – review Not even Anthony Hopkins and Rachel Weisz can save Peter Morgan's creaky, cliche-ridden ensemble drama- Le Guardian concordo em genero numero e grau! um filme que transforma Jude Law num panaca assexuado e Juliano Cazarré num gostosao irresistivel.. nao fala a minha lingua ever!!!
Quanto tédio junto... Eu pensei que o roteiro estaria mais bem escrito, foi muito fraco, muito entediante, a moral do filme de chamar 360 é que no final TODAS as histórias iriam se cruzar, mas algumas histórias morreram logo no inicio do filme, tão sem graça...
A vida é a arte do encontro, embora haja tantos desencontros pela vida. Vinícius de Moraes. À frente do teclado minhas mãos aguardam que meu cérebro se decida para que comecem a juntar tanta letra, todas à disposição, para formar palavras, e, destas, frases. Inapelavelmente uma frase se impõe: A vida é a arte do encontro, embora haja tantos desencontros pela vida. Fernando Meirelles? "360" é um poema e, como tal, indescritível. A única alternativa é vivê-lo. Dizê-lo. Vê-lo.
Delicado, este filme de Fernando Meirelles é simples porém com um tema complexo, as histórias são bem encaixadas e contadas ( ao contrário que outras criticas disseras em ser um filme vazio ), a questão é que todos têm uma escolha e suas escolhas intereferem na vida de outra pessoa, mesmo não querendo, ninguem está sozinho e não dá para viver só, assim como um circulo em algum momento você terá que encontrar alguem. Diferente de outras opiniões eu acredito que o destaque do filme vai para os atores russos e eslovacos, pois é dali de onde surge toda trama e é pra lá para onde tudo " termina ". Já Maria Flor está bela em sua atuação junto a Ben Foster e Anthony Hopkins, e Juliano Cazarré sensualiza ao lado de Rachel Weisz. Não é muito complicado entender como a vida funciona, mas é dificil entender as pessoas e são elas que fazem o mundo dar voltas como um circulo, como 360.
360, de Fernando Meirelles, fala de indivíduos que, mantendo relações inconscientes entre si, formam um pequeno mosaico humano cujo propósito diz respeito à implicabilidade de nossas ações, sem percebermos que estas podem interferir na vida ou nas simples escolhas de terceiros e isso, neste caso, corresponde à vida de indivíduos dispersos ao redor do mundo. E se esse trecho soou relativamente cafona ou piegas para você, não se preocupe, já que Meireles, sendo o diretor talentoso e cosmopolita que é, compreende perfeitamente que uma obra desse tipo se sai melhor optando por escolhas dramáticas que salientam as origens dos personagens em tela. Assim, o filme é concebido a partir de micro-narrativas que vão se cruzando durante os 115 minutos de projeção, criando pequenos conflitos que tem importância não porque formam complexos arcos dramáticos, mas porque explicam um pouco sobre cada um daqueles indivíduos, mesmo apostando em pequenas coincidências aqui e ali... (LEIA O RESTANTE DO TEXTO NO LINK ABAIXO!)
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