360
Média
3,8
202 notas

21 Críticas do usuário

5
2 críticas
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7 críticas
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Sandro P.
Sandro P.

7.485 seguidores 572 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 17 de março de 2015
O filme começa interessante mas em nenhum momento se torna envolvente, depois da metade vai ficando chato e lento...
danilo s
danilo s

1.092 seguidores 293 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 2 de fevereiro de 2013
Apesar do ritmo lento gosto do filme 360 pelas histórias abordadas e atuações primorosas do anthony hopkins e da rachel weisz.
Adriano Côrtes Santos
Adriano Côrtes Santos

1.008 seguidores 1.229 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 19 de março de 2019
Com Jude Law e Anthony Hopkins a frente do elenco, o diretor brasileiro, Fernando Meireles, comanda com competência um novo elenco estelar de Hollywood nesse drama romântico. O filme 360 é a sua terceira produção estrangeira e, diferente de seus trabalhos anteriores nos EUA, ao que tudo indica, nesta produção, recebeu ordens dos estúdios para mudar ou fazer algo, ficando livre para dirigir da sua melhor maneira. A história do filme baseado na peça do austríaco Arthur Schnitzler, que causou polêmica e escândalo em 1900, apresenta vários personagens e as suas relações sexuais com pessoas de classes sociais díspares da sua (motivo pelo qual é falado em línguas diferentes). Por exemplo, o renomado empresário se envolvendo com uma simples empregada do subúrbio americano. O diretor soube bem escalar seus atores, e nomes como Rachel Weisz, Ben Foster, Peter Morgan e Mark Ivanir, correspondem ao selo de qualidade. Os atores brasileiros, Maria Flor e Juliano Cazarré, também integram o elenco. Em 2011, 360 abriu o Festival de Cinema de Londres, e, em 2012, o de Gramado, também participou dos festivais de Toronto e de Munique. Recomendo.
ymara R.
ymara R.

838 seguidores 262 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 24 de fevereiro de 2014
360 – review
Not even Anthony Hopkins and Rachel Weisz can save Peter Morgan's creaky, cliche-ridden ensemble drama- Le Guardian
concordo em genero numero e grau!
um filme que transforma Jude Law num panaca assexuado e Juliano Cazarré num gostosao irresistivel.. nao fala a minha lingua ever!!!
anônimo
Um visitante
3,0
Enviada em 13 de dezembro de 2013
Fernando Meirelles é um diretor ú o simples muitos personagens,em uma única histó como ele apresentou em Ensaio Sobre A Cegueira,e não fugindo muito,trouxe também Cidade de fica bem visível como é seu modo de trabalhar atrás das câ 360,ele dá uma volta completa no elenco,aproveitando a história de cada nem todas as histórias aqui contadas,significaram bons s bem interessantes,outras bem chatas.O que fez com que o filme,ficasse bem nivelado.O que mas chama atenção mesmo,são o elenco,bem preparado e escolhido,misturando artistas dos países em que realmente estão relacionados na trama....
Ronaldo B.
Ronaldo B.

456 seguidores 232 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 28 de dezembro de 2012
Quanto tédio junto... Eu pensei que o roteiro estaria mais bem escrito, foi muito fraco, muito entediante, a moral do filme de chamar 360 é que no final TODAS as histórias iriam se cruzar, mas algumas histórias morreram logo no inicio do filme, tão sem graça...
Khemerson M.
Khemerson M.

61 seguidores 74 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 29 de dezembro de 2014
360, de Fernando Meirelles, fala de indivíduos que, mantendo relações inconscientes entre si, formam um pequeno mosaico humano cujo propósito diz respeito à implicabilidade de nossas ações, sem percebermos que estas podem interferir na vida ou nas simples escolhas de terceiros e isso, neste caso, corresponde à vida de indivíduos dispersos ao redor do mundo. E se esse trecho soou relativamente cafona ou piegas para você, não se preocupe, já que Meireles, sendo o diretor talentoso e cosmopolita que é, compreende perfeitamente que uma obra desse tipo se sai melhor optando por escolhas dramáticas que salientam as origens dos personagens em tela. Assim, o filme é concebido a partir de micro-narrativas que vão se cruzando durante os 115 minutos de projeção, criando pequenos conflitos que tem importância não porque formam complexos arcos dramáticos, mas porque explicam um pouco sobre cada um daqueles indivíduos, mesmo apostando em pequenas coincidências aqui e ali... (LEIA O RESTANTE DO TEXTO NO LINK ABAIXO!)
Jonathan G
Jonathan G

50 seguidores 92 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 23 de agosto de 2012
Delicado, este filme de Fernando Meirelles é simples porém com um tema complexo, as histórias são bem encaixadas e contadas ( ao contrário que outras criticas disseras em ser um filme vazio ), a questão é que todos têm uma escolha e suas escolhas intereferem na vida de outra pessoa, mesmo não querendo, ninguem está sozinho e não dá para viver só, assim como um circulo em algum momento você terá que encontrar alguem. Diferente de outras opiniões eu acredito que o destaque do filme vai para os atores russos e eslovacos, pois é dali de onde surge toda trama e é pra lá para onde tudo " termina ". Já Maria Flor está bela em sua atuação junto a Ben Foster e Anthony Hopkins, e Juliano Cazarré sensualiza ao lado de Rachel Weisz. Não é muito complicado entender como a vida funciona, mas é dificil entender as pessoas e são elas que fazem o mundo dar voltas como um circulo, como 360.
Luiz C.
Luiz C.

49 seguidores 36 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 18 de julho de 2013
As escolhas deste grande quebra-cabeça

Tudo bem que gosto de ir ao cinema sozinho. Mas é justamente em longas como “360”, do diretor brasileiro Fernando Meirelles, que eu preciso de uma companhia pra poder compartilhar de imediato todo aquele furacão de informações em poucas horas numa sala de cinema. E tem época da sua vida também que parece que aquele filme foi desenhado de presente pra você. Tá, vou tentar me explicar.

Fui de supetão ao cinema no último fim de semana e vi, lá mesmo, naquele pôster grandão, que o novo filme do diretor de “Cidade de Deus”, “O Jardineiro Fiel” e “Ensaio sobre a Cegueira” era uma boa opção para o domingo frio e solitário. E eis que vem a seguinte frase na primeira cena: “Um sábio disse uma vez, se existe uma bifurcação na estrada, siga-a. Ele só esqueceu de avisar que caminho escolher”. Ali mesmo eu já percebia o mato que iria lenhar. Eu tinha acabado de ler um texto na internet sobre destino, escolhas, encontros e desencontros que a vida nos dá, refletido em que a felicidade está nas pequenas coisas e na forma como vivemos o presente, e eu já recebia aquela chacoalhada logo de cara.

E, de uma maneira bem leve, com decisões e histórias de personagens de várias partes do mundo que se entrelaçam em aeroportos e quartos de hotel, o quebra-cabeça de Meirelles ia se formando e a minha cabeça, como uma flecha, viajando nas escolhas que sempre fazemos nas nossas vidas. Que rumo tomar? O que fazer? Pra onde eu vou? Com quem vou ficar? Uma pequena, mas eminente decisão naquele exato momento pode mudar todo o rumo de sua vida e não há destino indefinido que possa te segurar.

É assim com a sua vida e também com as dos personagens de Jude Law, Rachel Weisz, Ben Foster, Anthony Hopkins e... dos brasileiros Maria Flor e Juliano Cazarré. Oi??? Mas eu levei um tremendo de um susto quando eu vi a Aline, do seriado, e o Adauto, de “Avenida Brasil”, gastando todo o inglês e levando seus talentos para o mundo graças ao diretor conterrâneo. A minha surpresa só não foi maior do que a de uma doninha simpática na minha frente, que dizia, assustada: “Oh, gente! Mas num é aquele moço namorado da Muricy?”. E a outra menina do lado: “Aquela ali também é brasileira, olha”. A minha vontade era cutucar nas duas, apontar os nomes dos atores que já estavam na ponta da minha língua, e papear, naquele minuto mesmo, sobre como eles estavam arrebentando em atuações afiadas e em participações bem grandinhas.

Saí do cinema com a cabeça fervilhando e ninguém pra comentar nada. Nem sobre a grata surpresa de ver dois globais encenando com feras hollywoodianas nem sobre a frase de Maria Flor que continua martelando aqui até agora: “Vivemos apenas uma vez. Quantas chances ainda temos?”. Me restou escrever. Pois, na verdade, não há o que comentar. Precisamos mesmo é fazer acontecer e estarmos sempre preparados para esses giros de 90, 180 e 360 graus fascinantes da vida que insistem em aparecer.
danicarreis
danicarreis

46 seguidores 71 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 10 de fevereiro de 2013
Excelente filme, ótima trilha sonora! Nos faz pensar no quanto as vidas dos seres humanos podem estar interligadas neste planeta! Me lembrou "Babel", do Inárritu, só que é bem mais leve! Orgulho de ver a qualidade dos cineastas brasileiros!
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