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Ric Brandes
123 seguidores
102 críticas
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4,0
Enviada em 12 de maio de 2014
Liberdade. Guerra. Vingança. Ainda mais intensa e surpreendente, a sequência do grande sucesso 300, 300 – A Ascensão do império começa onde terminou o primeiro filme, contando uma história paralela a original com muito sangue e batalhas épicas na terra e na água.
Com produção de Zack Snyder e roteiro de Frank Miller, o filme traz excelentes atuações de Rodrigo Santoro (Representando o Deus-Rei Xerxes) e Eva Green, no estonteante papel de Artemísia e tem erros e acertos em sua produção.
A parte fraca da produção diz respeito ao diretor, o novato Noam Murro, que peca pela inexperiência e insegurança, dando destaque exagerado as cenas de sangue e mutilações a todo instante na tela 3D. Sem contar a grosseira cenografia do filme, feito todo em fundo infinito, que por vezes lembra programas de baixo orçamento da TV.
Mas nem por isso a obra deixa de surpreender: O magnífico roteiro de Frank Miller (autor da obra original) aliado a presença felina de Eva Green, que rouba a cena em uma atuação digna de um Oscar no papel de Artemísia, traz qualidade a obra e supre todas as carências do novato diretor.
A bela direção de fotografia completa este filme violento e marcante, sobre guerra, amor e poder nos tempos antigos, que promete continuar em um futuro próximo com uma nova produção.
um filme muito bom, um roteiro impressionante exageradamente sangrento, fotografia e efeitos visuais perfeitos! e sem contar na atuação de Eva Green como a Personagem Artemisia! na moral essa mulher merece o oscar de melhor atriz coadjuvante #minhaopinião ~R.A
Contando a origem de Xerxes, o longa não economiza em sangue digital voando na tela e cenas de violência, e quem se sai muito bem é Eva Green. A bela atriz vai bem nas cenas de batalha e também expõe toda sua sensualidade quando preciso. Stapleton não acerta na difícil função de substituir Gerard Butler e Santoro consegue destaque um pouco maior do que no primeiro filme. O roteiro é fraco mas as cenas de lutas são bem coreografadas, porém arrastadas, repetitivas e às vezes entediante, salvo certas tomadas em alto mar que realmente ficaram impressionantes. Enfim, tornou uma sequência tardia e que infelizmente deixou muito a desejar.
O filme se propõe a um desenvolvimento cronológico no âmbito histórico do primeiro filme de 2007, e foi ai que pecou. Não havia necessidade nenhuma de forçar uma continuidade restritiva do primeiro filme, isso tornou o enredo forçado e os diálogos pobres (embora a história se desenrole em dado momento), não causou nenhuma ''comoção'' nem tão pouco pode-se dizer que igualou (ou chegou perto disso!) o primeiro. É claro que a intenção não foi criar um filme análogo e desprovido de originalidade, mas é por regra saber que fatalmente comparações seriam feitas, e foram. Naturalmente, se fez necessário buscar alguma alternativa para dar ''nexo'' e ''eixo'' a um filme completamente superficial e com uma clara proposta comercial, e conseguiram. Salas lotadas e um espetáculo visual poderosíssimo. Se era esse o objetivo, parabéns! Confesso que fui preparado para esse tipo de show (business!?), e não me decepcionei. A proposta visual é soberba e os ''clichês cênicos'' idem. Agora, dizer que é um excelente filme e de encher os olhos, não! É só mais um bom programinha de sábado a noite com a namorada, caso o dinheiro não dê pro motel...
Me senti assistindo meu filho jogar videogame. Um mar de câmeras lentas com sangue digital voando da tela. Paralelamente a isso, uma história fraca, que tenta desesperada e erroneamente se assemelhar com o primeiro filme no feitos heroicos que dessa vez são protagonizados por Temístocles (com muito menos enfase, até porque os melhores guerreiros estavam com o Rei Leonidas..) Resumo: É como assistir a segunda divisão do primeiro filme.
Eva Green está divina. Pela primeira vez, gostei mais do segundo do que do primeiro filme. Os efeitos e a produção do filme são muito bons. O roteiro é interessante mas nada espetacular. Santoro deixou a desejar.
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