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Edna R.
1 crítica
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4,0
Enviada em 9 de março de 2014
Adoreiii!!! As cenas das batalhas marítimas são incríveis!!!! Sangue demais!! Sim, mas afinal...é guerra!!! Eva Green como Artemísia acredito que seja unânime que ela está ótima!!! Concordo com quem não gostou do protagonista! Agora, Rodrigo Santoro como Xerxes sem palavras! Mas, com prós e contras, persas e gregos, Artemísia e Temístocles... o filme é muito bom!!!
Uma sequência a altura do primeiro.. e na minha opinião MELHOR, o filme está de parabéns, pela trilha sonora, efeitos visuais (3D) e pela atuação sensacional dos atores, a história continua e dessa vez muito mais eletrizante, o filme é de arrepiar, recomendo altamente.
Sete anos após o lançamento, "300" ganha uma sequencia. Desta vez a história é centrada em Xerxes, que pretende se vingar dos gregos após a morte de seu pai. O filme não é ruim ao todo, mas peca no excesso desnecessário de sangue na cena, tem algumas horas que isso fica tão exagerado, que um simples corte se torna um chafariz de tanto sangue, o que pode incomodar pessoas mais sensíveis ao líquido. Além do mais peca em sua história, deixando algumas coisas flutuando, possivelmente para alguma continuação no futuro. É recomendado mais para todos aqueles que gostam de cabeças voando, e são fãs do primeiro filme.
300 A Ascensão do Império... Que ascensão? Que 300? Não era para Xerves aparecer mais? O filme tenta inovar contando os fatos de antes e após a guerra dos 300 de Leônidas, mas só tenta mesmo. Não supera o anterior mas possui algumas qualidades.
As lutas tradicionais em câmera lenta e muito sangrentas estão em 80% do filme. O destaque vai para Artemísia, a linda Eva Green que leva o filme nas costas. As batalhas à noite e no alto mar são excitantes e a vilã mostra mais carisma do que o próprio protagonista. Tanto que o título mais apropriado deveria ser: Artemísia - a arte da guerra marítima!
O desenrolar da trama é bom e te faz criar expectativas para o grande final. spoiler: Final? Desfecho?
Fiquei com a sensação: Ué? Acabou? -_- Final muito brochante.
Se você gosta de filmes de guerra não crie muitas expectativas para assistir esse, mas no geral vale a pena curtir a atuação da Eva Green.
Senhoras e Senhores, Está é minha crítica sobre o filme. Bom, o filme 300 - A Ascensão do Império Tem seu tema voltado a História medieval com batalhas sangrentas,mortes e a realidade de que em tempos difíceis os jovens precisam se tornar Homens do dia para a ém o filme também tem um lado voltado a comédia devido a algumas cenas, linguajar , e expressões dos atores. Na minha Opinião a história do filme foi bem organizada e elaborada deixando o Longa Metragem emocionante e divertido para o público;Mas eu também esperava um pouco mais do filme, que abriu mão da batalha entre O Rei-Deus e o Temístocles colocou em seu Lugar a batalha entre Temístocles e Artemísia, o que não foi ruim,ou seja, realmente surpreendeu mas não era o que nós (o publico) realmente esperávamos. Em caso de uma escolha de nota eu daria 4,5 em um toal de 5,0 ao filme e a sua História, Enfim ... Parabéns aos produtores e roteiristas por sua dedicação esforço e digo que seu tempo dedicado valeu a pena. Está é minha crítica, Grato pela atenção. Matheus Nascimento.
O já longínquo ano de 2006 nos trouxe um filme que mudou um pouco a nossa perspectiva de filmes épicos e HQs com o filme 300. Mesmo sendo realizado depois do “revolucionário” Sin City (que na minha modesta opinião é melhor que os dois filmes da “saga” 300), a forma como as graphic novels foram adaptadas para a telona, de maneira mais próxima ao layout das HQs, foi muito bem vinda, mesmo com o fiasco de The Spirit. Houve uma renovada de fôlego para este nicho. E 300 ainda influenciou obras paupérrimas sobre personagens mitológicos, como Fúria de Titãs e Imortais entre outros genéricos, em seu embasbacante formato visual. Aqui neste A Ascensão do Império, Zack Snyder, o diretor do primeiro filme, volta como roteirista e produtor, assim como também o nosso Rodrigo Santoro volta a interpretar o malévolo Xerxes, e sua história começa a ganhar contornos de justificativas para seu comportamento tirânico. Este filme conta ainda com a participação da estonteante Eva Green - que continua linda e hipnotizante, sou fã desta mulher... quem não conhece muito sua filmografia, vale a pena dar uma conferida nessa talentosa atriz francesa – e do pouco conhecido australiano Sullivan Stapleton, que agora é o protagonista. Para quem gosta de cenas de violência, o filme é um prato cheio. É um filme que apela mais para o sangue jorrando na tela do que o primeiro filme, além de abusar da câmera lenta para dar ares de maior tensão e impacto para as cenas mais sanguinolentas. O abuso desse recurso pode tornar-se um pouco cansativo, mas certamente causa o impacto desejado, ainda mais se visto em 3D. Fora todo o exagero cênico, completamente cabível e aceitável em filmes deste porte, este novo 300 tem um apelo bem forte, com todas aquelas frases de efeito que estamos cansados de ouvir, mas com o frescor do visual estonteante (sim, apesar da similaridade com os efeitos do filme anterior, ainda há espaço para efeitos diferenciados), que faz com que esqueçamos todas as falhas de roteiro e exageros do filme. Não me entendam mal, pois sou contra aqueles filmes que só se mantém devido aos efeitos visuais e se esquecem de um roteiro decente. Aqui, temos sim um bom roteiro, que peca simplesmente pelo excesso de frases feitas (ainda que nenhuma tão poderosa como o “This is Sparta” do filme anterior proclamado por Lêonidas em uma cena já clássica) e os absurdos logísticos e de indumentária dos personagens. Mas isso na verdade é irrelevante, pois vale a licença poética e artística dos responsáveis pelo filme. Não podemos esperar assistir a um filme deste como se assistíssemos a uma pura transcrição da realidade. O filme tem esse exagero todo consciente e propositalmente. Não é para ser levado a sério. E se levarmos em consideração o resultado final (apesar da ridícula e constrangedora cena do banho de Xerxes tornando-o num deus-rei ou do estranhamento causado pelos efeitos nas vozes de Rodrigo Santoro e por certas vezes parecer que a Eva Green está sendo dublada em inglês), até que o resultado é bastante interessante. Há cenas extremamente bem realizadas, principalmente as de luta, e alguns diálogos bem sacados como quando Artemísia compara os dotes de guerreiro de Temístocles com seu vigor sexual. Em suma é um filme que não decepciona - só em sua cena final meio anticlímax, mas nada de tão comprometedor - e que deve agradar o público em geral. Vale o ingresso, embora cuidado para não se engasgar com a pipoca...
O filme é bem produzido, mas pecou no roteiro, na cena onde o general grego se encontra com a líder persa e mantém relação sexual com ela e volta incólume, numa improvável trégua, para depois se digladiarem na batalha. Afinal, a cabeça do general inimigo valeria muitíssimo numa guerra. Outra decepção no filme é ver os efeitos de Matrix se repetindo a cada soldado decepado para mostrar em câmera lenta dezenas de litros de sangue explodindo do ferimento, parecendo que cada pessoa do filme seja um pacote de suco de beterraba ambulante e sob pressão. Exageraram!!!!
MUITO BOM. Gostei pra caramba do filme, muita ação, muito sangue jorrando, muita guerra. Eva Green ficou brilhante fazendo Artemisia e Rodrigo Santoro está cada vez mais ganhando destaque em Hollywood. Assisti em Imax 3D e fez uma baita diferença, recomendo.
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