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Juarez Vilaca
2.918 seguidores
393 críticas
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4,0
Enviada em 8 de março de 2014
Um bom filme, bem feito, e bem dirigido. Boa fotografia. A história é interessante e o enredo muito bem colocado. É a continuação da guerra da Persia contra a Grécia, dessa vez no mar, onde as duas esquadras se enfrentam, simultaneamente, enquanto, em terra acontece a batalha dos 300 de Esparta. O filme é gostoso de assistir, embora grande parte dele são de enfrentamentos de soldados e muita carnificina. Vale a pena.
No ano de 2006 um filme chamou atenção dos brasileiros, 300 e não pelas suas belas imagens e efeitos visuais (que nesta continuação continuam muito bem diga-se de passagem) e sim pela presença de rodrigo santoro, o brasileiro mandou bem no primeiro filme e aqui continua um máximo. Uma pena o Gerard Butler não estar aqui, mas sua falta seja aplausível para contar a historia de Xerxes, e o que dizer da Eva Green bela nas cenas de batalha e mostrando que não é um rostinho bonito apenas. A Ascensão de um Império é grandioso, e vai figurar num dos melhores filmes deste ano de 2014
Depois de 8 anos "300" recebe uma continuação. Do elenco original e principal, apenas Rodrigo Santoro e Lena Headey voltam. Efeitos incríveis (principalmente em 3D) já fazem o expectador se animar na poltrona. Cenas de ação no estilo "God of War" e muito bem ensaiadas, mas comentem os mesmos erros do seu antecessor. A clássica "Slow Cam" do primeiro filme passa do ponto e em algumas cenas, fica muito forçado. Gerard Butler faz muita falta, afinal, Sullivan Stapleton não tem o mesmo carisma. Eva Green rouba a cena e arrebenta na atuação. O "banho de sangue" do filme extrapola e em alguns momentos até atrapalha. Não consegue superar o antecessor, mas já mostra a possível continuação pra franquia. Vale uma vista a uma sala de cinema.
Achei a história bem inferior em relação ao primeiro, mas as cenas de ação compensa, o efeito 3D realmente funciona,achei também que a história falaria mais sobre o Xerxes, até uma parte sim, depois ele é totalmente esquecido, o final como sempre deixa você com a sensação de ''já acabou?''. Que não demore mais 8 anos para uma continuação!
Fazia tempo que não via um combate desse tipo, acho que o último combate que me lembro no cinema, se não me engano, NESTE ESTILO, foi no filme CORAÇÃO VALENTE.
As Pólis ou Cidade-Estado, na Grécia, tem vida própria, mas o que as une, é A MESMA CULTURA ENTRE ELAS. Ou seja, a mesma língua, o mesmo espírito, os mesmos costumes. O Brasileiro Rodrigo Santoro, que parecia até uma CLEÓPATRA ( kkkkkk) tava bem no filme também.
Mas creio que até agora você não está lendo esse post aqui, somente para saber os fatores históricos né? Você tá querendo saber outra coisa, não é? É sobre aquele “detalhezinho” do filme que relatei lá no começo? É isso????? Fala a verdade? É ou não é? Tu quer saber se aquele fortão que lutou contra aquela gostosinha fizeram ou não fizeram SEXO ANAL né?
TU É CARA DE PAU HEM.
Pois bem, acho que não vou te enrolar mais não.
Chega.
Serei direto agora.
Mas havia ainda outra surpresa.
Antes, é bom relatar um detalhe do filme: QUANTO SANGUE NA MINHA CARA.
O Filme tenta ser realista o tempo todo. Era muito sangue derramado. Sangue escuro, grosso, vivo. O sangue espirrava na tua cara O TEMPO TODO. Eu fui ao banheiro e notei minha cara TODA VERMELHA, tal realidade que o filme te passa…era foda, sangue purinho.
E pra eu tirar esse sangue todo da cara????
Puuuuuuuuuuuuuts…..
Mas o que vc tá querendo saber mesmo?
Esqueci.
Fatores histórico das Pólis, N É?
Época em que se deu o combate?
Qual outro filme que retrata tal combate?
Não, né?
TU QUER É SABER DO BABADO HEM?????????
Safadeeeeeenho !!!!!!!!!!!!!!
Tu é foda mesmo hem???????
Mô cara-de-pau você hem????
Tá lendo até aqui SÓ PRA VER A PARADA DO SEXO ANAL?
Então, aguenta aí que, já já vou te contar.
Toda história de guerra, como o próprio filme relata, parte de um recentimento.
Era incrível, eu assiti em 3D e via sangue PRA TUDO QUE É LADO.
Mas a cena de sexo que todos comentavam, que todos ficavam perplexos, é essa agora que prometi relatar á vocês….
E falarei agora !
Seguinte:
-Vão abaixo, OS DETALHES e outros pareceres..
Na boa,
LÁ VAI HEM:
A cena é a seguinte:
“ARRUMA UM EMPREGO VÉIU !”
Para de FOFOCA brou !!!!!
Tu acha que vou te falar detalhes do filme, é? TOMA VERGONHA NA CARA E VAI PRO CINEMA VÉIU !!!!!!
o filme e muito divertido apesar do roteiro mediano/ruim e mulheres fodonas que dizer a emo ate que vai nas a mulher do leonidas lutando tiro todo o peso da batalha e tipo minha mae com cinto kkkkkk
o filme não chega aos pés do primeiro, mas se esforçou bem. Muito sangrento (acho que mais que o anterior) e pouco emocionante mas, da pra ficar entretido por um bom tempo.
Sem o charme do filme anterior, esta continuação acerta em alguns elementos, como a bela fotografia, mas está abaixo do seu antecessor. Esta aventura mostra o outro lado da guerra dos persas contra as principais cidades gregas, logo após a vitória contra os Espartanos, liderados pelo Deus-Rei Xerxes (Rodrigo Santoro) e Artemisia (Eva Green), comandante da marinha persa. E o roteiro acaba se concentrado na figura da comandante do que no verdadeiro vilão, o Rei Xerxes, perdendo um pouco a força ao focar numa vingança pessoal dela. Agrada porque entretém. Feito para os fãs. Curiosidade. Levou quase 3 milhões de espectadores aos cinemas no Brasil. Nota do público: 6.3 (IMDB) Nota dos críticos: 42%(Rotten Tomatoes) Bilheterias EUA - $106 milhões Mundo - $337 milhões Acesse o blog 365filmesem365dias.com.br para ler sobre outros filmes.
O fator bélico continua preponderante neste 300: A Ascenção do Império (2014). Essa sequência do longa original de Zack Snyder, lançado em 2007, enfatiza a guerra entre persas e gregos, que vimos na batalha dos 300 de Esparta, liderados por Leônidas (Gerard Butler) contra as forças do Deus-Rei Xerxes (Rodrigo Santoro).
Como o desfecho de 300 já é bem conhecido, a nova trama conta uma história paralela, mostrando a origem do conflito e como os atenienses, liderados por Temístocles (Sulivan Stapleton) se portaram no conflito. No lado oposto, Artemísia (Eva Grenn) comanda a marinha persa contra os gregos.
Para acompanhar 300: A Ascenção do Império é melhor deixar de lado os fatos históricos. O roteiro é apenas pretexto para mostrar uma série de tomadas estilizadas e exageradas, onde tudo ganha uma proporção maior do que é, na realidade. A câmera entra dentro do campo de batalha, guerreiros são dilacerados, o sangue jorra e respinga na tela. Tudo potencializado pelo efeito em três dimensões.
Rodrigo Santoro revive o todo-poderoso Xerxes, mas sua importância é minúscula. Tão coadjuvante que, em determinada cena, Artemísia o desafia ao revelar suas artimanhas para colocá-lo no poder. Aliás, Eva Green é a força-motora do filme, diante da ausência de Leônidas. Sua trajetória trágica a transforma numa guerreira de olhar impiedoso que desconhece a palavra derrota. Já Temístocles surge como o defensor da democracia e da união da Grécia. Maniqueísmo necessário em produções desse tipo.
A discussão sobre a glorificação da morte, que foi um ponto bastante abordado no longa anterior, continua por aqui. A carnificina não comove e o instinto sexual é bastante acentuado.
300: A Ascenção do Império exala hormônios projetando um cenário onde vida e morte são meros coadjuvantes de um espetáculo grotesco e, assustadoramente, atraente.
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