Marvel buscando mais seriedade!? Well, well... Depois de uma onda de filmes que abusam da comédia, e de alguns outros que tentam introduzi-las sem sucesso, a Marvel nos apresenta, Quarteto Fantástico. Uma nova história. Um novo elenco. Uma nova proposta, que por sinal me agrada muito, de início. Aparenta mostrar sem pressa, cada detalhe da rotina do quarteto que para um filme se torna crucial, já que duas horinhas passam voando. Nessa nova trama, a comédia voou longe. Muito diferente do quarteto de 2005. Onde o humor era constante. E eu não to falando da escolha dos atores. Cadê você, Jessica Alba? Brincadeira... Ioan Gruffudd (Homem-Elástico) também era fraco. Uma coisa legal em ressaltar, é que o Tocha-Humana, desta vez é negro. E todos nós sabemos o salto em que a indústria dos super-heróis nos mostra com essa escolha. As histórias em quadrinhos são modificadas o tempo todo. Que mal há em trocar um super-herói branco por um negro, ou asiático, índio?Recapitulando a obra, afirmo em dizer que sua trajetória passa de uma forma leve e distante. Mal se dá pra ter empatia pelos quatro. Vejo que a amizade ali criada não convence e, realmente é muito forçada. Não vejo isso como culpa dos atores. Não são grandes atores, ainda. São esforçados. Porém, nesta parte, foram mal conduzidos. O mesmo se passa pela condição do vilão. Tão confuso... A escolha em se ter um par romântico no quarteto não aconteceu, até então. E tudo que pudemos ver foi um flerte entre Homem-Elástico (Miles Teller) e Mulher-Invisível (Kate Mara), que conduziu a inveja de Dr. Destino (Toby Kebbell) ao bonecão de posto. Pra quê fazer isso? Tudo feito de uma forma sem emoção nenhuma. Desnecessário. Um ponto forte, foi a entrada de Dr. Destino como vilão. Assassinando pessoas a sangue-frio, explodindo seus crânios contra a parede. A cenas em torno deste momento finca a trama como um filme mais sério e intenso, sem risadinha. Os efeitos visuais não são de todo ruins. A arte da criação de O Coisa é muito bem feita, mas alguns pontos como tocha-humana voando e explodindo planadores no céu, não deu pra engolir. Entretanto, muita coisa faltou para o sucesso do longa, mas valeu o divertimento.
Eu achei um bom filme, me diverti assistindo, não foi o pior filme de herói já feito como muitos andam dizendo por ai, a única coisa que me incomodou foi a motivação do vilão, que não foi bem elaborada, pois do nada ele é vilão e pronto... "Não existe mais Victor, apenas Destino"... Tipo: Só aceita, essa é a minha sina... Eu sinceramente curti a proposta do filme, de modificar a origem dos poderes, e como eles são apresentados, e também gostei dos uniformes, saiu daquela mesmice dos dois primeiros filmes... Sobre os efeitos, a maioria são ótimos, poucos nem tanto, tipo o efeito de fogo do Tocha Humana, parece desenho animado, más nada que incomode tanto, e pra finalizar, eu gostei do desfecho do filme, acho que o filme foi bom no que se propôs a fazer...
Eu achei o filme muito fraco prefiro 10000 vezes os antigos não por causa dos atores e sim pela estória e pelas varias cenas ridículas (principalmente a cena que o coisa meti a cabeçada no Sr. Fantástico -_-) e mal feitas e também pela luta final (meu deus do céu) menor luta que já vi e sem aquela emoção que tinha nos antigos, modificaram a historia toda e olha que era para ser um ``remake´´ a unica coisa que tem de ``bom´´ e que melhoraram o coisa (apenas isso serio)... Então resumindo o filme e muito ruim não recomendo!
Que porcaria de filme, 1:39 minutos da minha vida perdidos vendo esse lixo, ruim, ruim, mas ruim demais, simplesmente acabaram com o Quarteto Fantástico, um filme que realmente deve ser esquecido e de preferência jogado no lixo.
Esperava mais desse filme, essa nova geração não combinou com o real quarteto fantástico, não gostei, mas não posso deixar de elogiar a maravilhosa atuação do Miles Teller, digamos que ele conseguiu salvar o filme nas cenas dele, como sempre maravilhoso em todos os filmes!!!
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