Quarteto Fantástico
Média
2,2
3371 notas

230 Críticas do usuário

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Gisele L.
Gisele L.

16 seguidores 6 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 13 de agosto de 2015
É boa a historia mas não tem cenas de ação. Deixa a desejar
Pâmela A.
Pâmela A.

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 13 de agosto de 2015
achei que faltou um pouco de ação, esperava muito mais desse filme!
Mario A.
Mario A.

24 seguidores 16 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 13 de agosto de 2015
não e o pior filme de super herói, e um bom filme de apresentação, mas o proximo n pode ter essa MSM pegada...
Lorhan R.
Lorhan R.

16 seguidores 1 crítica Seguir usuário

1,5
Enviada em 13 de agosto de 2015
Poderíamos dizer que é um filme completamente infeliz, desnecessário ou só mesmo um filme ruim, mas não é completamente assim.
O filme tem um início bom, com atuações boas, Miles Teller começou muito bem, e achei o Reed dele perfeito, principalmente seguido pela linha ultimate, Jamie Bell tmb ta ótimo como Ben, sendo que o personagem não tem sentido nenhum na trama além de ser o melhor amigo do Reed que está ali, simplesmente isso! Kate Mara mesmo que não faça as caras de sofrimento que a Jessica Alba fazia toda vez que usava os poderes, não teve importância nenhuma na trama, e o Johnny... eu prefiro nem comentar sobre o Tocha Humana sofrido! E o que foi aquele em chamas? Nossa que triste que fiquei.
O ritmo do filme peca demais, são mais de uma hora de origem, e uma origem absurdamente lenta, pra no final ter um embate péssimo com um vilão medíocre que eles simplesmente chamam de Doutor Destino, mas eu me recuso a aceitar aquilo como o grande vilão dos quadrinhos.
Um filme feito corrido, com muitas edições fracas, com cortes péssimos, e explicações demais, parece que o espectador é burro, uma tentativa de ficção científica que tenta jogar os personagens que nós conhecemos dentro, sendo que da pra ver que não são eles. Pra numa cena final de 40 segundos eles tentarem transformar eles naquilo que esperamos o filme todo, e que só conseguimos pensar, POR QUE FOX, VOCÊ FEZ ISSO COM ELES?
Enfim, eu não entendi o tom do filme, pelo menos os dois primeiros eram comédia e aventura, esse eles empurraram tons de mais e acabou ficando uma coisa sem coesão e sentido.
Mas o filme não é de todo ruim, uma cena vai ficar na memória, no momento em que o Reed volta do Planeta Zero, depois de receber os poderes, ele se arrastando todo ensanguentado enquanto vê o Johnny pegando fogo é incrivel e muito dramático!
Infelizmente sabemos que o filme foi feito pra que a fox não devolvece os direitos dos personagens pra Marvel. O que é muito triste! Mas eles querem continuar né, então se for fazer uma continuação mesmo, que aprendam com os erros antes de começar, e não façam nada rápido e joguem na cara do espectador esperando que eles aceitem de boa um filme apagável
VANDERLAN F.
VANDERLAN F.

2 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 12 de agosto de 2015
Razoável, um filme que da certo entretenimento, mas aos que conhecem o HQ não impressionaram.
Lucas Z.
Lucas Z.

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 12 de agosto de 2015
O filme não passa nenhuma emoção em nenhum momento , as relações entre os personagens são mal elaboradas , pouca ação e uma tanta complexidade ao filme todo que não é bem explicado , a única luta que ocorre é no final (sim , primeira e última) não valeu meus 8,00 de meia entrada
Roberto O.
Roberto O.

26 seguidores 59 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 14 de agosto de 2015
Pobre Quarteto Fantástico. Seu maior inimigo nos cinemas parece não ser o Dr. Destino, e sim… o destino. Esta família de super-heróis criada há mais de 50 anos por Stan Lee e Jack Kirby, e que já brilhou tanto nos quadrinhos, não merece esses sucessivos fracassos na tela grande. A primeira tentativa, o filme trash (que se tornou cult) produzido em 1994 pelo mestre dos filmes B, Roger Corman, jamais viu a luz dos projetores, pois a Marvel (sabiamente) vetou o seu lançamento, tamanha a precariedade do resultado final. A título de curiosidade, quem quiser assistir essa ‘pérola’, pode encontra-la facilmente, na íntegra, naquele famoso site de vídeos. Uma nova empreitada surge em 2005, na ‘comédia sem graça’ dirigida por Tim Story que, apesar do sobrenome, parece não saber contar uma história de maneira convincente. Ainda assim, o filme arrecadou o suficiente para gerar uma continuação e, dois anos depois, o jovem cineasta entrega uma nova aventura do Quarteto onde comete os mesmos erros ‘engraçadinhos’ do anterior. Ainda bem que quatro anos se passaram até o lançamento de Capitão América: O Primeiro Vingador (2011). Chris Evans, agora protagonizando o austero patriota, teve este tempo a seu favor, de modo que o público o desvinculou daquele insuportável e inflamável herói adolescente que viveu nos dois longas de Tim.
Aqui estamos, pois, em 2015, e quis o destino que presenciássemos mais um fracasso monumental do Quarteto na telona, o de número quatro… É com grande pesar que constatamos esse fato, o que nos leva a querer buscar respostas que ao menos tentem justificar esse mais novo ‘pecado cinematográfico’. Se a versão de 1994 não teve recursos financeiros, e as de 2005 e 2007 exageraram no tom leve e infantil, este novo longa dá nítidas mostras de ter sido realizado às pressas pela Fox para não perder os direitos sobre os personagens. Nesta luta contra o tempo, soma-se uma produção conturbada, com cortes no orçamento, roteiro desconexo e uma escolha equivocada de elenco. Divergências criativas podem ainda ser percebidas quando notamos que sequências de ação sugeridas nos trailers simplesmente não estão no filme, tendo sido suprimidas na montagem final. Fortes indícios da descrença a essa produção por parte dos próprios realizadores também são notados quando constatamos a ausência de itens que se tornaram padrão em todos os filmes da Marvel nos últimos anos, mesmo os produzidos pela Fox: a) não foi convertido para 3D; b) não há cenas pós-créditos; c) nem Stan Lee aparece em sua tradicional ponta, como se protestasse: “Eu não tenho nada a ver com isso!” Triste…
Desta vez, é por meio de um acidente durante uma viagem interdimensional realizada com um maquinário criado pelo gênio Reed Richards (Miles Teller) que ele e sua equipe se transformam em ‘aberrações’, o que inclui seu amigo de infância, Ben Grimm (Jamie Bell), os irmãos Susan e Johnny Storm (Kate Mara e Michael B. Jordan) e o ‘cientista louco’ Victor Von Doom (Toby Kebbell). A melhor parte do emaranhado de situações que se propõe a ser o roteiro se concentra nas cenas em que os ‘afetados’ descobrem suas ‘anomalias’ e se dão conta de que terão de conviver com elas por um tempo, até que uma ‘cura’ seja descoberta. Há um lampejo de clima de terror nesses momentos, algo elogiável, deva-se dizer. Contudo, o próprio filme parece ter pressa em acabar logo, nos privando da vergonha de vê-lo, e não dando a mínima chance para o desenvolvimento do que quer que seja, ambientação, personagens ou trama, cujo desfecho, de tão econômico, chega a ser trágico (no mal sentido mesmo).
Os jovens atores escalados? Sem carisma. O envolvimento dos personagens? Pouco convincente. A fotografia? Propositalmente sombria para fugir do estilo ‘alegre’ de Tim Story, ao invés de criar um clima ‘sério’ ela apenas reforça a atmosfera depressiva das situações desinteressantes que acompanhamos sem a menor empolgação, falha irremediável em um suposto ‘filme de super-heróis’. O vilão? Quando finalmente surge em cena, o Dr. Destino (de figurino duvidoso) tem alguns acessos de fúria à la Scanners (de 1981, clássico de terror e ficção de David Cronenberg), neste curto momento que também pode ser considerado louvável, SE forem desconsideradas as motivações adolescentes do (mais uma vez) subestimado antagonista que, por fim, sucumbe ao clichê de cometer devaneios megalomaníacos. E o Coisa? Bem construído digitalmente, o rochoso personagem é absurdamente desperdiçado na trama, nos dando a desconfortável sensação de que, desde que aparece pela primeira vez, quando o filme já está na segunda metade, ele passa mais tempo sentado do que de pé (!).
É importante que se diga, entretanto, que esse ‘filme-catástrofe’ (novamente no sentido pejorativo) não deve ser creditado integralmente ao diretor Josh Trank. Seu longa de estreia, Poder Sem Limites (2012), não por acaso possui como tema jovens que adquirem superpoderes, e a trama é conduzida com uma certa originalidade para o gênero, no melhor estilo ‘câmera na mão’. O resultado é, no mínimo, interessante. Sobre este seu segundo trabalho, o cineasta deu a entender, por meio de declaração em uma rede social, que não teve liberdade de criação ao dirigi-lo, e que a sua edição final do Quarteto seria bem diferente da que chegou aos cinemas. Fica, portanto, a dúvida no ar. A ‘versão do diretor’… seria mesmo melhor? Talvez nunca saibamos. Outra capciosa pergunta que pode ser formulada diante deste quarto fracasso do Quarteto nos cinemas: O que é pior? Um filme ‘engraçado sem graça’ ou um filme ‘sério sem critério’? Não me arrisco a responder, embora, ao voltar os olhos para os dois filmes ‘Sessão da Tarde’ de Tim Story, recordo-me que, ao menos, ao menos… eles continham um certo ritmo de aventura que, no mínimo, ia de encontro ao público infantil. O Quarteto Fantástico versão 2015 encontrará público que o aprecie? Será suficiente para a Fox arriscar mais uma sequência?
Há ainda a seguinte situação que pode passar pela mente do fã. E se a Fox desistisse, e os direitos da super-equipe voltassem para a (agora toda poderosa) Marvel Studios? Para exemplificar o que poderia acontecer, lembremos do Hulk de Ang Lee, lançado em 2003 pela Universal e que, fazendo jus ao seu estúdio, traçava um paralelo com alguns monstros clássicos do cinema. O conceito não foi bem aceito pelo público que considerou o filme dramático e psicológico demais. Cinco anos depois, já pela Marvel Studios, O Incrível Hulk de Louis Leterrier optou por uma abordagem mais dinâmica e se saiu melhor. Detalhe: se Ang Lee realizou um filme contemplativo que dedicava a maior parte do tempo para contar a origem do herói, a produção de 2008 partiu do princípio de que todos já sabem quem é o Hulk e como ele surgiu. Bastou um rápido flashback durante os créditos de abertura e pronto. “Já apresentamos o personagem, vamos à história.” Vejo um caminho semelhante para Reed & Cia. Por que gastar um filme inteiro contando de novo uma história de origem que já está no imaginário do público (isso serve também para um certo escalador de paredes)? Se um dia (e esperamos que esse dia chegue logo) o Quarteto puder ser desenvolvido no cinema pela própria Marvel Studios, não me surpreenderia ao me deparar, logo em suas primeiras cenas, com o Senhor Fantástico, a Mulher-Invisivel, o Tocha-Humana e o Coisa devidamente instalados no lendário Edifício Baxter, com seus uniformes azuis e prestes a entrar em ação em alguma trama que envolva viagens espaço-temporais inusitadas, intrigas familiares surpreendentes e um Dr. Destino verdadeiramente ameaçador. Não custa sonhar. O Quarteto Fantástico, afinal, terá algum dia um filme que o represente à altura? Torçamos, pois, para que esta super-família, enfim, encontre um destino melhor…
Alan David
Alan David

17.183 seguidores 685 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 11 de agosto de 2015
Um filme segue um linha coerente, até que boa se você tirar da mente que eles mudaram toda origem do Quarteto, mas depois que eles ganham os poderes vira outro filme, um desastre total em tudo: roteiro, ação e efeitos, ficou evidente que teve influência da Fox para modificarem o final do longa.
Bruna C.
Bruna C.

1 seguidor 3 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 11 de agosto de 2015
Filme péssimo! Decepcionante, esperava muito, mas muito mais desse filme.
Kessia O.
Kessia O.

10 seguidores 1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 10 de agosto de 2015
pouca ação! luta com o vilão super fraca! legalzim
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