A Noiva!
Média
2,8
68 notas

25 Críticas do usuário

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3 críticas
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7 críticas
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J Flores
J Flores

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 22 de março de 2026
Não gostei,o filme só é aquela noiva doida fazendo escândalo e batendo nos algo melhor por ser um filme de terror
Vitor Soares
Vitor Soares

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 19 de março de 2026
Um dos piores filmes que já assisti. Jessie mal ganhou o Oscar e já protagoniza um dos piores filmes do ano. Pavoroso.
Psicanálise & América Latina
Psicanálise & América Latina

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 16 de março de 2026
Filme péssimo, roteiro horrível, as atuações e a fotografia são ótimas, mas não salvam um filme tão ruim, sinto que perdi meu dinheiro e tempo, um dos piores que já vi, com certeza.
Leidiane Dias Duarte
Leidiane Dias Duarte

3 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 12 de março de 2026
Filme muito ruim perda de tempo ,seria melhor ter ido ver o filme do Pelé
spoiler:
spoiler:
Andre B.
Andre B.

7 seguidores 5 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 11 de março de 2026
gostei muito do filme, é uma abordagem nova pra uma obra batida e reciclada em excesso. traz crítica, humor e até romance, de forma ousada. Frankenstein com alerquina.
Gabriel T.
Gabriel T.

6 seguidores 29 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 9 de março de 2026
Um protagonismo sobrenatural e elétrico.

A Noiva de Frankenstein? Não!

Apenas A Noiva de suas próprias e livres decisões.
Em uma produção montada a partir de pedaços de ação, ficção gótica, romance e suspense policial, imergimos em uma narrativa moderna.

O que acontece quando alguém é trazido de volta à vida sem o seu consentimento, em um período em que seu corpo pode transitar por aí, mas sua voz não é respeitada.

A Noiva é uma obra intensa e disforme, tão sublime quanto a individualidade das peças que a compõem.
O filme de 2026, dirigido por Maggie Gyllenhaal, se diferencia de uma releitura clássica de Frankenstein.

A obra aborda em uma ficção inédita, a incorporação da leitura sobre a pessoa autora da obra original, Mary Shelley, e de uma crítica a um contexto social atual até hoje em uma produção artística baseada em metalinguagem.

Como uma colcha de retalhos que mescla conceitos do passado e do futuro, a narrativa reúne o ponto de vista interno do mundo de sua ficção com uma protagonista e narradora em 3ª pessoa, onisciente e oriunda da realidade da qual você e eu fazemos parte.

A radicalidade da obra provoca, incomoda e energiza todos aqueles que a assistem, espectadores que também se tornam coadjuvantes desse movimento.

Em A Noiva, no cotidiano da famosa e eletrificante cidade de Chicago nos anos 30, com suas boates, gangsters e cinema musical, nos deparamos com uma chama atemporal, composta pelos próprios dizeres de Mary Shelley diretamente do além, a luta pela emancipação feminina e uma alta dose de Punk Rock.

Na nova obra inspirada no clássico, a velha Criatura de Frankenstein (Christian Bale) existe na cidade moderna e assume a posição de coadjuvante enquanto o protagonismo passa para a atriz Jessie Buckley (Hamnet), bem como a autora da obra original do século XIX, Mary Shelley, e todas as mulheres que tiveram silenciadas suas vozes e suas ações.

Mary, nascida em 1797 foi fruto direto de uma das iniciantes do feminismo na literatura, sua mãe Mary Wollstonecraft. Como autora da obra “Frankenstein: ou, o Prometeu Moderno”, por ser mulher, sequer pode ter seu nome na publicação de sua obra inicialmente.
Mulheres não podiam ter livros publicados.

Na obra de 2026, o mesmo acontece ao analisar a situação de Doutoras, Detetives e protagonistas de seus segmentos, que nunca poderiam ser mulheres, mas apenas adendos de homens aceitos na sociedade.

Na trama, a personagem de Jessie Buckley é trazida de volta dos mortos apenas para assumir seu lugar de “noiva” da famosa criatura de Frankenstein (Bale), solitária há anos e em busca por intimidade, amizade e uma companhia como ele.

A obra não poderia ser mais instigante em quebrar essa expectativa de modo rápido e enérgico como um raio no meio de uma tempestade.

Buckley interpreta de forma convulsiva e vigorosa um conflito interno. Como um corpo inteiro trazido de volta à vida pelo desejo da criatura de Frankenstein, feita de diferentes pedaços (Bale), A Noiva, reanimada apenas para esse propósito subserviente, emana independência e relevância até o final.

Enquanto muitas releituras do clássico foquem na perseguição da Criatura por seu propósito no mundo ou então na vingança por sua criação como propósito de seu criador, A Noiva não dá a mínima para propósito nenhum e só quer seguir com sua vida e liberdade.

Em uma sequência de euforias em um ritmo quase bipolar, essa liberdade da protagonista inflama um propósito social fundamental no desenvolvimento de sua trama sobre justiça contra um famoso criminoso e direitos das mulheres na sociedade, grande provocação do filme ao nosso contexto atual.

Ainda que possuída, de certa forma, e sob influência da voz da autora do livro clássico, Mary Shelley, além de um receptáculo para a alma de outras mulheres cujas vidas foram tiradas sem razão na trama do filme, A Noiva (Buckley), ostenta a busca por sua própria personalidade e satisfação de seus desejos com ousadia e sem levar desaforos.

Sem se preocupar em agradar ninguém, a protagonista de A Noiva atiça cada vez mais as mulheres que se identificam com seu posicionamento, sem falar na admiração daquele que foi seu “demandante”.

Embora a Noiva rejeite logo no primeiro instante ser apenas a companhia de seu “noivo”, o grande contentamento, proteção e respeito deste por ela (mesmo que com sua intenção por posse) os envolve em um romance louco, estilo Bonnie e Clyde, que desencadeia companheirismo, descobertas pessoais e a eclosão de um movimento feminista essencial.

O personagem de Bale (apelidado de Frank) é uma interpretação inovadora da Criatura. Vivendo em uma época jamais antes retratada com esse tema clássico, Bale incorpora a cordialidade e os trejeitos contidos e reprimidos de séculos antigos com uma mescla de revolta e autoexpressão moderna.

Mas se Frankenstein antes foi o protagonista movendo as histórias pelos seus desejos e necessidades, agora é sua Noiva (Buckley) quem inicia de forma intrépida uma trajetória de conflitos e inspirações ao longo do país.

Com uma intermitência de dor, desejo, fuga e liberdade, a Noiva quebra a Quarta Parede com elementos clássicos e da modernidade, e promove tanto um filme para quem busca apenas entretenimento e ação quanto para quem precisa de uma crítica contundente.

Com um elenco de grandes atuações, contando com Penélope Cruz, Peter Sarsgaard, Zlatko Burić, e o próprio irmão da diretora, Jake Gyllenhaal, o filme é um mix de cenários e figurinos fiéis à realidade da época, com músicas e estilos de edição e fotografia que misturam os anos 80 com o século 21.

Só uma mente lúcida e analítica dirigiria uma obra tão original, louca e criativa como essa.

O filme que traz críticas e presta homenagens tão fortes não é uma narrativa para agradar a todos.

A costura de subtramas ao tema central não deixa pontos sem nó, embora algumas linhas fiquem mais grosseiras e esparsadas do que outras.

Com referências ao original literário e às suas releituras no cinema, além de performances profundas, uma produção visual e sonora estimulante e provocações sociais tão modernas hoje como já foram no século XIX, A Noiva ganha por sua originalidade.

Outro raio não conseguiria dar vida a corpos de forma tão magistral como a direção de A Noiva fez.
Rafa Souza
Rafa Souza

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 9 de março de 2026
Filme perfeito para recomendar ao seu pior inimigo. Perda de tempo e dinheiro. Na minha sessão as pessoas simplesmente iam levantando ao longo do filme e iam embora, só pra você ter uma noção da qualidade. Top 3 piores filmes que já vi, com tranquilidade. É praticamente um filme trash só que sem se rotular como tal, o que é 10x pior.
ALEXANDRE MAGNO BARRETO BERWANGER
ALEXANDRE MAGNO BARRETO BERWANGER

1 seguidor 17 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 9 de março de 2026
Não é um filme de terror, a sua melhor classificação seria amor bandido, ou se preferirem simplificar mais ainda, amor ou filme romântico.
Os momentos de sensibilidade são muitos, envolvendo não apenas os atores principais, mas também os coadjuvantes.
Me surpreendeu bastante.
Anna Karolina Gonçalves
Anna Karolina Gonçalves

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0,5
Enviada em 8 de março de 2026
Horrível acho que é o pior filme que já assisti em toda a minha vida, sem nexo e conexão e roteiro fraquíssimo, sem noção por muito
Jailsonderamos2
Jailsonderamos2

2 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 8 de março de 2026
Filme Idiota, perca de tempo e dinheiro, história ruim... um misto de aventura, drama, musical e um enorme apelo de movimento feminista... Até agora não consegui acreditar que o Christian Bale se sujeitou em participar de um projeto horroroso como esse... Mais uma vez, péssimo filme!!!
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