Indiana Jones e A Relíquia do Destino
Média
3,6
330 notas

42 Críticas do usuário

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melitta
melitta

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 30 de junho de 2023
simplesmente perfeito, referências muito boas bo filme, entretenimento bom, não achei enrolado nem nada, como fã de indiana jones, indico muitooo, tem haver com os outros filmes também! super divertido. atores de parabéns tbm.
Giorgio L
Giorgio L

1 seguidor 8 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 31 de agosto de 2023
Filme excelente! Muita ação, aventura, ficção, comédia e romance! Seguiu a risca da trajetória do Indiana Jones!!!! Quem avaliou mal esse filme, não entendeu o espírito da história!

Antônio Banderas que morreu rápido!!!! Mas está valendo!!!! Gostei muito do filme e RECOMENDO!!!!

SAUDE E SUCESSO A TODOS!!!!
GIORGIO PATRICK
Matheus Passos
Matheus Passos

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 11 de julho de 2023
Um filme do Indiana Jones onde o principal protagonista é uma mulher que a todo momento humilha o Indiana.

Horrível não consegui assistir 30 minutos.
Indioandroid
Indioandroid

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 12 de julho de 2023
Extremamente confuso, lacrador, cansativo e infiel a proposta original. Indiana Jones ficou em segundo plano. Muito triste para os fãs.
Mcine
Mcine

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 17 de julho de 2023
Não percam seu tempo, a Disney acabou com a franquia Indiana Jones (afinal, o que presta da Disney?) , filme repetitivo e previsível , cópia dos outros anteriores só que bem pior.....
Ricardo L.
Ricardo L.

63.291 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 5 de dezembro de 2023
Harrison Ford entrega mais uma de suas malucas aventuras e agora já mais velho, mas ainda com areia para derramar? Temos aqui um começo bem legal com rejuvenescimento de Ford espetacular, muito bem feito mesmo, já o segundo ato e o 3º peca pelo exagero e finda com supérfluo.
DUDU SILVA
DUDU SILVA

78 seguidores 335 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 30 de junho de 2023
Uma despedida digna de harrison ford como indiana jones, que contem alguns fã service e referencias, apesar do filme ser longo e um pouco cansativo
Cronos C
Cronos C

17 seguidores 182 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 21 de julho de 2023
É um bom filme, com o velho Indiana Jones vivendo suas aventuras de forma intensa e surpreendente, mas o filme se perde um pouco nas cenas exageradas de ação, muito longas e às vezes cansativas. Harrison Ford está ótimo, mas os novos atores, como Phoebe Waller-Bridge (Helena Shaw) não conseguem convencer e as aventuras perdem o brilho. Sem dar spoiler foi uma grande injustiça o que fizeram com Karen Allen (Marion). Considerei esse filme o mais fracos da série, mas vale a pena assistir pela história e a eterna lembrança do grande Indiana Jones.
Marcelo Nannini
Marcelo Nannini

4 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 23 de julho de 2023
Harrison Ford é daqueles poucos atores que não se prendem e não ficam encapsulados quando sua personagem faz sucesso perante o público. Aos 80 anos, ele adquiriu sabedoria suficiente para se desvencilhar de ‘Star Wars’ ou de ‘Indiana Jones’, doando seu talento para outras produções.
Já se passaram mais de 40 anos, desde que o herói de vida dupla, ora professor universitário, ora aventureiro radical procurando tesouros e decifrando mistérios, encanta as telas com doses de muita ação e humor.
Aliás, o recurso da Inteligência Artificial é bem aplicado quando se trata de rejuvenescer Harrison Ford no filme “Indiana Jones e a Relíquia do Destino”. A realidade de vê-lo bem mais jovem é incrível (o que é diferente de ser perfeita), mas em meio a discussões sobre o uso ético da IA, isso passa longe, desde que seja empregada de forma construtiva, anulando assim a imagem ameaçadora.
O apaixonado por arqueologia já se encontra senil e próximo da aposentadoria numa época em que os astronautas da Lua recebiam todas as celebrações e os ‘hippies’ dominavam a cena.
O herói não tem sua vida exatamente estabilizada: separado de sua mulher, vive sozinho, com um jeito vadio dentro do seu apartamento.
Num primeiro retorno do tempo, Indiana Jones se aventura por trens durante a Segunda Guerra Mundial. É nesse contexto que trava conhecimento com um objeto que promete a viagem no tempo. Esta relíquia teria pertencido ao estudioso e físico grego Arquimedes.
Durante a superação dos inimigos alemães, ele cruza o caminho com Jürgen Voller (papel de Mads Mikkelsen). Ambos sabem do potencial desse aparelho e, com certeza, servirá de pano de fundo para as muitas aventuras reservadas durante a película de 150 minutos.
Voltando para o presente: o decadente e descabelado Indiana Jones recebe a visita de uma afilhada, Helena Shaw (Phoebe Waller-Bridge). Ela o procura para saber da localização da máquina de Arquimedes. Relutante, Indiana diz não ligar para isso até que uma sequência de assassinatos força-o à atividade. Motivo real: depois de 25 anos da derrota nazista, Voller quer a relíquia a todo custo.
Do lado da afilhada, Indiana é instigado pela ambição e dissimulação dela. Do lado de Voller, é a luta do Bem contra o Mal.
Daí em diante, acontece o desfile de aventuras em várias partes do mundo: Marrocos, Itália e Espanha. Vale muito a pena ficar atento à perseguição de carros pelas ruas de Tânger. Ponto alto da trama.
Ou, em menor grau, acompanhar a exploração de uma caverna no litoral da Itália. Às vezes, o filme parece um bangue-bangue com disputas e caras sujos. Tem muita pancadaria e porrada, mas não descamba para o clichê.
Não dá para contar detalhes, até porque perderia a graça, o que mostra um roteiro previsível – e digno de um Indiana Jones, visto nos outros quatro filmes da franquia. Cada um com sua característica. Esse também tem a sua, embora se compararmos com as edições anteriores, os motivos eram mais palpáveis como a busca pelo cálice do Santo Graal.
Melhor aceitar o argumento de um artefato arcaico que possibilite a viagem no tempo. Será que o filme reserva a seguinte pergunta: Arquimedes teria realmente viajado no tempo? Uma espécie do benefício da dúvida em troca da diversão.
Há decifrações de enigmas, mas elas não jorram em quantidade; coisa que em filmes anteriores garantiam e davam consistência à aventura.
É um filme bastante válido por causa de sua aposta em cenas e tomadas rápidas, na atuação e charme do octagenário de Harrison Ford e por escolhas acertadas nas locações da filmagem. O filme não prende tanto por sua emoção, mas pelo seu desenrolar. A partir da segunda metade para o fim, é que muita coisa vem à tona e se descobre. Dá direito a um Indiana Jones saudosista e viver fora de seu tempo – ponto que gera expectativa no público se ele toparia ou não.
Ponto já abordado em outros filmes, persiste a questão se um ato diferente (uma interferência) poria tudo a perder o que a História oficial descreve. Existiria a possibilidade de reescrevê-la? Quase no fim, surge a resposta: tanto no plano coletivo (a História da humanidade ou geral) quanto no plano pessoal, onde Indiana Jones tem uma grata surpresa.
Já adiantando, o tema clássico da saga toca no fim do filme. Composta por John Williams (no alto de seus 90 anos e o mais célebre compositor para trilhas cinematográficas), não houve nenhuma dúvida de que ele seria o compositor para a derradeira aventura do herói.
Desprezado por muitos, vale a pena gastar um pouco mais de tempo e ver a ficha técnica: para quem é mais velho, é muito gratificante ver em letras grandes a participação de monstros sagrados como George Lucas e Steven Spielberg. Além dos produtores Frank Marshall e Kathleen Kennedy. A direção de James Mangold é mais do que suficiente para as vertiginosas cenas de ação. Também dá para conferir a participação de Antonio Banderas – tente adivinhar qual personagem ele interpreta?
No mais, para quem conhece toda a trajetória do herói que usa chapéu e dispõe do chicote como arma de defesa ou de ataque, não é a melhor da série. Também, não dá para sair decepcionado da sala de cinema. Porém, para quem está pegando o fio do novelo, é um ótimo incentivo para ver os demais. E discutir com familiares e amigos tanto essa última aventura como as demais. Mas será mesmo que é a última?
Se Harrison Ford estiver morto, isso é impossível. Como a Inteligência Artificial deu uma pista, pode ser que um Harrison Ford de mentirinha ressurja para nos entreter e buscar novas aventuras em meio ao ambiente tranquilo dos livros e da docência na Universidade.
Inspetoranderson
Inspetoranderson

1 seguidor 17 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 2 de julho de 2023
Acho que o Ford deveria ter aposentado o Indiana, o personagem nada tem haver com o protagonista que nos encantou durante anos. Esse é só "menos" do mesmo. Vamos lá: roteiro cansado e nada inovador da busca por uma relíquia, sem qualquer novidade, o que passa disso no filme é pura invencionice sem lógica, contudo, o vírus matador de Hollywood se chama ativismo feminino. Vejamos bem, A protagonista é 3 vezes mais nova que ele, tem 3 vezes mais conhecimento que ele, é 3 vezes mais rápida (compreensível) e conhece mais história do que ele (Como???). Não tem como dizer que não roubou a cena e descaracterizou o filme e o personagem, acho que o filme deveria se chamar "Indiana Croft", "juro, pareceu isso". O filme ficou centrado na personagem e não no Indiana, Holywood está perdendo seus critérios, e com isso, acredito, vários fãs e telespectadores. Sei que absolutamente todos os filme tem lá sua dose de exageros, isso é filme ora, mas esse tem algumas cenas e lógicas fantásticas que ultrapassam a barreira do absurdo, não sei se vale isso para entreter alguém, no fim o expectador acaba se sentindo insultado, como se fosse um idiota simplesmente por lhe apresentarem aquilo.... Vale o ingresso? Sim, é uma diversão. Mas pra quem vai pela arte, não espere muito. Dito isso, espero que seja o último filme da franquia nesse formato, pois se houver outro assim, com certeza não terá minha audiência. O regular é só pelos efeitos que sempre são destaque, senão daria ruim sem dó.
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